Tablets Arte Época NEGÓCIOS/Clayton Rodrigues Enquanto o celular é muito pequeno para trabalhar, estudar ou assistir a um filme com conforto, e o computador não oferece tanta mobilidade, o tablet proporciona um pouco de cada: é maior do que um smartphone e mais prático que o notebook. Segundo Rafael Resende, gerente de tablets da Samsung Brasil, mesmo com os avanços dos smartphones, os consumidores sentiram a necessidade de uma tela ainda maior para ter um momento de entretenimento, como consumir vídeos, baixar aplicativos e jogos, e até ter produtividade. “São basicamente dispositivos com as mesmas funcionalidades do smartphone, mas que pelo tamanho de tela, pela amplitude dela, trazem um conforto maior para utilização, mas também, muitas vezes, mais produtividade. A facilidade de você ter dois, três, até quatro aplicativos simultâneos ali na tela, traz esse ganho para o consumidor na relação de uso.” Mas como os tablets surgiram? O tablet não tem um único inventor. Ele vem de uma evolução de ideias que começou pela do cientista da computação Alan Kay. Em 1972, enquanto trabalhava na Xerox PARC (Palo Alto Research Center), um centro de pesquisa de inovações, Kay idealizou o "Dynabook", um conceito de computador portátil, pensado para crianças, do tamanho de um livro e voltado à leitura, escrita e criação. A proposta, porém, não saiu do papel, e o Dynabook permaneceu no campo conceitual, sem chegar a ser fabricado ou comercializado como um dispositivo portátil plenamente funcional. Alan Kay segurando a maquete do Dynabook, em 2008 Marcin Wichary via Wikimedia Commons O primeiro tablet comercial da história foi aparecer em 1989, chamado GRiDPad 1900, da Grid Systems. Ele era voltado para grandes empresas e agências governamentais, tinha uma tela monocromática, vinha com a caneta stylus (sensível ao toque), além de ser bem caro e bem pesado -- tinha dois quilos. Em 1993, surge o Apple Newton MessagePad, um assistente digital pessoal com reconhecimento de escrita à mão, mas que era mais voltado para executivos ou pessoas que precisavam organizar agendas, contatos e notas, por exemplo. Bem mais leve e portátil que o GRidPad, o dispositivo também vinha com uma caneta, mas virou piada por erros na interpretação da escrita dos usuários. Ele foi descontinuado em 1998. Apple Newton MessagePad htomari via Wikimedia Commons Em 1996, surge o Palm Pilot, um computador de mão focado em organização pessoal, como agenda, calendário, contato, tarefas e notas. Tinha uma tela monocromática, pequena e vinha com caneta. Foi muito mais simples do que seus concorrentes e mais acessível também. Palm Pilot 80sCompaqPC via Wikimedia Commons Já no início dos anos 2000 surgiu uma categoria de computadores portáteis da Microsoft. A empresa lançou o Windows XP Tablet PC Edition em novembro de 2002 (anunciado pela primeira vez em 2001 por Bill Gates), visando criar uma nova classe de computadores funcionais. Ao contrário do Palm Pilot, que tinha um sistema simplificado, esse dispositivo da Microsoft rodava com Windows XP e vinha, como os anteriores, com a caneta stylus. Apesar de seus avanços, ele não fez sucesso por ser caro, pesado e consumir muita bateria. Apesar de todos esses esforços, a virada de chave para os tablets veio mesmo em 2010, com os iPads, da Apple, uma referência para a chegada de modelos como conhecemos hoje. Steve Jobs apresenta o iPad da Apple em São Francisco, na Califórnia, em 27 de janeiro de 2010 MediaNews Group/Bay Area News via Getty Images O dispositivo moderno tinha tela pensada para toque com os dedos (abandonando as canetas stylus), processadores potentes, aplicativos, bateria longa, além de design fino e leve. A Apple posicionou o iPad não como um substituto de um notebook complexo, mas como um dispositivo para navegar na internet, ler livros, ver fotos e assistir vídeos confortavelmente. Foi o iPad que popularizou o tablet como produto de massa, servindo como ponto de referência para outros fabricantes também. Para