Pelé comemora a conquista do título na Copa do Mundo de 1970 Unknown - Distributed by the Associated Press, Public domain, via Wikimedia Commons O Video Assistant Referee, conhecido popularmente como “VAR”, é uma tecnologia empregada nos campos de futebol para ajudar os árbitros a tomarem decisões sobre jogadas duvidosas. Apesar de sua introdução ter gerado polêmicas, o sistema se consolidou no esporte e passou a auxiliar os juízes em praticamente todos os jogos dos campeonatos mundiais. Pensando em possíveis erros e infrações cometidos em partidas decisivas do passado, a casa de apostas Betfair levant*Com supervisão de Marisaou dados históricos e reinterpretou decisões controversas das Copas de forma retroativa com o apoio da tecnologia, reunido as informações no site O VAR nas Copas. Entre os recortes estudados, a Betfair avaliou os últimos três títulos da Seleção Brasileira. No tricampeonato de 1970, por exemplo, o estudo aponta que Pelé ficaria fora da grande decisão caso o VAR já existisse na semifinal contra o Uruguai. Isso porque o camisa 10 desferiu uma cotovelada em um jogador da defesa adversário e não foi punido: um lance que, com revisão tecnológica, poderia resultar em expulsão. No tetra, em 1994, o Brasil avançou às semifinais ao vencer a Holanda por 3 a 2. Porém, segundo a análise, a falta sofrida por Branco, que originou o gol decisivo, não deveria ter sido marcada. Já em 2002, um gol anulado da Bélgica nas quartas de final, adversária eliminada pelo Brasil, deveria ter sido validado, o que poderia alterar a história da vitória por 2 a 0 que levou o país rumo ao pentacampeonato. A análise dos dois títulos dos “hermanos” Além dos títulos brasileiros, a Betfair também estudou as partidas que renderam campeonatos mundiais à Argentina. No título de 1978, os erros teriam ido desde um pênalti a favor dos donos da casa contra a França, ainda na primeira fase, até a controversa decisão contra a Holanda. Segundo o levantamento, gols anulados dos futuros vice-campeões poderiam ter sido validados. No segundo título argentino, oito anos depois, Maradona, um dos principais nomes da seleção, socou a bola para o gol na partida contra a Inglaterra, nas quartas de final, no lance conhecido como “La Mano de Dios”. Com o VAR, o gol seria anulado, mantendo o placar em 1 a 1 e deixando o confronto em aberto. Na realidade, a Argentina venceu por 2 a 1 e avançou rumo ao bicampeonato. Além das competições envolvendo as duas seleções sul-americanas, a plataforma revisou partidas das Copas da Alemanha, da África do Sul e outros confrontos marcados por decisões polêmicas. Ao todo, o levantamento identificou 26 lances de arbitragem que poderiam ter mudado a história dos Mundiais. *Com supervisão de Marisa Adán Gil Mais Lidas Pelé comemora a conquista do título na Copa do Mundo de 1970 Unknown - Distributed by the Associated Press, Public domain, via Wikimedia Commons O Video Assistant Referee, conhecido popularmente como “VAR”, é uma tecnologia empregada nos campos de futebol para ajudar os árbitros a tomarem decisões sobre jogadas duvidosas. Apesar de sua introdução ter gerado polêmicas, o sistema se consolidou no esporte e passou a auxiliar os juízes em praticamente todos os jogos dos campeonatos mundiais. Pensando em possíveis erros e infrações cometidos em partidas decisivas do passado, a casa de apostas Betfair levant*Com supervisão de Marisaou dados históricos e reinterpretou decisões controversas das Copas de forma retroativa com o apoio da tecnologia, reunido as informações no site O VAR nas Copas. Entre os recortes estudados, a Betfair avaliou os últimos três títulos da Seleção Brasileira. No tricampeonato de 1970, por exemplo, o estudo aponta que Pelé ficaria fora da grande decisão caso o VAR já existisse na semifinal contra o Uruguai. Isso porque o camisa 10 desferiu uma cotovelada em um jogador da defesa adversário e não foi punido: um lance que, com revisão tecnológica, poderia resultar em expulsão. No tetra, em 1994, o Brasil avançou às semifinais ao vencer a Holanda por 3 a 2. Porém, segundo a análise, a falta sofrida por Branco, que originou o gol decisivo, não deveria ter sido marcada. Já em 2002, um gol anulado da Bélgica nas quartas de final, adversária eliminada pelo Brasil, deveria ter sido validado, o que poderia alterar a história da vitória por 2 a 0 que levou o país rumo ao pentacampeonato. A análise dos dois títulos dos “hermanos” Além dos títulos brasileiros, a Betfair também estudou as partidas que renderam campeonatos mundiais à Argentina. No título de 1978, os erros teriam ido desde um pênalti a favor dos donos da casa contra a França, ainda na primeira fase, até a controversa decisão contra a Holanda. Segundo o levantamento, gols anulados dos futuros vice-campeões poderiam ter sido validados. No segundo título argentino, oito anos depois, Maradona, um dos principais nomes da seleção, socou a bola para o gol na partida contra a Inglaterra, nas quartas de final, no lance conhecido como “La Mano de Dios”. Com o VAR, o gol seria anulado, mantendo o placar em 1 a 1 e deixando o confronto em aberto. Na realidade, a Argentina venceu por 2 a 1 e avançou rumo ao bicampeonato. Além das competições envolvendo as duas seleções sul-americanas, a plataforma revisou partidas das Copas da Alemanha, da África do Sul e outros confrontos marcados por decisões polêmicas. Ao todo, o levantamento identificou 26 lances de arbitragem que poderiam ter mudado a história dos Mundiais. *Com supervisão de Marisa Adán Gil Mais Lidas

