Donald Trump foi acusado de cometer um "erro catastrófico" após um relatório do New York Times revelar como especialistas afirmam que o poder nuclear do Irão cresceu sob o atual presidente.
William J. Broad e David E. Sanger, que afirmam ter escrito sobre o programa nuclear iraniano há mais de duas décadas, escreveram no sábado:

"Hoje, dizem os inspetores internacionais, o Irão possui um total de 11 toneladas de urânio, em vários níveis de enriquecimento. Com maior purificação, isso é suficiente para construir até 100 armas nucleares — mais do que o tamanho estimado do arsenal de Israel. Praticamente toda essa reserva acumulou-se nos anos após o Sr. Trump abandonar o acordo da era Obama. Isso porque Teerão cumpriu a sua promessa de enviar para a Rússia 12,5 toneladas do seu stock total, cerca de 97 por cento. Os projetistas de armas do Irão ficaram com combustível nuclear insuficiente para construir uma única bomba."
Essa história gerou alarme online, com o ex-membro do Conselho de Segurança Nacional de Obama, Tommy Vietor, afirmando: "Retirar-se do acordo nuclear com o Irão foi um erro catastrófico."
Ben Rhodes, do Pod Save The World, acrescentou: "É óbvio que retirar-se do Acordo com o Irão foi uma decisão catastrófica de Trump. No entanto, essa decisão recebeu muito menos escrutínio mediático e político do que o próprio Acordo."
O professor do ensino público Justin Parmenter brincou: "A arte do negócio."


