KondZilla no palco do Web Summit, em Lisboa Divulgação A produtora KondZilla, GR6 e Flint se uniram à OpenAi para lançar um projeto para popularizar o uso de inteligência artificial entre jovens de comunidades periféricas. Intitulada de MUTIRÃO.AI, o programa pretende formar jovens de todo o país em temas que vão de criação digital a negócios criativos, percorrendo cidades brasileiras com workshops, oficinas e atividades práticas. De acordo com a organização do projeto, o MUTIRÃO.AI busca ampliar o acesso à tecnologia em regiões onde a inovação já aparece de forma espontânea na cultura local, especialmente no funk, mostrando como ferramentas de IA podem ser aplicadas na criação musical, na produção audiovisual e no desenvolvimento de pequenos negócios. A primeira atividade, chamada Crias.BR, ocorreu ontem (17), no Museu das Favelas, em São Paulo, com oficinas conduzidas por profissionais do setor criativo. PKra onrad Dantas, mais conhecido como KondZilla, a iniciativa mostra o potencial da inovação nas favelas e a importância dessas iniciativas para as comunidades. “O funk nasceu da criatividade de quem nunca teve acesso à tecnologia e agora está usando a tecnologia para contar suas próprias histórias. Essa parceria com a OpenAI, GR6 e Flint mostra que o futuro é coletivo, inclusivo e periférico. A favela sempre foi inovação”, disse em comunicado à imprensa. Para Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, a combinação entre cultura periférica e tecnologia representa um momento de virada. “Estamos diante de uma revolução. A inteligência artificial não substitui o talento, mas potencializa o alcance e a voz de quem antes era invisível”. O presidente de Parcerias da OpenAI, Varun Schetty, veio ao país especialmente para o lançamento do MUTIRÃO.AI e reforçou o potencial do país. “Quando o acesso é democrático, a inteligência artificial fortalece vozes e talentos. Em comunidades altamente criativas como as brasileiras, o impacto é ainda maior”, comentou. O lançamento ocorre em um momento de forte expansão do uso de IA no Brasil. Em uma pesquisa de julho da Fundação Itaú, com 2.798 entrevistas entre pessoas de 16 anos ou mais de todas as classes econômicas, 62% falaram que gostariam de aprender sobre IA. Em 2026, o projeto terá novas etapas presenciais com a participação de artistas populares entre o público jovem, como Kevinho, Livinho, MC Davi, Lexa, MC Don Juan e MC Hariel. KondZilla no palco do Web Summit, em Lisboa Divulgação A produtora KondZilla, GR6 e Flint se uniram à OpenAi para lançar um projeto para popularizar o uso de inteligência artificial entre jovens de comunidades periféricas. Intitulada de MUTIRÃO.AI, o programa pretende formar jovens de todo o país em temas que vão de criação digital a negócios criativos, percorrendo cidades brasileiras com workshops, oficinas e atividades práticas. De acordo com a organização do projeto, o MUTIRÃO.AI busca ampliar o acesso à tecnologia em regiões onde a inovação já aparece de forma espontânea na cultura local, especialmente no funk, mostrando como ferramentas de IA podem ser aplicadas na criação musical, na produção audiovisual e no desenvolvimento de pequenos negócios. A primeira atividade, chamada Crias.BR, ocorreu ontem (17), no Museu das Favelas, em São Paulo, com oficinas conduzidas por profissionais do setor criativo. PKra onrad Dantas, mais conhecido como KondZilla, a iniciativa mostra o potencial da inovação nas favelas e a importância dessas iniciativas para as comunidades. “O funk nasceu da criatividade de quem nunca teve acesso à tecnologia e agora está usando a tecnologia para contar suas próprias histórias. Essa parceria com a OpenAI, GR6 e Flint mostra que o futuro é coletivo, inclusivo e periférico. A favela sempre foi inovação”, disse em comunicado à imprensa. Para Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, a combinação entre cultura periférica e tecnologia representa um momento de virada. “Estamos diante de uma revolução. A inteligência artificial não substitui o talento, mas potencializa o alcance e a voz de quem antes era invisível”. O presidente de Parcerias da OpenAI, Varun Schetty, veio ao país especialmente para o lançamento do MUTIRÃO.AI e reforçou o potencial do país. “Quando o acesso é democrático, a inteligência artificial fortalece vozes e talentos. Em comunidades altamente criativas como as brasileiras, o impacto é ainda maior”, comentou. O lançamento ocorre em um momento de forte expansão do uso de IA no Brasil. Em uma pesquisa de julho da Fundação Itaú, com 2.798 entrevistas entre pessoas de 16 anos ou mais de todas as classes econômicas, 62% falaram que gostariam de aprender sobre IA. Em 2026, o projeto terá novas etapas presenciais com a participação de artistas populares entre o público jovem, como Kevinho, Livinho, MC Davi, Lexa, MC Don Juan e MC Hariel.
KondZilla, GR6 e OpenAI criam programa para levar formação em IA às periferias do Brasil
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KondZilla no palco do Web Summit, em Lisboa — Foto: Divulgação
A produtora KondZilla, GR6 e Flint se uniram à OpenAi para lançar um projeto para popularizar o uso de inteligência artificial entre jovens de comunidades periféricas. Intitulada de MUTIRÃO.AI, o programa pretende formar jovens de todo o país em temas que vão de criação digital a negócios criativos, percorrendo cidades brasileiras com workshops, oficinas e atividades práticas.
De acordo com a organização do projeto, o MUTIRÃO.AI busca ampliar o acesso à tecnologia em regiões onde a inovação já aparece de forma espontânea na cultura local, especialmente no funk, mostrando como ferramentas de IA podem ser aplicadas na criação musical, na produção audiovisual e no desenvolvimento de pequenos negócios.
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A primeira atividade, chamada Crias.BR, ocorreu ontem (17), no Museu das Favelas, em São Paulo, com oficinas conduzidas por profissionais do setor criativo. PKra onrad Dantas, mais conhecido como KondZilla, a iniciativa mostra o potencial da inovação nas favelas e a importância dessas iniciativas para as comunidades.
“O funk nasceu da criatividade de quem nunca teve acesso à tecnologia e agora está usando a tecnologia para contar suas próprias histórias. Essa parceria com a OpenAI, GR6 e Flint mostra que o futuro é coletivo, inclusivo e periférico. A favela sempre foi inovação”, disse em comunicado à imprensa.
Para Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, a combinação entre cultura periférica e tecnologia representa um momento de virada. “Estamos diante de uma revolução. A inteligência artificial não substitui o talento, mas potencializa o alcance e a voz de quem antes era invisível”.
O presidente de Parcerias da OpenAI, Varun Schetty, veio ao país especialmente para o lançamento do MUTIRÃO.AI e reforçou o potencial do país. “Quando o acesso é democrático, a inteligência artificial fortalece vozes e talentos. Em comunidades altamente criativas como as brasileiras, o impacto é ainda maior”, comentou.
O lançamento ocorre em um momento de forte expansão do uso de IA no Brasil. Em uma pesquisa de julho da Fundação Itaú, com 2.798 entrevistas entre pessoas de 16 anos ou mais de todas as classes econômicas, 62% falaram que gostariam de aprender sobre IA.
Em 2026, o projeto terá novas etapas presenciais com a participação de artistas populares entre o público jovem, como Kevinho, Livinho, MC Davi, Lexa, MC Don Juan e MC Hariel.
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