Resende, foi na pandemia que os consumidores acabaram olhando o tablet muito mais pelo lado da produtividade, do que simplesmente um passatempo. “Ele oferece para as pessoas a mobilidade que, às vezes, um notebook não dá, a praticidade de usar, por exemplo, no colo, no avião, deitado, sentado no sofá, em um espaço pequeno. É a possibilidade de responder e-mail, criar conteúdo, fazer um roteiro, abrir uma planilha, trabalhar com artes gráficas e, no fim do dia, ainda se divertir”, afirma. A evolução dos tablets Resende afirma muita coisa mudou nestes 15 anos, que vão desde tela, câmeras, softwares e o próprio acabamento do dispositivo. “Não só foi o tamanho da tela que evoluiu. O consumidor está muito mais exigente. O conteúdo que hoje é consumido tem uma qualidade melhor, as câmeras melhoraram, a conexão com a internet melhorou. Para você conseguir receber toda essa qualidade de informação de imagem, os próprios materiais que compõem a tela foram evoluindo.” Ele conta que o primeiro tablet da Samsung, por exemplo, tinha uma tela de LCD, que passou para AMOLED, que depois deu espaço para uma tela Super AMOLED e, mais recentemente a AMOLED Dinâmico 2X, que garante imagens mais vibrantes, melhor contraste e menor consumo energético. A tecnologia evoluiu tanto que hoje há até softwares inteligentes que, através de sensores, fazem um balanceamento de cor, temperatura e contraste. Além disso, as bordas dos aparelhos estão extremamente finas, os botões frontais físicos foram deixados de lado, os dispositivos trazem componentes mais resistentes e duráveis e memória e armazenamento estão muito maiores. “Todos os anos que a gente lança um produto novo, a gente traz funcionalidades novas, a gente incorpora novos recursos, melhora os atributos, seja em câmera, processador, memória, tela, acabamento, peso, espessura. A gente está sempre procurando se reinventar para atender a demanda do usuário de tablet”, afirmou. Banner da série Invenções Clayton Rodrigues Mais Lidas Tablets Arte Época NEGÓCIOS/Clayton Rodrigues Enquanto o celular é muito pequeno para trabalhar, estudar ou assistir a um filme com conforto, e o computador não oferece tanta mobilidade, o tablet proporciona um pouco de cada: é maior do que um smartphone e mais prático que o notebook. Segundo Rafael Resende, gerente de tablets da Samsung Brasil, mesmo com os avanços dos smartphones, os consumidores sentiram a necessidade de uma tela ainda maior para ter um momento de entretenimento, como consumir vídeos, baixar aplicativos e jogos, e até ter produtividade. “São basicamente dispositivos com as mesmas funcionalidades do smartphone, mas que pelo tamanho de tela, pela amplitude dela, trazem um conforto maior para utilização, mas também, muitas vezes, mais produtividade. A facilidade de você ter dois, três, até quatro aplicativos simultâneos ali na tela, traz esse ganho para o consumidor na relação de uso.” Mas como os tablets surgiram? O tablet não tem um único inventor. Ele vem de uma evolução de ideias que começou pela do cientista da computação Alan Kay. Em 1972, enquanto trabalhava na Xerox PARC (Palo Alto Research Center), um centro de pesquisa de inovações, Kay idealizou o "Dynabook", um conceito de computador portátil, pensado para crianças, do tamanho de um livro e voltado à leitura, escrita e criação. A proposta, porém, não saiu do papel, e o Dynabook permaneceu no campo conceitual, sem chegar a ser fabricado ou comercializado como um dispositivo portátil plenamente funcional. Alan Kay segurando a maquete do Dynabook, em 2008 Marcin Wichary via Wikimedia Commons O primeiro tablet comercial da história foi aparecer em 1989, chamado GRiDPad 1900, da Grid Systems. Ele era voltado para grandes empresas e agências governamentais, tinha uma tela monocromática, vinha com a caneta stylus (sensível ao toque), além de ser bem caro e bem pesado -- tinha dois quilos. Em 1993, surge o Apple Newton MessagePad, um assistente digital pessoal com reconhecimento de escrita