Mark Zuckerberg, cofundador da Meta Alex Wong/Getty Images O patrimônio líquido de Mark Zuckerberg foi reduzido em quase US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com a queda das ações da Meta na quinta-feira, fazendo com que ele saísse do Top 3 de mais ricos do mundo, segundo a Forbes. A queda aconteceu depois de uma reportagem da Reuters, segundo a qual a Meta projetou que uma parte significativa de sua receita viria da veiculação de anúncios fraudulentos. Na semana passada, Zuckerberg era o terceiro homem mais rico do mundo, atrás apenas de Larry Ellison, da Oracle (US$ 298,8 bilhões, ou R$ 1,6 trilhão), e Elon Musk, da Tesla (US$ 496,5 bilhões, ou R$ 2,7 trilhões). Agora, com US$ 230,8 bilhões (R$ 1,25 trilhão), também é superado por Jeff Bezos (US$ 257 bilhões, ou R$ 1,3 trilhão), Larry Page (US$ 235 bilhões , ou R$ 1,2 trilhão) e Sergey Brin (US$ 217,9 bilhões, ou R$ 1,1 trilhão). Na quinta-feira (4), a Reuters publicou uma reportagem citando documentos internos da empresa. O texto dizia que a Meta projetou que 10% da receita total — estimada em US$ 16 bilhões (R$ 87 bilhões) — viria da veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos. O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse à Reuters que os documentos citados pela agência “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”, observando que as estimativas internas da empresa eram menores e que a estimativa de 10% incluía “muitos” anúncios legítimos. Stone se recusou a fornecer um número atualizado à Reuters, e a Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Forbes. Outros documentos indicaram que a Meta estava sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por veicular anúncios de golpes financeiros, informou a Reuters. Reguladores no Reino Unido relataram em 2023 que os produtos da Meta estiveram envolvidos em 54% de todas as perdas relacionadas a golpes de pagamento naquele ano, mais que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas. Outra queda recente no preço das ações ocorreu após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre da empresa, que apresentaram lucro por ação de US$ 1,05 (R$ 5,72), 84% abaixo das projeções dos economistas, de acordo com a FactSet. Essa queda foi atribuída a uma despesa tributária extraordinária de US$ 15,9 bilhões (R$ 86,6 bilhões) devido à Lei One Big Beautiful Bill do presidente Donald Trump, disse a Meta. A Meta também elevou sua previsão de despesas de capital para algo entre US$ 70 billion e US$ 72 billion (R$ 380,8 bilhões a R$ 391,7 bilhões). Zuckerberg afirmou que essa mudança era necessária, pois a Meta estava se preparando "agressivamente" para a chegada da superinteligência. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta Alex Wong/Getty Images O patrimônio líquido de Mark Zuckerberg foi reduzido em quase US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com a queda das ações da Meta na quinta-feira, fazendo com que ele saísse do Top 3 de mais ricos do mundo, segundo a Forbes. A queda aconteceu depois de uma reportagem da Reuters, segundo a qual a Meta projetou que uma parte significativa de sua receita viria da veiculação de anúncios fraudulentos. Na semana passada, Zuckerberg era o terceiro homem mais rico do mundo, atrás apenas de Larry Ellison, da Oracle (US$ 298,8 bilhões, ou R$ 1,6 trilhão), e Elon Musk, da Tesla (US$ 496,5 bilhões, ou R$ 2,7 trilhões). Agora, com US$ 230,8 bilhões (R$ 1,25 trilhão), também é superado por Jeff Bezos (US$ 257 bilhões, ou R$ 1,3 trilhão), Larry Page (US$ 235 bilhões , ou R$ 1,2 trilhão) e Sergey Brin (US$ 217,9 bilhões, ou R$ 1,1 trilhão). Na quinta-feira (4), a Reuters publicou uma reportagem citando documentos internos da empresa. O texto dizia que a Meta projetou que 10% da receita total — estimada em US$ 16 bilhões (R$ 87 bilhões) — viria da veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos. O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse à Reuters que os documentos citados pela agência “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”, observando que as estimativas internas da empresa eram menores e que a estimativa de 10% incluía “muitos” anúncios legítimos. Stone se recusou a fornecer um número atualizado à Reuters, e a Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Forbes. Outros documentos indicaram que a Meta estava sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por veicular anúncios de golpes financeiros, informou a Reuters. Reguladores no Reino Unido relataram em 2023 que os produtos da Meta estiveram envolvidos em 54% de todas as perdas relacionadas a golpes de pagamento naquele ano, mais que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas. Outra queda recente no preço das ações ocorreu após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre da empresa, que apresentaram lucro por ação de US$ 1,05 (R$ 5,72), 84% abaixo das projeções dos economistas, de acordo com a FactSet. Essa queda foi atribuída a uma despesa tributária extraordinária de US$ 15,9 bilhões (R$ 86,6 bilhões) devido à Lei One Big Beautiful Bill do presidente Donald Trump, disse a Meta. A Meta também elevou sua previsão de despesas de capital para algo entre US$ 70 billion e US$ 72 billion (R$ 380,8 bilhões a R$ 391,7 bilhões). Zuckerberg afirmou que essa mudança era necessária, pois a Meta estava se preparando "agressivamente" para a chegada da superinteligência.

