Todos os anos, instituições linguísticas escolhem uma “palavra do ano”: um termo que captura o espírito do tempo, a emoção dominante e as tensões socioculturais que atravessam a sociedade. Em 2025, a escolha revela algo maior que tendência linguística: um padrão que acompanho como médico, mentor e pesquisador em saúde mental coletiva: um mundo mais ativado, reativo, insatisfeito e mais dopaminérgico. A Oxford University Press elegeu como “palavra do ano 2025” o termo rage bait, expressão em inglês que descreve conteúdos criados deliberadamente para provocar raiva ou indignação a fim de gerar engajamento. Já o Cambridge Dictionary escolheu parasocial, que retrata as relações unilaterais estabelecidas por pessoas com influenciadores, celebridades ou inteligências artificiais: vínculos sem reciprocidade, que imitam proximidade, mas não envolvem presença e reforçam a solidão. As duas palavras — rage bait e parasocial — são também diagnósticos do funcionamento emocional e cognitivo da sociedade, guiada hoje por mecanismos neurobiológicos de reforço que moldam decisões, relacionamentos, políticas e negócios. Etimologicamente, rage vem do latim rabies, ligado à raiva, ao furor e ao descontrole, enquanto bait, do nórdico beita, significa isca, algo que incita, provoca e faz morder. A expressão descreve com precisão a engenharia emocional contemporânea: conteúdos desenhados para despertar fúria e capturar atenção. O princípio é simples e poderoso: a raiva ativa a dopamina, gera energia, sensação de poder e micro-recompensas que mantêm o usuário engajado. É um afeto de alto rendimento algorítmico e baixo rendimento civilizatório. Já parasocial combina o grego para, ao lado de, parecido com, mas não plenamente; e o latim socialis, companheiro, vínculo, reciprocidade. São relações que parecem sociais, mas não são. Laços sem mutualidade, sem encontro, sem risco. Intimidade unilateral que imita vínculo, mas não devolve nada ao sujeito. Na economia digital, isso significa interações altamente dopaminérgicas e de baixa profundidade emocional: seguimos, admiramos e “convivemos” com pessoas e/ou inteligências artificiais que não nos conhecem e não nos respondem. Não há trocas. E a desnutrição anímica vai se aprofundando cada vez mais e então a depressão. Juntas, rage bait e relações parassociais formam o retrato neuropsíquico do nosso tempo: muita ativação, pouca relação; muita dopamina, pouca reciprocidade. É o ambiente ideal para a desumanização, como descreve o psicólogo social Lasana Harris, professor associado do Department of Experimental Psychology da University College London em seus estudos sobre cognição social. A solidão conectada, analisada por pensadores contemporâneos como Zygmunt Bauman e Byung-Chul Han que examinaram, respectivamente, a liquidez dos vínculos e o esgarçamento da vida social; e a Epidemia da Solidão, que Vivek Murthy, cirurgião-geral dos Estados Unidos — maior porta-voz científico do país para temas de saúde pública, algo como o “médico da nação”, considerado hoje a autoridade pública global mais enfática ao conectar solidão, cultura digital e saúde mental; e a erosão da capacidade de diálogo e cooperação, fenômeno que atravessa tanto a vida social quanto os ambientes de trabalho, são fenômenos correlatos e que explicam o contexto em que vivemos. Embora variantes, as palavras do ano eleitas por Oxford e Cambridge também convergem em um ponto: emoções intensas, polarizadas e aceleradas se tornaram a assinatura psíquica desta década. Entre elas, a raiva aparece como força dominante. A raiva se tornou um afeto estruturado pela arquitetura das plataformas digitais, alimentada por reforços intermitentes, curtidas, alertas, notificações e algoritmos que amplificam exatamente aquilo que mantém o usuário engajado: estímulos de alta ativação emocional. A visão ingênua associa raiva à adrenalina. Verdade, mas incompleta. Hoje sabemos