Cancún, QRoo.- A pesquisa interna elaborada pela Confederação Patronal da República Mexicana (Coparmex-Cancún) revelou um incremento de 18% nos casos de extorsão entre membros desta câmara empresarial.
A nível local, ou seja, Coparmex-Cancún, reporta que o incremento é entre 5 e 6% nos primeiros nove meses do ano
Assim o anunciou María Jovita Portillo Navarro, presidente da Coparmex-Cancún, em conferência de imprensa onde anunciou mesas de trabalho com a câmara municipal de Benito Juárez para atender esta e outras problemáticas que afligem o setor empresarial local.
"Houve um incremento deste delito de 18% que se manifestou em chamadas de extorsão e a cobrança de direito de piso; é o que se está a considerar e já existe uma linha direta com o secretário municipal de segurança cidadã", expôs a presidente do sindicato patronal.
Acrescentou que a sua principal exigência é a pronta atenção às denúncias, tanto através do Grupo Centurião que se especializa em denúncias de extorsão, como através da Procuradoria Geral do Estado.
Considerou positivo que tenha sido aprovado a nível nacional o incremento até 40 anos de prisão nas penas por delitos de extorsão, embora tenha dito que isso ainda deve harmonizar-se com as leis estaduais para que seja uma realidade em Quintana Roo.
O anterior após a reunião que mantiveram ela e empresários da Coparmex-Cancún com representantes de diferentes áreas da câmara municipal de Benito Juárez para solicitar-lhes cinco mesas de trabalho em diferentes temáticas como segurança e prevenção empresarial; mobilidade e transporte urbano; desenvolvimento urbano, ordenamento e meio ambiente; turismo e imagem urbana e qualidade de destino.
O tesoureiro municipal José Alan Herrera Borges apresentou ao empresariado o avanço na digitalização do processo de renovação de licenças de funcionamento, o qual, assegurou, poderá ser realizado online a partir de 2026 para agilizar e diminuir a intermediação ilegal.