Mark Zuckerberg perde R$ 27 bilhões em um dia e cai três posições em ranking dos mais ricos do planeta

2025/12/07 23:28
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Mark Zuckerberg, cofundador da Meta — Foto: Alex Wong/Getty Images Mark Zuckerberg, cofundador da Meta — Foto: Alex Wong/Getty Images

O patrimônio líquido de Mark Zuckerberg foi reduzido em quase US$ 5 bilhões (R$ 27 bilhões) com a queda das ações da Meta na quinta-feira, fazendo com que ele saísse do Top 3 de mais ricos do mundo, segundo a Forbes. A queda aconteceu depois de uma reportagem da Reuters, segundo a qual a Meta projetou que uma parte significativa de sua receita viria da veiculação de anúncios fraudulentos.

Na semana passada, Zuckerberg era o terceiro homem mais rico do mundo, atrás apenas de Larry Ellison, da Oracle (US$ 298,8 bilhões, ou R$ 1,6 trilhão), e Elon Musk, da Tesla (US$ 496,5 bilhões, ou R$ 2,7 trilhões). Agora, com US$ 230,8 bilhões (R$ 1,25 trilhão), também é superado por Jeff Bezos (US$ 257 bilhões, ou R$ 1,3 trilhão), Larry Page (US$ 235 bilhões , ou R$ 1,2 trilhão) e Sergey Brin (US$ 217,9 bilhões, ou R$ 1,1 trilhão).

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Na quinta-feira (4), a Reuters publicou uma reportagem citando documentos internos da empresa. O texto dizia que a Meta projetou que 10% da receita total — estimada em US$ 16 bilhões (R$ 87 bilhões) — viria da veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos.

O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse à Reuters que os documentos citados pela agência “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”, observando que as estimativas internas da empresa eram menores e que a estimativa de 10% incluía “muitos” anúncios legítimos. Stone se recusou a fornecer um número atualizado à Reuters, e a Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Forbes.

Outros documentos indicaram que a Meta estava sob investigação da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) por veicular anúncios de golpes financeiros, informou a Reuters. Reguladores no Reino Unido relataram em 2023 que os produtos da Meta estiveram envolvidos em 54% de todas as perdas relacionadas a golpes de pagamento naquele ano, mais que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas.

Outra queda recente no preço das ações ocorreu após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre da empresa, que apresentaram lucro por ação de US$ 1,05 (R$ 5,72), 84% abaixo das projeções dos economistas, de acordo com a FactSet. Essa queda foi atribuída a uma despesa tributária extraordinária de US$ 15,9 bilhões (R$ 86,6 bilhões) devido à Lei One Big Beautiful Bill do presidente Donald Trump, disse a Meta.

A Meta também elevou sua previsão de despesas de capital para algo entre US$ 70 billion e US$ 72 billion (R$ 380,8 bilhões a R$ 391,7 bilhões). Zuckerberg afirmou que essa mudança era necessária, pois a Meta estava se preparando "agressivamente" para a chegada da superinteligência.

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