neurobiologicamente que a raiva não é apenas ameaça, ela possui um lado funcional, ligada ao movimento de iniciativa, produzindo energia, clareza momentânea e foco agressivo; o lado disfuncional é quando evolui para a cólera, impulsividade e descontrole. O circuito da raiva aumenta dopamina no núcleo accumbens — pequena estrutura situada na base do cérebro na região do estriado ventral, responsável por integrar motivação, recompensa e emoção — reforçando tanto a potência quanto a precipitação. E as redes sociais amplificam ambos os lados: cada postagem indignada vira um microtiro dopaminérgico, reforçando tanto a ação quanto o risco de escalada emocional. O processo acontece quase sempre da mesma forma. Começa com a percepção de uma injustiça, real ou fabricada. A amígdala, outro órgão do cérebro e nosso radar emocional, dispara; a dopamina sobe e sentimos uma energia moral que parece pedir ação imediata. Publicamos um post indignado, recebemos curtidas e a neuroquímica confirma: “você fez a coisa certa”. O algoritmo reconhece a ativação e devolve mais conteúdo indignante. O cérebro conclui: “isso importa muito”. E, quando esse ciclo se repete sem interrupção, a inovação e a criatividade se vão, somem e os ambientes passam a girar sobre si mesmos, fechados como câmaras de eco, onde nada novo entra e nada profundo se transforma. Nesse ponto, não é apenas a dinâmica emocional que se altera mas é a própria capacidade de criar, inovar e imaginar que se deteriora, o brainrot. Ambientes mantidos em ativação constante deixam de explorar ideias novas e passam a repetir padrões. O resultado é claro: raiva vira hábito; hábito vira identidade; identidade vira tribo. Ou, como sintetizo para líderes e educadores: a dopamina sequestra a empatia, a política, a comunicação e a vida pública. E tira reputação. Por isso a palavra do ano importa. Ela não descreve apenas o vocabulário, mas a bioquímica coletiva. Em um mundo hiperdopaminérgico, a raiva se tornou emoção de alto rendimento para plataformas e de baixo rendimento para a saúde mental. É o afeto perfeito para uma cultura que confunde estímulo com sentido, velocidade com profundidade e indignação com engajamento cívico. Ao combinarmos rage bait e relações parasociais, temos o retrato mais fiel da vida social coletiva digital contemporânea e da solidão como peste moderna: raiva para fora e solidão para dentro. Altíssima ativação, pertencimento ilusório, dopamina elevada, serotonina e oxitocina baixas, polarização, desumanização, perda de profundidade e sentido, fragilidade de relações individuais e coletivas. É a tempestade perfeita para decisões precipitadas, regressão cognitiva e barbárie emocional. Nos ambientes de trabalho, essa combinação tem efeitos ainda mais profundos: líderes reativos, equipes esgotadas, cinismo organizacional, sofrimento ocupacional, burnout e queda da criatividade coletiva. Quando vínculos reais se enfraquecem e a dopamina domina, a cultura se fecha em si mesma; e empresas deixam de inovar porque as pessoas deixam de se sentir seguras, vistas e inspiradas. Mas a pergunta que importa é outra: Como inovar quando somos confundidos para não evoluir? Como sair da caverna algorítmica que produz sombra emocional, vínculo ilusório e dopamina de curto prazo? No mito de Platão, os prisioneiros acreditavam que as sombras eram a realidade. Hoje, a diferença é mais grave: as sombras são fabricadas para manter você olhando para elas. A dopamina virou corrente. O parassocial virou teatro. O algoritmo virou o responsável por acender a fogueira. E, ainda assim, há saídas. Como sair da caverna e inovar em um mundo projetado para estagnar? Regular estímulos e foco — menos notificações, blocos reais de concentração e a prática simples de concluir uma tarefa antes da próxima. Na dúvida, respire: inspire como quem cheira uma flor e expire como quem sopra uma vela. Fortalecer vínculos reais — conversas regulares, reciprocidade, feedbacks genuínos e espaço para que pensamentos circulem sem acumular ressentimentos. Praticar pausas mentais verdadeiras — não é tela, comida ou distração. É ouvir música, caminhar, mudar o ambiente, respirar e permitir à mente incubar ideias. Criar convivência significativa — encontros presenciais, refeições comunitárias, pequenos rituais de grupo e trocas autênticas que substituam a pseudo proximidade digital. Cultivar literacia digital e emocional — reconhecer gatilhos, identificar conteúdos feitos para provocar raiva ou dependência, checar a fonte e esperar antes de reagir. Recolocar o corpo no centro — alongar, respirar, levantar, caminhar, regular o ritmo interno, respeitar os ritmos de sono, alimentação e lazer. (Aqui o editor pode inserir o hiperlink para o artigo anterior sobre corpo e presença.) Expandir a reserva cognitiva — leitura profunda, arte, música, metáforas, imaginação, novas habilidades, línguas e viagens: práticas que ampliam horizontes e preparam o cérebro para o futuro. O mundo digital construiu uma caverna mais confortável e personalizada que a de Platão. Mas continuar olhando para sombras dopaminérgicas não cria futuro. Futuro nasce de profundidade, presença, imaginação e coragem. “A raiva é um castigo que damos a nós mesmos pelo erro de outra pessoa”, ensinava um velho sábio, lembrando que, ao reagirmos sem consciência, punimos primeiro a nós mesmos. Em um ambiente feito para confundir, inovar é um ato de lucidez — e de humanidade. Rubens Harb Bollos é médico, mentor e presidente-fundador da ABMPP.org (Associação Brasileira de Medicina Personalizada e de Precisão). Mestre e Doutor (Ph.D) em Ciências da Saúde pela UNIFESP e Pós-Doutorado em Biologia do Desenvolvimento pela USP/ICB Mais Lidas Todos os anos, instituições linguísticas escolhem uma “palavra do ano”: um termo que captura o espírito do tempo, a emoção dominante e as tensões socioculturais que atravessam a sociedade. Em 2025, a escolha revela algo maior que tendência linguística: um padrão que acompanho como médico, mentor e pesquisador em saúde mental coletiva: um mundo mais ativado, reativo, insatisfeito e mais dopaminérgico. A Oxford University Press elegeu como “palavra do ano 2025” o termo rage bait, expressão em inglês que descreve conteúdos criados deliberadamente para provocar raiva ou indignação a fim de gerar engajamento. Já o Cambridge Dictionary escolheu parasocial, que retrata as relações unilaterais estabelecidas por pessoas com influenciadores, celebridades ou inteligências artificiais: vínculos sem reciprocidade, que imitam proximidade, mas não envolvem presença e reforçam a solidão. As duas palavras — rage bait e parasocial — são também diagnósticos do funcionamento emocional e cognitivo da sociedade, guiada hoje por mecanismos neurobiológicos de reforço que moldam decisões, relacionamentos, políticas e negócios. Etimologicamente, rage vem do latim rabies, ligado à raiva, ao furor e ao descontrole, enquanto bait, do nórdico beita, significa isca, algo que incita, provoca e faz morder. A expressão descreve com precisão a engenharia emocional contemporânea: conteúdos desenhados para despertar fúria e capturar atenção. O princípio é simples e poderoso: a raiva ativa a dopamina, gera energia, sensação de poder e micro-recompensas que mantêm o usuário engajado. É um afeto de alto rendimento algorítmico e baixo rendimento civilizatório. Já parasocial combina o grego para, ao lado de, parecido com, mas não plenamente; e o latim socialis, companheiro, vínculo, reciprocidade. São relações que parecem sociais, mas não são. Laços sem mutualidade, sem encontro, sem risco. Intimidade unilateral que imita vínculo, mas não devolve nada ao sujeito. Na economia digital, isso significa interações altamente dopaminérgicas e de baixa profundidade emocional: seguimos, admiramos e “convivemos” com pessoas e/ou