O Banco Central Europeu (BCE) avançou com o desenvolvimento de um euro digital, selecionando várias empresas para fornecer serviços essenciais. Esta decisão visa garantir que o euro digital possa melhorar a eficiência dos pagamentos e competir com as moedas digitais emergentes. O progresso do banco central destaca o seu compromisso em criar uma moeda digital que possa coexistir com o dinheiro físico na zona euro.
O BCE assinou acordos-quadro com várias empresas para supervisionar diversos aspetos do euro digital. Estes acordos abrangem deteção de fraude, desenvolvimento de aplicações, pagamentos offline e troca segura de dados. Os fornecedores selecionados incluem a Feedzai e a Capgemini Deutschland para gestão de fraude, a Almaviva e a Fabrick para desenvolvimento de software, e a Giesecke+Devrient para serviços de pagamentos offline.
Cada área de serviço tem um fornecedor principal e um alternativo para garantir a continuidade em caso de interrupções. O BCE também observou que planeia anunciar outro fornecedor para serviços offline mais tarde. Estes esforços alinham-se com o objetivo mais amplo do BCE de fortalecer a soberania financeira dentro da UE, especialmente face à concorrência global das stablecoins.
O BCE esclareceu que ainda não foram efetuados pagamentos como parte destes contratos, e os acordos estão sujeitos a revisão com base na futura legislação da UE. Uma decisão final sobre a emissão do euro digital seguirá a adoção formal do Regulamento do Euro Digital, que ainda está em negociação. Se aprovado, o euro digital melhoraria a eficiência dos pagamentos e reduziria a dependência de stablecoins privadas.
Os oficiais enfatizaram que o lançamento do euro digital pode não ocorrer até à última parte da década. No entanto, estão comprometidos em avançar com o projeto, garantindo que a zona euro permaneça competitiva no setor de pagamentos em evolução.
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