A Coinbase vai lançar no Brasil o “DeFi Mullet”, sua plataforma de negociação descentralizada integrada ao app, permitindo que usuários acessem milhares de tokens com simplicidade e custódia própria.
A Coinbase anunciou que o DeFi Mullet chegará ao Brasil semanas após o lançamento nos Estados Unidos. A ferramenta conecta usuários a DEXs populares, como Uniswap e Aerodrome, sem exigir que deixem o app. Além disso, a empresa destaca que a experiência reduz barreiras técnicas do DeFi.
Fonte: coinbase
O sistema funciona sobre a Base, a solução de camada 2 da Coinbase. Por isso, ele oferece transações rápidas e com custos mais baixos. Segundo a empresa, quem usa carteira de autocustódia pode negociar sem taxas de rede.
O CEO Brian Armstrong afirmou que:
A empresa, no entanto, ainda não informou a data oficial de início das operações no Brasil.
A chegada do DeFi Mullet ocorre em meio a mudanças regulatórias relevantes. O Brasil incluiu empresas de cripto sob supervisão semelhante à bancária. Além disso, o país passou a tratar operações com stablecoins e algumas transferências entre carteiras próprias como operações de câmbio.
O governo também avalia tributar pagamentos internacionais feitos com cripto. O movimento acompanha a adoção global do Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), já firmado por mais de 70 países.
A expansão do DeFi Mullet faz parte do plano da Coinbase de criar um “everything app”. A empresa quer permitir que seus mais de 100 milhões de usuários acessem negociação 24 horas por dia, stablecoins, mercados de previsão e até ações tokenizadas.
A Coinbase também lançou o Flashblocks, recurso que reduz a confirmação de transações para 200 milissegundos.
Entretanto, mesmo com receita de US$ 1,9 bilhão no trimestre e lucro líquido cinco vezes maior, as ações da Coinbase recuam 25% no mês. Enquanto isso, concorrentes como MARA e Strategy caem mais de 33%. Por outro lado, o desempenho operacional da empresa segue sólido e cresce de forma consistente.
A chegada do DeFi Mullet ao Brasil amplia o acesso dos usuários ao universo DeFi, além de impulsionar a descentralização em um momento de maior pressão regulatória.
Por isso, o Brasil se consolida como um ponto estratégico na nova fase da empresa. Assim, a expansão tende a acelerar a integração entre finanças tradicionais e aplicações descentralizadas, abrindo espaço para novos modelos de adoção no país.
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