à mão, mas que era mais voltado para executivos ou pessoas que precisavam organizar agendas, contatos e notas, por exemplo. Bem mais leve e portátil que o GRidPad, o dispositivo também vinha com uma caneta, mas virou piada por erros na interpretação da escrita dos usuários. Ele foi descontinuado em 1998. Apple Newton MessagePad htomari via Wikimedia Commons Em 1996, surge o Palm Pilot, um computador de mão focado em organização pessoal, como agenda, calendário, contato, tarefas e notas. Tinha uma tela monocromática, pequena e vinha com caneta. Foi muito mais simples do que seus concorrentes e mais acessível também. Palm Pilot 80sCompaqPC via Wikimedia Commons Já no início dos anos 2000 surgiu uma categoria de computadores portáteis da Microsoft. A empresa lançou o Windows XP Tablet PC Edition em novembro de 2002 (anunciado pela primeira vez em 2001 por Bill Gates), visando criar uma nova classe de computadores funcionais. Ao contrário do Palm Pilot, que tinha um sistema simplificado, esse dispositivo da Microsoft rodava com Windows XP e vinha, como os anteriores, com a caneta stylus. Apesar de seus avanços, ele não fez sucesso por ser caro, pesado e consumir muita bateria. Apesar de todos esses esforços, a virada de chave para os tablets veio mesmo em 2010, com os iPads, da Apple, uma referência para a chegada de modelos como conhecemos hoje. Steve Jobs apresenta o iPad da Apple em São Francisco, na Califórnia, em 27 de janeiro de 2010 MediaNews Group/Bay Area News via Getty Images O dispositivo moderno tinha tela pensada para toque com os dedos (abandonando as canetas stylus), processadores potentes, aplicativos, bateria longa, além de design fino e leve. A Apple posicionou o iPad não como um substituto de um notebook complexo, mas como um dispositivo para navegar na internet, ler livros, ver fotos e assistir vídeos confortavelmente. Foi o iPad que popularizou o tablet como produto de massa, servindo como ponto de referência para outros fabricantes também. Para Resende, foi na pandemia que os consumidores acabaram olhando o tablet muito mais pelo lado da produtividade, do que simplesmente um passatempo. “Ele oferece para as pessoas a mobilidade que, às vezes, um notebook não dá, a praticidade de usar, por exemplo, no colo, no avião, deitado, sentado no sofá, em um espaço pequeno. É a possibilidade de responder e-mail, criar conteúdo, fazer um roteiro, abrir uma planilha, trabalhar com artes gráficas e, no fim do dia, ainda se divertir”, afirma. A evolução dos tablets Resende afirma muita coisa mudou nestes 15 anos, que vão desde tela, câmeras, softwares e o próprio acabamento do dispositivo. “Não só foi o tamanho da tela que evoluiu. O consumidor está muito mais exigente. O conteúdo que hoje é consumido tem uma qualidade melhor, as câmeras melhoraram, a conexão com a internet melhorou. Para você conseguir receber toda essa qualidade de informação de imagem, os próprios materiais que compõem a tela foram evoluindo.” Ele conta que o primeiro tablet da Samsung, por exemplo, tinha uma tela de LCD, que passou para AMOLED, que depois deu espaço para uma tela Super AMOLED e, mais recentemente a AMOLED Dinâmico 2X, que garante imagens mais vibrantes, melhor contraste e menor consumo energético. A tecnologia evoluiu tanto que hoje há até softwares inteligentes que, através de sensores, fazem um balanceamento de cor, temperatura e contraste. Além disso, as bordas dos aparelhos estão extremamente finas, os botões frontais físicos foram deixados de lado, os dispositivos trazem componentes mais resistentes e duráveis e memória e armazenamento estão muito maiores. “Todos os anos que a gente lança um produto novo, a gente traz funcionalidades novas, a gente incorpora novos recursos, melhora os atributos, seja em câmera, processador, memória, tela, acabamento, peso, espessura. A gente está sempre procurando se reinventar para atender a demanda do usuário de tablet”, afirmou. Banner da série Invenções Clayton Rodrigues Mais Lidas

