Fundação anuncia novo posicionamento institucional, núcleo de inovação e adaptação ao padrão de transmissão que integrará internet à TV abertaFundação anuncia novo posicionamento institucional, núcleo de inovação e adaptação ao padrão de transmissão que integrará internet à TV aberta

“TV Cultura” apresenta diretrizes para 2026 e prepara chegada da TV 3.0

2025/12/03 22:58
Leu 4 min
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A Fundação Padre Anchieta apresentou nesta 4ª feira (3.dez.2025) as diretrizes da TV Cultura para 2026, incluindo novo posicionamento institucional, reorganização dos modelos de produção e preparação para a implementação da TV 3.0 no Brasil. A apresentação foi realizada durante evento que reuniu representantes do canal e do mercado publicitário.

A presidente-executiva da FPA (Fundação Padre Anchieta), Maria Ângela de Jesus, e a diretora comercial de marketing e digital, Bel Borba, conduziram a apresentação detalhando as estratégias para fortalecer a presença da emissora em diferentes plataformas.

A TV Cultura está se adaptando para a chegada da TV 3.0, padrão de transmissão que começará a ser implementado a partir de 2026. Esta tecnologia transformará o telespectador em “tele participante”, integrando internet à televisão aberta e possibilitando novas formas de interação.

A TV Cultura é vinculada ao governo do Estado de São Paulo. Ela é mantida pela Fundação Padre Anchieta, uma fundação pública sem fins lucrativos criada pelo próprio governo estadual para administrar veículos de comunicação educativa e cultural.

Para se adequar ao novo formato, a emissora criará um núcleo de inovação dedicado ao desenvolvimento de novos formatos, ferramentas de produção e capacitação de jovens profissionais. As mudanças serão implementadas gradualmente ao longo de 2026, acompanhando a adoção do novo padrão de transmissão.

Durante o evento, foram apresentados dados sobre a atuação da TV Cultura, que alcança 77% do território brasileiro. Os conteúdos digitais da emissora atingem de 7 milhões a 10 milhões de visualizações. 

A partir do próximo ano, a TV Cultura adotará o posicionamento “Somos Cultura”, buscando ampliar sua presença em diferentes plataformas e fortalecer parcerias. A emissora também manterá projetos culturais como a Jazz Sinfônica, que continuará com apresentações e novas produções em 2026.

Bel Borba informou que a emissora deixou de adotar o Ibope como métrica principal, passando a priorizar reputação e engajamento como critérios para programação e parcerias comerciais. “A Cultura busca consolidar um ecossistema baseado em comunidade fiel e conteúdo de valor”, afirmou a diretora

Maria Ângela de Jesus ressaltou que, apesar das possibilidades comerciais da TV 3.0, a emissora priorizará usos que reforcem a função social da TV aberta, especialmente em regiões com acesso limitado à internet. “Somos Cultura”, afirmou, referindo-se ao novo posicionamento que guiará a estratégia da emissora.

Como vai funcionar a TV 3.0 no Brasil

O governo assinou em 27 de agosto 2025 o decreto que regulamenta a TV 3.0, novo padrão de televisão aberta no país. A tecnologia, chamada DTV+, deve começar a operar ainda em 2025 em estações experimentais em São Paulo e Brasília. A meta é expandir o sistema para todo o Brasil até a Copa do Mundo de 2026.

A TV 3.0 atualiza o modelo atual (TV 2.0) e combina transmissão tradicional com recursos de internet, transformando qualquer televisor compatível em uma smart TV. O Ministério das Comunicações afirma que não haverá desligamento imediato do sistema atual e que a transição será gradual.

Para ter acesso ao novo padrão, será preciso comprar um conversor DTV+ ou adquirir televisores já fabricados com a tecnologia. O conversor usará o sistema MIMO, que opera com múltiplas antenas. Estimativas iniciais indicam preço em torno de R$ 400, com tendência de redução conforme a produção aumentar.

A conexão à internet não será obrigatória. Sem ela, o usuário terá acesso aos conteúdos tradicionais abertos. Com conexão, poderá usar funções interativas e acessar opções ampliadas de programação.

A TV 3.0 permitirá imagem em 4K ou 8K (em aparelhos compatíveis), áudio imersivo e ferramentas de acessibilidade ampliadas. Também habilitará publicidade segmentada e métricas mais modernas para as emissoras.

A troca de canais pelo teclado numérico deixará de ser o padrão. O acesso será feito por aplicativos das próprias emissoras, semelhante ao uso de plataformas de streaming. Alguns televisores já adotam essa lógica, sem números no controle remoto.

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