inteligências artificiais que não nos conhecem e não nos respondem. Não há trocas. E a desnutrição anímica vai se aprofundando cada vez mais e então a depressão. Juntas, rage bait e relações parassociais formam o retrato neuropsíquico do nosso tempo: muita ativação, pouca relação; muita dopamina, pouca reciprocidade. É o ambiente ideal para a desumanização, como descreve o psicólogo social Lasana Harris, professor associado do Department of Experimental Psychology da University College London em seus estudos sobre cognição social. A solidão conectada, analisada por pensadores contemporâneos como Zygmunt Bauman e Byung-Chul Han que examinaram, respectivamente, a liquidez dos vínculos e o esgarçamento da vida social; e a Epidemia da Solidão, que Vivek Murthy, cirurgião-geral dos Estados Unidos — maior porta-voz científico do país para temas de saúde pública, algo como o “médico da nação”, considerado hoje a autoridade pública global mais enfática ao conectar solidão, cultura digital e saúde mental; e a erosão da capacidade de diálogo e cooperação, fenômeno que atravessa tanto a vida social quanto os ambientes de trabalho, são fenômenos correlatos e que explicam o contexto em que vivemos. Embora variantes, as palavras do ano eleitas por Oxford e Cambridge também convergem em um ponto: emoções intensas, polarizadas e aceleradas se tornaram a assinatura psíquica desta década. Entre elas, a raiva aparece como força dominante. A raiva se tornou um afeto estruturado pela arquitetura das plataformas digitais, alimentada por reforços intermitentes, curtidas, alertas, notificações e algoritmos que amplificam exatamente aquilo que mantém o usuário engajado: estímulos de alta ativação emocional. A visão ingênua associa raiva à adrenalina. Verdade, mas incompleta. Hoje sabemos neurobiologicamente que a raiva não é apenas ameaça, ela possui um lado funcional, ligada ao movimento de iniciativa, produzindo energia, clareza momentânea e foco agressivo; o lado disfuncional é quando evolui para a cólera, impulsividade e descontrole. O circuito da raiva aumenta dopamina no núcleo accumbens — pequena estrutura situada na base do cérebro na região do estriado ventral, responsável por integrar motivação, recompensa e emoção — reforçando tanto a potência quanto a precipitação. E as redes sociais amplificam ambos os lados: cada postagem indignada vira um microtiro dopaminérgico, reforçando tanto a ação quanto o risco de escalada emocional. O processo acontece quase sempre da mesma forma. Começa com a percepção de uma injustiça, real ou fabricada. A amígdala, outro órgão do cérebro e nosso radar emocional, dispara; a dopamina sobe e sentimos uma energia moral que parece pedir ação imediata. Publicamos um post indignado, recebemos curtidas e a neuroquímica confirma: “você fez a coisa certa”. O algoritmo reconhece a ativação e devolve mais conteúdo indignante. O cérebro conclui: “isso importa muito”. E, quando esse ciclo se repete sem interrupção, a inovação e a criatividade se vão, somem e os ambientes passam a girar sobre si mesmos, fechados como câmaras de eco, onde nada novo entra e nada profundo se transforma. Nesse ponto, não é apenas a dinâmica emocional que se altera mas é a própria capacidade de criar, inovar e imaginar que se deteriora, o brainrot. Ambientes mantidos em ativação constante deixam de explorar ideias novas e passam a repetir padrões. O resultado é claro: raiva vira hábito; hábito vira identidade; identidade vira tribo. Ou, como sintetizo para líderes e educadores: a dopamina sequestra a empatia, a política, a comunicação e a vida pública. E tira reputação. Por isso a palavra do ano importa. Ela não descreve apenas o vocabulário, mas a bioquímica coletiva. Em um mundo hiperdopaminérgico, a raiva se tornou emoção de alto rendimento para plataformas e de baixo rendimento para a saúde mental. É o afeto perfeito para uma cultura que confunde estímulo