Tablets: como esse dispositivo mudou a forma de consumir entretenimento, estudar e trabalhar

2025/11/28 17:01
Leu 5 min
Para enviar feedbacks ou expressar preocupações a respeito deste conteúdo, contate-nos em crypto.news@mexc.com
Tablets — Foto: Arte Época NEGÓCIOS/Clayton Rodrigues Tablets — Foto: Arte Época NEGÓCIOS/Clayton Rodrigues

Enquanto o celular é muito pequeno para trabalhar, estudar ou assistir a um filme com conforto, e o computador não oferece tanta mobilidade, o tablet proporciona um pouco de cada: é maior do que um smartphone e mais prático que o notebook.

Segundo Rafael Resende, gerente de tablets da Samsung Brasil, mesmo com os avanços dos smartphones, os consumidores sentiram a necessidade de uma tela ainda maior para ter um momento de entretenimento, como consumir vídeos, baixar aplicativos e jogos, e até ter produtividade.

“São basicamente dispositivos com as mesmas funcionalidades do smartphone, mas que pelo tamanho de tela, pela amplitude dela, trazem um conforto maior para utilização, mas também, muitas vezes, mais produtividade. A facilidade de você ter dois, três, até quatro aplicativos simultâneos ali na tela, traz esse ganho para o consumidor na relação de uso.”

Continuar lendo

Mas como os tablets surgiram?

O tablet não tem um único inventor. Ele vem de uma evolução de ideias que começou pela do cientista da computação Alan Kay. Em 1972, enquanto trabalhava na Xerox PARC (Palo Alto Research Center), um centro de pesquisa de inovações, Kay idealizou o "Dynabook", um conceito de computador portátil, pensado para crianças, do tamanho de um livro e voltado à leitura, escrita e criação. A proposta, porém, não saiu do papel, e o Dynabook permaneceu no campo conceitual, sem chegar a ser fabricado ou comercializado como um dispositivo portátil plenamente funcional.

Alan Kay segurando a maquete do Dynabook, em 2008 — Foto: Marcin Wichary via Wikimedia Commons Alan Kay segurando a maquete do Dynabook, em 2008 — Foto: Marcin Wichary via Wikimedia Commons

O primeiro tablet comercial da história foi aparecer em 1989, chamado GRiDPad 1900, da Grid Systems. Ele era voltado para grandes empresas e agências governamentais, tinha uma tela monocromática, vinha com a caneta stylus (sensível ao toque), além de ser bem caro e bem pesado -- tinha dois quilos.

Em 1993, surge o Apple Newton MessagePad, um assistente digital pessoal com reconhecimento de escrita à mão, mas que era mais voltado para executivos ou pessoas que precisavam organizar agendas, contatos e notas, por exemplo. Bem mais leve e portátil que o GRidPad, o dispositivo também vinha com uma caneta, mas virou piada por erros na interpretação da escrita dos usuários. Ele foi descontinuado em 1998.

Apple Newton MessagePad — Foto: htomari via Wikimedia Commons Apple Newton MessagePad — Foto: htomari via Wikimedia Commons

Em 1996, surge o Palm Pilot, um computador de mão focado em organização pessoal, como agenda, calendário, contato, tarefas e notas. Tinha uma tela monocromática, pequena e vinha com caneta. Foi muito mais simples do que seus concorrentes e mais acessível também.

Palm Pilot — Foto: 80sCompaqPC via Wikimedia Commons Palm Pilot — Foto: 80sCompaqPC via Wikimedia Commons

Já no início dos anos 2000 surgiu uma categoria de computadores portáteis da Microsoft. A empresa lançou o Windows XP Tablet PC Edition em novembro de 2002 (anunciado pela primeira vez em 2001 por Bill Gates), visando criar uma nova classe de computadores funcionais.

Ao contrário do Palm Pilot, que tinha um sistema simplificado, esse dispositivo da Microsoft rodava com Windows XP e vinha, como os anteriores, com a caneta stylus. Apesar de seus avanços, ele não fez sucesso por ser caro, pesado e consumir muita bateria.

Apesar de todos esses esforços, a virada de chave para os tablets veio mesmo em 2010, com os iPads, da Apple, uma referência para a chegada de modelos como conhecemos hoje.

