Tem havido um ritmo crescente de envolvimento institucional em ativos digitais em 2025. Pesquisas, lançamentos de novos produtos e demanda de clientes indicam uma crescente procura por parte dos clientes, regulamentação mais transparente em várias jurisdições-chave (mais notavelmente o regime MiCA da UE), e um movimento geral em direção à modernização da infraestrutura bancária.
Com a maior integração da criptomoeda nas finanças convencionais, espera-se que o nível de proteção mude para o de uma resiliência pronta para empresas e reguladores. Para diretores de tecnologia (CTOs) e CISOs, a prioridade mudou da classificação de ativos digitais para a sua proteção.
O sistema centralizado das finanças tradicionais pode reverter fraudes, congelar contas e fornecer recursos. Por outro lado, as transações em blockchain tendem a ser não modificáveis, e o controle final dos ativos é determinado pela presença de chaves privadas.
Se essas chaves forem perdidas ou comprometidas, pode ser quase impossível recuperá-las. Seguros e custodiantes podem oferecer alguma proteção contra qualquer perda prática, mas nada pode reverter o que está on-chain.
É por isso que o panorama de ameaças em si é único e desafiador:
Grandes participações ainda são protegidas por cold storage, seja equipamento offline ou Módulo de Segurança de Hardware (HSM). Os sistemas reduzem a exposição, já que as chaves privadas estão isoladas do mundo da internet.
No MPC, o material essencial é dividido em partes criptográficas entre diferentes partes ou dispositivos. Nunca há uma única parte que tenha uma chave completa, o que é um fator importante para minimizar o risco de ponto único de falha. O MPC também é capaz de estabelecer um fluxo de trabalho de aprovação distribuído geográfica e logicamente.
Carteiras de assinatura múltipla implementam segurança processual através do uso de várias aprovações independentes para transacionar com dinheiro. Embora menos complexas que o MPC, elas são exigentes em termos de ter endpoints de assinatura seguros e disponibilidade de assinantes.
As tecnologias têm várias vantagens:
As organizações devem consultar os serviços de profissionais externos para analisar a arquitetura de TI, controles de acesso, fluxo de trabalho da carteira e preparação para gerenciamento de chaves antes de se estender aos ativos digitais. Isso fornece uma base justificável para escalar no futuro.
Todos, desde os executivos até os engenheiros, precisam estar cientes dos fundamentos de cripto, carteiras e ameaças de segurança. A ignorância é um grande risco. Conceitos técnicos e outros conceitos relacionados à cripto são definidos de forma clara e fácil através de recursos como Webopedia e outras fontes, permitindo que as equipes comecem a ser fluentes em um curto período.
Muitas organizações começam fazendo parcerias com custodiantes estabelecidos para sua infraestrutura segura e seguro. No entanto, a apólice de seguro também deve ser reconsiderada com atenção às limitações de cobertura, exclusões e provisões de engenharia social. Algumas parcerias são benéficas para treinar equipes internas à medida que desenvolvem sua própria expertise.
Testes de phishing estão se tornando coisa do passado com a personificação alimentada por IA — personificação como uma voz, ou como uma mensagem cripto falsa. Para superar isso, as instituições precisam utilizar exercícios realistas e baseados em cenários para preparar a equipe sobre essas novas ameaças e minimizar a suscetibilidade.
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