A inadimplência de aluguel no Brasil recuou de 3,44% em dezembro para 3,29% em janeiro de 2026, levando o Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), divulgado pelA inadimplência de aluguel no Brasil recuou de 3,44% em dezembro para 3,29% em janeiro de 2026, levando o Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), divulgado pel

Inadimplência de aluguel recua em janeiro e chega ao menor nível dos últimos oito meses

2026/03/05 02:57
Leu 3 min
Para enviar feedbacks ou expressar preocupações a respeito deste conteúdo, contate-nos em crypto.news@mexc.com

A inadimplência de aluguel no Brasil recuou de 3,44% em dezembro para 3,29% em janeiro de 2026, levando o Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), divulgado pela Superlógica, ao menor nível dos últimos oito meses.

Na comparação anual, o recuo é da mesma magnitude, uma vez que a taxa também foi de 3,44%.

A inadimplência de apartamentos caiu pela terceira vez consecutiva, de 2,23% em dezembro para 2,15% em janeiro. Nas casas, o índice registrou queda de 3,74% para 3,54%. Os imóveis comerciais também apresentaram redução, de 4,65% para 4,46% no período.

  • Está com dúvidas sobre suas finanças? Fale agora com a Clara, a assistente virtual do Monitor do Mercado. Iniciar conversa

Para Manoel Gonçalves, diretor de negócios para imobiliárias da Superlógica, a redução observada no início do ano reforça a tendência vista nos últimos meses de 2025. Ele ressalta, no entanto, que inflação e juros continuam no radar em 2026.

Confira o desempenho nos últimos meses:

Alta renda registra maior recuo de inadimplência

Entre os imóveis residenciais, a faixa de aluguel acima de R$ 13 mil apresentou queda de 1,27 ponto percentual (p.p.) na inadimplência, passando de 6,04% em dezembro para 4,77% em janeiro.

Com a queda, os imóveis de até R$ 1.000 passaram a registrar a maior taxa residencial em janeiro, com 5,76%. Apesar disso, houve redução de 0,13 ponto percentual frente aos 5,89% do mês anterior.

As menores taxas residenciais ficaram nas faixas de R$ 3.000 a R$ 5.000 (1,76%) e de R$ 2.000 a R$ 3.000 (1,82%).

Segundo Gonçalves, ainda é cedo para identificar uma tendência consolidada, especialmente porque, em 2025, os imóveis acima de R$ 13 mil lideraram a inadimplência.

Já em relação aos imóveis comerciais, a faixa até R$ 1.000 continuou com a maior taxa, de 7,22%, mas teve redução expressiva de 0,84 ponto percentual na comparação com o mês anterior (8,06%), ficando à frente dos imóveis acima de R$ 13.000 (5,48%).

A faixa de R$ 2.000 a R$ 3.000 foi responsável pela menor taxa do segmento, com 3,78%.

  • A informação que os grandes investidores usam – no seu WhatsApp! Entre agora e receba análises, notícias e recomendações.

Ranking regional

Em janeiro, a região Norte voltou a liderar a inadimplência, com taxa de 4,03%. O Nordeste, que ocupava o topo desde maio de 2025, iniciou 2026 em segundo lugar, com 3,96%, queda de 1,27 p.p. frente aos 5,23% de dezembro.

Com recuo de 0,25 p.p., o Centro-Oeste ficou em terceiro, com 3,28%. O Sudeste apresentou taxa de 3,16%, com leve redução de 0,01 ponto percentual.

Já o Sul manteve a menor taxa do país, com 2,46%, queda de 0,22 ponto percentual na comparação mensal.

O post Inadimplência de aluguel recua em janeiro e chega ao menor nível dos últimos oito meses apareceu primeiro em Monitor do Mercado.

Oportunidade de mercado
Logo de AO
Cotação AO (AO)
$3.877
$3.877$3.877
+1.81%
USD
Gráfico de preço em tempo real de AO (AO)
Isenção de responsabilidade: Os artigos republicados neste site são provenientes de plataformas públicas e são fornecidos apenas para fins informativos. Eles não refletem necessariamente a opinião da MEXC. Todos os direitos permanecem com os autores originais. Se você acredita que algum conteúdo infringe direitos de terceiros, entre em contato pelo e-mail crypto.news@mexc.com para solicitar a remoção. A MEXC não oferece garantias quanto à precisão, integridade ou atualidade das informações e não se responsabiliza por quaisquer ações tomadas com base no conteúdo fornecido. O conteúdo não constitui aconselhamento financeiro, jurídico ou profissional, nem deve ser considerado uma recomendação ou endosso por parte da MEXC.