A Roche anunciou na terça-feira (18) resultados positivos da fase III do estudo lidERA Breast Cancer, que avaliou o medicamento giredestrant como tratamento endócrino adjuvante para pacientes com câncer de mama em estágio inicial, com receptor de estrogênio (RE) positivo e receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2) negativo. Em comunicado, a empresa destacou que “o estudo atingiu seu objetivo primário em uma análise interina pré-planejada, demonstrando uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente relevante na sobrevida livre de doença invasiva com giredestrant em comparação com a terapia endócrina padrão. E acrescentou: “O giredestrant foi bem tolerado e os eventos adversos foram consistentes com seu perfil de segurança conhecido, sem achados de segurança inesperados”. O câncer de mama ER-positivo representa aproximadamente 70% dos casos da doença, segundo a Roche. Atualmente, até um terço dos pacientes acaba enfrentando recorrência durante ou após a terapia endócrina adjuvante para a doença em estágio inicial. Além disso, muitos precisam interromper ou parar o tratamento precocemente devido a questões de segurança ou tolerabilidade, aumentando assim o risco de morte. “Os resultados [do lidERA Breast Cancer] reforçam o potencial do giredestrant como uma nova terapia endócrina de escolha para pessoas com câncer de mama em estágio inicial, onde há chance de cura”, disse Levi Garraway, diretor médico e chefe de Desenvolvimento Global de Produtos da Roche. As descobertas – juntamente com dados recentes em casos avançados de ER-positivo – sugerem que o giredestrant tem o potencial de melhorar os resultados para muitas pessoas com essa doença.” Giredestrant O giredestrant é um degradador seletivo do receptor de estrogênio (SERD) de próxima geração, administrado por via oral. O medicamento foi desenvolvido para impedir que o estrogênio se ligue ao receptor de estrogênio, desencadeando sua degradação e bloqueando ou desacelerando o crescimento das células cancerígenas. As células cancerígenas da mama ER-positivas (receptor de estrogênio positivo) possuem receptores que respondem ao hormônio sexual feminino estrogênio, estimulando seu crescimento. Já as células HER2-negativas (receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 negativo) não apresentam altos níveis da proteína HER2, uma proteína que estimula o crescimento tumoral. Nos casos iniciais, em que a doença ainda não se disseminou, 90% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, conforme relatado pelo Daily Mail. Mas, se a doença se dissemina, essa taxa cai para cerca de 33%. O novo estudo sobre o giredestrant, de acordo com a Roche, será apresentado em um próximo congresso médico e compartilhado com as autoridades de saúde de todo o mundo. Nele, foram analisados 4.100 pacientes com câncer de mama ER-positivo e HER2-negativo de risco médio ou alto. A doença estava nos estágios um, dois e três. Mais Lidas A Roche anunciou na terça-feira (18) resultados positivos da fase III do estudo lidERA Breast Cancer, que avaliou o medicamento giredestrant como tratamento endócrino adjuvante para pacientes com câncer de mama em estágio inicial, com receptor de estrogênio (RE) positivo e receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2) negativo. Em comunicado, a empresa destacou que “o estudo atingiu seu objetivo primário em uma análise interina pré-planejada, demonstrando uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente relevante na sobrevida livre de doença invasiva com giredestrant em comparação com a terapia endócrina padrão. E acrescentou: “O giredestrant foi bem tolerado e os eventos adversos foram consistentes com seu perfil de segurança conhecido, sem achados de segurança inesperados”. O câncer de mama ER-positivo representa aproximadamente 70% dos casos da doença, segundo a Roche. Atualmente, até um terço dos pacientes acaba enfrentando recorrência durante ou após a terapia endócrina adjuvante para a doença em estágio inicial. Além disso, muitos precisam interromper ou parar o tratamento precocemente devido a questões de segurança ou tolerabilidade, aumentando assim o risco de morte. “Os resultados [do lidERA Breast Cancer] reforçam o potencial do giredestrant como uma nova terapia endócrina de escolha para pessoas com câncer de mama em estágio inicial, onde há chance de cura”, disse Levi Garraway, diretor médico e chefe de Desenvolvimento Global de Produtos da Roche. As descobertas – juntamente com dados recentes em casos avançados de ER-positivo – sugerem que o giredestrant tem o potencial de melhorar os resultados para muitas pessoas com essa doença.” Giredestrant O giredestrant é um degradador seletivo do receptor de estrogênio (SERD) de próxima geração, administrado por via oral. O medicamento foi desenvolvido para impedir que o estrogênio se ligue ao receptor de estrogênio, desencadeando sua degradação e bloqueando ou desacelerando o crescimento das células cancerígenas. As células cancerígenas da mama ER-positivas (receptor de estrogênio positivo) possuem receptores que respondem ao hormônio sexual feminino estrogênio, estimulando seu crescimento. Já as células HER2-negativas (receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 negativo) não apresentam altos níveis da proteína HER2, uma proteína que estimula o crescimento tumoral. Nos casos iniciais, em que a doença ainda não se disseminou, 90% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico, conforme relatado pelo Daily Mail. Mas, se a doença se dissemina, essa taxa cai para cerca de 33%. O novo estudo sobre o giredestrant, de acordo com a Roche, será apresentado em um próximo congresso médico e compartilhado com as autoridades de saúde de todo o mundo. Nele, foram analisados 4.100 pacientes com câncer de mama ER-positivo e HER2-negativo de risco médio ou alto. A doença estava nos estágios um, dois e três. Mais Lidas

Nova pílula da Roche reduz risco de recorrência no câncer de mama inicial

2025/11/19 20:19
Leu 1 min
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Nos casos iniciais, em que o câncer de mama ainda não se disseminou, 90% dos pacientes sobrevivem cinco anos após o diagnóstico
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