Supremo comunicou trânsito em julgado no processo do ex-presidente e abriu caminho para a execução da pena de 27 anos e 3 meses em regime inicial fechadoSupremo comunicou trânsito em julgado no processo do ex-presidente e abriu caminho para a execução da pena de 27 anos e 3 meses em regime inicial fechado

Condenação de Bolsonaro no STF não cabe mais recursos

2025/11/26 01:35
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O STF (Supremo Tribunal Federal) comunicou nesta 3ª feira (25.nov.2025) que o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recursos contra a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. 

A defesa do ex-presidente não apresentou novos recursos contra a condenação –o prazo se encerrava às 23h59 de 2ª feira (24.nov). Além de Bolsonaro, o trânsito em julgado vale para os réus Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) que está nos Estados Unidos, e Anderson Torres, ex-ministro da defesa. Leia a íntegra (PDF – 149 kB) da decisão.

O ex-presidente está preso desde sábado (22.nov), na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes. A prisão não tem relação direta com a condenação pela tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro cumpria prisão domiciliar e foi levado após a PF apontar que ele tentou violar as cautelares impostas pela Corte. Em vídeo, o próprio ex-chefe do Executivo diz que tentou abrir sua tornozeleira eletrônica usando ferro de solda, o que levou à conversão da medida cautelar em prisão preventiva.

Assista ao vídeo e veja como ficou a tornozeleira de Bolsonaro (1min29s):

CONDENAÇÃO

A 1ª Turma do STF condenou Bolsonaro em 11 de setembro de 2025 por 5 crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado. Votaram pela condenação do ex-presidente e dos outros 7 réus: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Luiz Fux foi voto vencido. O ministro votou para condenar só Mauro Cid e Walter Braga Netto por abolição violenta do Estado democrático de Direito. No caso dos outros 6 réus, o magistrado decidiu pela absolvição.

Foram condenados:

  • Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado e ex-diretor da Abin;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência;
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
  • Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.

Os 8 formam o núcleo 1 da tentativa de golpe. Foram acusados pela PGR de praticar 5 crimes: organização criminosa armada e tentativas de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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