com sentido, velocidade com profundidade e indignação com engajamento cívico. Ao combinarmos rage bait e relações parasociais, temos o retrato mais fiel da vida social coletiva digital contemporânea e da solidão como peste moderna: raiva para fora e solidão para dentro. Altíssima ativação, pertencimento ilusório, dopamina elevada, serotonina e oxitocina baixas, polarização, desumanização, perda de profundidade e sentido, fragilidade de relações individuais e coletivas. É a tempestade perfeita para decisões precipitadas, regressão cognitiva e barbárie emocional. Nos ambientes de trabalho, essa combinação tem efeitos ainda mais profundos: líderes reativos, equipes esgotadas, cinismo organizacional, sofrimento ocupacional, burnout e queda da criatividade coletiva. Quando vínculos reais se enfraquecem e a dopamina domina, a cultura se fecha em si mesma; e empresas deixam de inovar porque as pessoas deixam de se sentir seguras, vistas e inspiradas. Mas a pergunta que importa é outra: Como inovar quando somos confundidos para não evoluir? Como sair da caverna algorítmica que produz sombra emocional, vínculo ilusório e dopamina de curto prazo? No mito de Platão, os prisioneiros acreditavam que as sombras eram a realidade. Hoje, a diferença é mais grave: as sombras são fabricadas para manter você olhando para elas. A dopamina virou corrente. O parassocial virou teatro. O algoritmo virou o responsável por acender a fogueira. E, ainda assim, há saídas. Como sair da caverna e inovar em um mundo projetado para estagnar? Regular estímulos e foco — menos notificações, blocos reais de concentração e a prática simples de concluir uma tarefa antes da próxima. Na dúvida, respire: inspire como quem cheira uma flor e expire como quem sopra uma vela. Fortalecer vínculos reais — conversas regulares, reciprocidade, feedbacks genuínos e espaço para que pensamentos circulem sem acumular ressentimentos. Praticar pausas mentais verdadeiras — não é tela, comida ou distração. É ouvir música, caminhar, mudar o ambiente, respirar e permitir à mente incubar ideias. Criar convivência significativa — encontros presenciais, refeições comunitárias, pequenos rituais de grupo e trocas autênticas que substituam a pseudo proximidade digital. Cultivar literacia digital e emocional — reconhecer gatilhos, identificar conteúdos feitos para provocar raiva ou dependência, checar a fonte e esperar antes de reagir. Recolocar o corpo no centro — alongar, respirar, levantar, caminhar, regular o ritmo interno, respeitar os ritmos de sono, alimentação e lazer. (Aqui o editor pode inserir o hiperlink para o artigo anterior sobre corpo e presença.) Expandir a reserva cognitiva — leitura profunda, arte, música, metáforas, imaginação, novas habilidades, línguas e viagens: práticas que ampliam horizontes e preparam o cérebro para o futuro. O mundo digital construiu uma caverna mais confortável e personalizada que a de Platão. Mas continuar olhando para sombras dopaminérgicas não cria futuro. Futuro nasce de profundidade, presença, imaginação e coragem. “A raiva é um castigo que damos a nós mesmos pelo erro de outra pessoa”, ensinava um velho sábio, lembrando que, ao reagirmos sem consciência, punimos primeiro a nós mesmos. Em um ambiente feito para confundir, inovar é um ato de lucidez — e de humanidade. Rubens Harb Bollos é médico, mentor e presidente-fundador da ABMPP.org (Associação Brasileira de Medicina Personalizada e de Precisão). Mestre e Doutor (Ph.D) em Ciências da Saúde pela UNIFESP e Pós-Doutorado em Biologia do Desenvolvimento pela USP/ICB Mais Lidas

A palavra do ano: por que essa escolha importa?

2025/12/06 17:00
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Juntas, rage bait e relações parassociais formam o retrato neuropsíquico do nosso tempo: muita ativação, pouca relação; muita dopamina, pouca reciprocidade
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