O Brasil teria sido campeão na Copa de 70 se já existisse o VAR?

2025/11/28 06:48
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Pelé comemora a conquista do título na Copa do Mundo de 1970 — Foto: Unknown - Distributed by the Associated Press, Public domain, via Wikimedia Commons Pelé comemora a conquista do título na Copa do Mundo de 1970 — Foto: Unknown - Distributed by the Associated Press, Public domain, via Wikimedia Commons

O Video Assistant Referee, conhecido popularmente como “VAR”, é uma tecnologia empregada nos campos de futebol para ajudar os árbitros a tomarem decisões sobre jogadas duvidosas. Apesar de sua introdução ter gerado polêmicas, o sistema se consolidou no esporte e passou a auxiliar os juízes em praticamente todos os jogos dos campeonatos mundiais.

Pensando em possíveis erros e infrações cometidos em partidas decisivas do passado, a casa de apostas Betfair levant*Com supervisão de Marisaou dados históricos e reinterpretou decisões controversas das Copas de forma retroativa com o apoio da tecnologia, reunido as informações no site O VAR nas Copas.

Entre os recortes estudados, a Betfair avaliou os últimos três títulos da Seleção Brasileira. No tricampeonato de 1970, por exemplo, o estudo aponta que Pelé ficaria fora da grande decisão caso o VAR já existisse na semifinal contra o Uruguai. Isso porque o camisa 10 desferiu uma cotovelada em um jogador da defesa adversário e não foi punido: um lance que, com revisão tecnológica, poderia resultar em expulsão.

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No tetra, em 1994, o Brasil avançou às semifinais ao vencer a Holanda por 3 a 2. Porém, segundo a análise, a falta sofrida por Branco, que originou o gol decisivo, não deveria ter sido marcada. Já em 2002, um gol anulado da Bélgica nas quartas de final, adversária eliminada pelo Brasil, deveria ter sido validado, o que poderia alterar a história da vitória por 2 a 0 que levou o país rumo ao pentacampeonato.

A análise dos dois títulos dos “hermanos”

Além dos títulos brasileiros, a Betfair também estudou as partidas que renderam campeonatos mundiais à Argentina. No título de 1978, os erros teriam ido desde um pênalti a favor dos donos da casa contra a França, ainda na primeira fase, até a controversa decisão contra a Holanda. Segundo o levantamento, gols anulados dos futuros vice-campeões poderiam ter sido validados.

No segundo título argentino, oito anos depois, Maradona, um dos principais nomes da seleção, socou a bola para o gol na partida contra a Inglaterra, nas quartas de final, no lance conhecido como “La Mano de Dios”. Com o VAR, o gol seria anulado, mantendo o placar em 1 a 1 e deixando o confronto em aberto. Na realidade, a Argentina venceu por 2 a 1 e avançou rumo ao bicampeonato.

Além das competições envolvendo as duas seleções sul-americanas, a plataforma revisou partidas das Copas da Alemanha, da África do Sul e outros confrontos marcados por decisões polêmicas. Ao todo, o levantamento identificou 26 lances de arbitragem que poderiam ter mudado a história dos Mundiais.

*Com supervisão de Marisa Adán Gil

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