Steve Jobs apresenta o iPad da Apple em São Francisco, na Califórnia, em 27 de janeiro de 2010 — Foto: MediaNews Group/Bay Area News via Getty Images Steve Jobs apresenta o iPad da Apple em São Francisco, na Califórnia, em 27 de janeiro de 2010 — Foto: MediaNews Group/Bay Area News via Getty Images

O dispositivo moderno tinha tela pensada para toque com os dedos (abandonando as canetas stylus), processadores potentes, aplicativos, bateria longa, além de design fino e leve. A Apple posicionou o iPad não como um substituto de um notebook complexo, mas como um dispositivo para navegar na internet, ler livros, ver fotos e assistir vídeos confortavelmente. Foi o iPad que popularizou o tablet como produto de massa, servindo como ponto de referência para outros fabricantes também.

Para Resende, foi na pandemia que os consumidores acabaram olhando o tablet muito mais pelo lado da produtividade, do que simplesmente um passatempo. “Ele oferece para as pessoas a mobilidade que, às vezes, um notebook não dá, a praticidade de usar, por exemplo, no colo, no avião, deitado, sentado no sofá, em um espaço pequeno. É a possibilidade de responder e-mail, criar conteúdo, fazer um roteiro, abrir uma planilha, trabalhar com artes gráficas e, no fim do dia, ainda se divertir”, afirma.

A evolução dos tablets

Resende afirma muita coisa mudou nestes 15 anos, que vão desde tela, câmeras, softwares e o próprio acabamento do dispositivo.

“Não só foi o tamanho da tela que evoluiu. O consumidor está muito mais exigente. O conteúdo que hoje é consumido tem uma qualidade melhor, as câmeras melhoraram, a conexão com a internet melhorou. Para você conseguir receber toda essa qualidade de informação de imagem, os próprios materiais que compõem a tela foram evoluindo.”

Ele conta que o primeiro tablet da Samsung, por exemplo, tinha uma tela de LCD, que passou para AMOLED, que depois deu espaço para uma tela Super AMOLED e, mais recentemente a AMOLED Dinâmico 2X, que garante imagens mais vibrantes, melhor contraste e menor consumo energético. A tecnologia evoluiu tanto que hoje há até softwares inteligentes que, através de sensores, fazem um balanceamento de cor, temperatura e contraste.

Além disso, as bordas dos aparelhos estão extremamente finas, os botões frontais físicos foram deixados de lado, os dispositivos trazem componentes mais resistentes e duráveis e memória e armazenamento estão muito maiores.

“Todos os anos que a gente lança um produto novo, a gente traz funcionalidades novas, a gente incorpora novos recursos, melhora os atributos, seja em câmera, processador, memória, tela, acabamento, peso, espessura. A gente está sempre procurando se reinventar para atender a demanda do usuário de tablet”, afirmou.

Banner da série Invenções — Foto: Clayton Rodrigues Banner da série Invenções — Foto: Clayton Rodrigues
Mais recente Próxima Estudantes criam impressora 3D que transforma resíduos orgânicos em copos, vasos e embalagens
Oportunidade de mercado
Logo de UMA
Cotação UMA (UMA)
$0,4098
$0,4098$0,4098
+0,36%
USD
Gráfico de preço em tempo real de UMA (UMA)
Isenção de responsabilidade: Os artigos republicados neste site são provenientes de plataformas públicas e são fornecidos apenas para fins informativos. Eles não refletem necessariamente a opinião da MEXC. Todos os direitos permanecem com os autores originais. Se você acredita que algum conteúdo infringe direitos de terceiros, entre em contato pelo e-mail crypto.news@mexc.com para solicitar a remoção. A MEXC não oferece garantias quanto à precisão, integridade ou atualidade das informações e não se responsabiliza por quaisquer ações tomadas com base no conteúdo fornecido. O conteúdo não constitui aconselhamento financeiro, jurídico ou profissional, nem deve ser considerado uma recomendação ou endosso por parte da MEXC.

USD1 Genesis: 0 Fees + 12% APR

USD1 Genesis: 0 Fees + 12% APRUSD1 Genesis: 0 Fees + 12% APR

New users: stake for up to 600% APR. Limited time!