As captações em 2026 incluem um pacote de US$ 235 milhões do IFC, braço do Banco Mundial, baseado em metas de redução de emissões de poluentes da frota da locadAs captações em 2026 incluem um pacote de US$ 235 milhões do IFC, braço do Banco Mundial, baseado em metas de redução de emissões de poluentes da frota da locad

Movida levanta R$ 3,5 bilhões em financiamentos com foco na gestão de dívida

2026/02/06 05:43
Leu 2 min

A Movida (MOVI3) informou nesta quinta-feira (5) ter feito captações no montante total de R$ 3,5 bilhões no início deste ano, concluindo a necessidade de dívidas para fazer frente aos vencimentos de 2026 de cerca de R$ 2,5 bilhões.

O pacote inclui a participação do IFC (International Finance Corporation), braço do Banco Mundial, no valor de US$ 235 milhões (cerca de R$ 1,3 bilhão).

Segundo fato relevante, a captação envolve recursos próprios do IFC e de bancos internacionais que iniciam o relacionamento com a locadora de veículos por meio da operação.

“[A participação do IFC] tem um cunho muito atrelado à estratégia de ESG, uma agenda nossa de longa data. A chancela do IFC é tão importante que outros bancos naturalmente veem oportunidades de aportar capital na mesma operação”, disse o CEO da Movida, Gustavo Moscatelli, à Bloomberg Línea.

Leia mais: Fatia da China na venda de veículos no Brasil pode dobrar até 2030, aponta estudo

O financiamento do IFC, de longo prazo, depende do cumprimento de metas até 2033, incluindo a redução de 20% das emissões de gases poluentes de frota da Movida. A auditoria é realizada pelo IFC.

O executivo reforça que 100% dos vencimentos deste ano já estão cobertos com as captações anunciadas nesta quinta-feira. “Tiramos todos os vencimentos de 2026 e já começamos um trabalho dos anos seguintes.”

No fato relevante, a companhia afirma que o conjunto de emissões demonstra o “amplo acesso da Movida a fontes diversificadas de funding com operações de longo prazo e redução do custo médio da dívida” e acrescentou que isso fortalece o balanço e a dinâmica do fluxo de caixa da companhia.

“Esse financiamento visa melhorar o perfil da dívida, reduzindo o custo médio e aumentando o prazo médio, além de tirar todo o volume de refinanciamento necessário de 2026”, diz Moscatelli.

Leia também:

Império das concessionárias: Automob vê oportunidades para consolidação, diz CEO

Sem contato humano: Localiza reduz filas e acelera ganho de escala com digitalização

Esta fornecedora brasileira automotiva disputa com marcas globais e agora vai aos EUA

Isenção de responsabilidade: Os artigos republicados neste site são provenientes de plataformas públicas e são fornecidos apenas para fins informativos. Eles não refletem necessariamente a opinião da MEXC. Todos os direitos permanecem com os autores originais. Se você acredita que algum conteúdo infringe direitos de terceiros, entre em contato pelo e-mail service@support.mexc.com para solicitar a remoção. A MEXC não oferece garantias quanto à precisão, integridade ou atualidade das informações e não se responsabiliza por quaisquer ações tomadas com base no conteúdo fornecido. O conteúdo não constitui aconselhamento financeiro, jurídico ou profissional, nem deve ser considerado uma recomendação ou endosso por parte da MEXC.