O post Stablecoins Impulsionam 90% do Volume Cripto do Brasil, Mostram Dados da Autoridade Fiscal apareceu no BitcoinEthereumNews.com. O mercado de criptomoedas do Brasil está movimentando bilhões de dólares por mês, e os reguladores estão prestando atenção. Em uma apresentação técnica na Blockchain Conference Brasil, Flavio Correa Prado, auditor da autoridade fiscal brasileira, a Receita Federal, revelou que as transações de criptomoedas reportadas sob as regras existentes atingiram entre $6 bilhões e $8 bilhões por mês. Se as tendências atuais continuarem, esse número poderá subir para $9 bilhões mensais até 2030, disse ele. A maior parte desse volume vem de stablecoins como USDT e USDC, que agora representam até 90% de todas as transações reportadas em alguns meses. O Bitcoin, antes dominante, tornou-se um ator secundário à medida que o país adota stablecoins. Esta mudança em direção às stablecoins e a escala dos volumes está impulsionando uma grande mudança na forma como o Brasil rastreia ativos cripto. A Receita Federal está pronta para substituir sua regra de relatório cripto existente (conhecida como IN 1.888) por um novo sistema chamado DeCripto, a partir de julho de 2025. O DeCripto é baseado no Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), um padrão internacional desenvolvido pela OCDE e adotado por mais de 60 países. A estrutura permite a troca automática de informações fiscais entre jurisdições, fornecendo às autoridades locais acesso a dados sobre transações de criptomoedas offshore. Sob as novas regras, as exchanges devem classificar as transações em categorias específicas: negociações de cripto para fiat, trocas de cripto para cripto, pagamentos de varejo acima de $50.000, transferências de entrada e saída de carteiras, e movimentos para carteiras não hospedadas. A coleta de dados começa em janeiro de 2025. Com bilhões em fluxo mensal, principalmente em ativos vinculados ao dólar, a autoridade fiscal do país está efetivamente apertando a supervisão para corresponder à escala da economia cripto em rápido crescimento do Brasil. Essas mudanças ocorrem enquanto o banco central do Brasil introduz seu conjunto mais extenso de regulamentações cripto até agora. A nova estrutura cria um regime de licenciamento para provedores de serviços cripto e traz uma ampla gama de atividades sob o regime de câmbio do país...O post Stablecoins Impulsionam 90% do Volume Cripto do Brasil, Mostram Dados da Autoridade Fiscal apareceu no BitcoinEthereumNews.com. O mercado de criptomoedas do Brasil está movimentando bilhões de dólares por mês, e os reguladores estão prestando atenção. Em uma apresentação técnica na Blockchain Conference Brasil, Flavio Correa Prado, auditor da autoridade fiscal brasileira, a Receita Federal, revelou que as transações de criptomoedas reportadas sob as regras existentes atingiram entre $6 bilhões e $8 bilhões por mês. Se as tendências atuais continuarem, esse número poderá subir para $9 bilhões mensais até 2030, disse ele. A maior parte desse volume vem de stablecoins como USDT e USDC, que agora representam até 90% de todas as transações reportadas em alguns meses. O Bitcoin, antes dominante, tornou-se um ator secundário à medida que o país adota stablecoins. Esta mudança em direção às stablecoins e a escala dos volumes está impulsionando uma grande mudança na forma como o Brasil rastreia ativos cripto. A Receita Federal está pronta para substituir sua regra de relatório cripto existente (conhecida como IN 1.888) por um novo sistema chamado DeCripto, a partir de julho de 2025. O DeCripto é baseado no Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), um padrão internacional desenvolvido pela OCDE e adotado por mais de 60 países. A estrutura permite a troca automática de informações fiscais entre jurisdições, fornecendo às autoridades locais acesso a dados sobre transações de criptomoedas offshore. Sob as novas regras, as exchanges devem classificar as transações em categorias específicas: negociações de cripto para fiat, trocas de cripto para cripto, pagamentos de varejo acima de $50.000, transferências de entrada e saída de carteiras, e movimentos para carteiras não hospedadas. A coleta de dados começa em janeiro de 2025. Com bilhões em fluxo mensal, principalmente em ativos vinculados ao dólar, a autoridade fiscal do país está efetivamente apertando a supervisão para corresponder à escala da economia cripto em rápido crescimento do Brasil. Essas mudanças ocorrem enquanto o banco central do Brasil introduz seu conjunto mais extenso de regulamentações cripto até agora. A nova estrutura cria um regime de licenciamento para provedores de serviços cripto e traz uma ampla gama de atividades sob o regime de câmbio do país...

Stablecoins impulsionam 90% do volume de criptomoedas do Brasil, mostram dados da autoridade fiscal

2025/12/01 01:05
Leu 3 min
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O mercado de criptomoedas do Brasil está movimentando bilhões de dólares por mês, e os reguladores estão a prestar atenção.

Numa apresentação técnica na Blockchain Conference Brasil, Flavio Correa Prado, auditor da autoridade fiscal do Brasil, a Receita Federal, revelou que as transações de criptomoedas reportadas sob as regras existentes atingiram entre 6 e 8 mil milhões de dólares por mês.

Se as tendências atuais continuarem, esse valor poderá subir para 9 mil milhões de dólares mensais até 2030, disse ele. A maior parte desse volume vem de stablecoins como USDT e USDC, que agora representam até 90% de todas as transações reportadas em alguns meses. O Bitcoin, outrora dominante, tornou-se um ator secundário à medida que o país adota stablecoins.

Esta mudança em direção às stablecoins e a escala dos volumes está a impulsionar uma grande mudança na forma como o Brasil rastreia ativos cripto. A Receita Federal está pronta para substituir a sua regra existente de relatórios cripto (conhecida como IN 1.888) por um novo sistema chamado DeCripto, a partir de julho de 2025.

O DeCripto é baseado no Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), um padrão internacional desenvolvido pela OCDE e adotado por mais de 60 países. A estrutura permite a troca automática de informações fiscais entre jurisdições, fornecendo às autoridades locais acesso a dados sobre transações de criptomoedas offshore.

Sob as novas regras, as exchanges devem classificar as transações em categorias específicas: negociações de cripto para fiat, trocas de cripto para cripto, pagamentos de retalho acima de 50.000 dólares, transferências de entrada e saída de carteiras, e movimentos para carteiras não hospedadas.

A recolha de dados começa em janeiro de 2025. Com bilhões em fluxo mensal, principalmente em ativos vinculados ao dólar, a autoridade fiscal do país está efetivamente a apertar a supervisão para corresponder à escala da economia cripto em rápido crescimento do Brasil.

Estas mudanças surgem enquanto o banco central do Brasil introduz o seu conjunto mais extenso de regulamentações cripto até agora.

O novo quadro cria um regime de licenciamento para provedores de serviços cripto e traz uma ampla gama de atividades sob as regras de câmbio e mercado de capitais do país. As empresas de criptomoedas precisarão manter entre 2 e 7 milhões de dólares em capital, dependendo do tipo de negócio, e empresas estrangeiras que atendem clientes brasileiros devem estabelecer uma entidade local.

As empresas que perderem a janela de conformidade de nove meses correm o risco de serem impedidas de operar.

Fonte: https://www.coindesk.com/policy/2025/11/30/stablecoins-drive-90-of-brazil-s-crypto-volume-tax-authority-data-shows

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