Veículos destacam risco de fuga, condenação e tensão política no Brasil; ex-presidente foi preso neste sábado (22.nov.2025)Veículos destacam risco de fuga, condenação e tensão política no Brasil; ex-presidente foi preso neste sábado (22.nov.2025)

Mídia internacional noticia prisão de Jair Bolsonaro

2025/11/23 03:59
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A prisão de Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22.nov.2025), foi noticiada na mídia internacional. Os jornais destacaram desde o risco de fuga a embaixadas até o impacto político da detenção do ex-presidente, na casa onde mora, em Brasília. Bolsonaro foi levado à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília (DF).

Jornais como o The Guardian, do Reino Unido, The New York Times, dos EUA, Le Monde, da França, Clarín, da Argentina, El País, da Espanha, La Repubblica, da Itália, e Die Zeit, da Alemanha, além das agências de notícia Reuters e Bloomberg e do canal de televisão CNN Internacional, estão entre os veículos que noticiaram a prisão.

O jornal The Guardian afirmou que Bolsonaro foi preso sob a suspeita de que se preparava para buscar refúgio em uma embaixada estrangeira para evitar cumprir pena pelo golpe fracassado. O veículo britânico ressaltou que a ordem foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), diante do risco de evasão e lembrou que o ex-presidente já estava sob vigilância desde agosto.

O norte-americano New York Times afirmou: “Temendo que ele fugisse, a polícia brasileira prendeu Jair Bolsonaro”. Disse ainda que a prisão “ocorreu dias antes de o ex-presidente ser condenado a cumprir uma pena de 27 anos de prisão por ter orquestrado uma tentativa fracassada de golpe de Estado”.

A CNN International disse que a detenção teve como objetivo evitar uma “tentativa de fuga” antes do início da pena de prisão pelos atos golpistas. A emissora enfatizou que uma vigília convocada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e filho do ex-presidente, perto do condomínio onde o pai vive, teria levado as autoridades a agir preventivamente.

O francês Le Monde destacou que Bolsonaro já havia sido condenado a 27 anos de prisão por tramar para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)depois da derrota nas eleições de 2022. O jornal classificou o ex-presidente como um “ícone da extrema-direita” e sublinhou que a prisão representa um desdobramento direto do processo judicial.

A agência de notícias Reuters focou na justificativa do STF para a prisão, apontando que a vigília com apoiadores poderia interferir no monitoramento da prisão domiciliar. Também citou suspeitas de adulteração na tornozeleira eletrônica de Bolsonaro na noite anterior, fator que teria reforçado a decisão de Moraes.

O jornal argentino Clarín relembrou que Bolsonaro cumpria prisão domiciliar desde agosto e enfatizou sua condenação a 27 anos por conspirar contra a democracia depois de perder as eleições. O jornal apontou que a prisão preventiva representa mais um capítulo no processo judicial que marcou o pós-governo Bolsonaro.

Na Itália, La Repubblica resumiu o caso como a conclusão do julgamento de um político que tentou manter-se no poder depois de perder a disputa contra Lula em 2022. A publicação reforçou o caráter antidemocrático das ações investigadas.

O veículo alemão Die Zeit destacou a condenação “a mais de 27 anos de prisão” de Bolsonaro, no caso da trama golpista, e ainda enfatizou os “mais de 100 dias de prisão domiciliar” do ex-presidente.

O espanhol El País relatou que a prisão se deu às vésperas do ex-presidente iniciar o cumprimento da pena:

A agência de notícias Bloomberg destacou o temor de uma fuga:

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