O Bitcoin passou por uma forte queda nesta semana, atingindo brevemente US$ 81 mil. Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, acredita que o fundo pode estar próximo.
Entretanto, ele alerta que os investidores devem esperar antes de comprar, pois uma nova queda no mercado de ações pode ser necessária para sinalizar recuperação.
Em postagem no blog em 17 de novembro, Hayes apontou que a queda do Bitcoin está ligada à redução da liquidez do dólar nos EUA.
Além disso, no início do ano, o mercado cripto alcançou máximas históricas graças a ETFs, compras de tesourarias corporativas e liquidez positiva. Agora, essa liquidez está encolhendo, dificultando novas captações, inclusive para empresas como a de Michael Saylor.
A queda do BTC também acompanha a menor probabilidade de corte de juros pelo Fed em 2025. Entretanto, o cenário mudou após as chances de um corte já em dezembro quase dobrarem em 24 horas, alcançando 69,40%, segundo o CME FedWatch Tool.
Bitcoiners reagiram rápido. Muitos acreditam que o salto pode ajudar o BTC a encontrar um fundo temporário.
As declarações dovish de John Williams, do Fed de Nova York, reforçaram o movimento. Ainda assim, economistas como Mohamed El-Erian pedem cautela. Mesmo assim, analistas como Jesse Eckel afirmam que o cenário está “inacreditavelmente otimista” para o Bitcoin caso o ciclo de afrouxamento comece.
Tom Lee, da Fundstrat, projeta que o BTC pode atingir US$ 200 mil já em janeiro de 2026, caso o cenário de liquidez mude. Entretanto, investidores devem monitorar movimentos no mercado financeiro e sinais de aumento de liquidez antes de novas compras.
O Bitcoin enfrenta volatilidade elevada, mas especialistas destacam que o potencial de alta permanece se a liquidez global for retomada.
Paciência e monitoramento do mercado são essenciais para investidores estratégicos.
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