O IBGE mostrou nesta 5ª feira (4.dez) que o consumo das famílias quase estagnou no 3º trimestre deste anoO IBGE mostrou nesta 5ª feira (4.dez) que o consumo das famílias quase estagnou no 3º trimestre deste ano

Desaceleração do consumo se deve aos juros elevados, diz Fazenda

2025/12/04 23:25
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A SPE (Secretaria de Política Econômica) do Ministério da Fazenda disse nesta 5ª feira (4.dez.2025) que a desaceleração do consumo das famílias no 3º trimestre de 2025 se deve à taxa básica, a Selic, em patamar restritivo. Eis a íntegra do relatório (PDF – 278 kB).

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicou que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil desacelerou no 3º trimestre em relação ao trimestre anterior. A taxa de crescimento foi de 0,1% no período. O consumo das famílias teve o menos percentual de expansão, o que reflete quase que uma estagnação em relação ao 2º trimestre.

O consumo das famílias havia registrado taxa de crescimento de 1,8% no 2º trimestre em relação ao mesmo período de 2024. A taxa de expansão na comparação interanual caiu para 0,4%. Segundo o relatório do governo, a desaceleração está associada ao “desaquecimento dos mercados de trabalho e crédito no 3º trimestre, em resposta aos impactos defasados da política monetária restritiva”.

O BC (Banco Central) aumentou a taxa básica, a Selic, para 15% ao ano em junho. Segundo os diretores da autoridade monetária, o arrefecimento da demanda agregada é um “elemento essencial no processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meda”.

A medida foi adotada para levar a inflação para a meta de 3%. A taxa anualizada do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) está fora do intervalo permitido (de 1,5% a 4,5%) desde setembro de 2024.

O Copom (Comitê de Política Monetária) sinalizou que a Selic ficará em 15% ao ano por tempo “bastante prolongado”. Os agentes financeiros se dividem se o 1º corte será feito na 1ª reunião ou na 2ª reunião do colegiado de 2026.

CRESCIMENTO ECONÔMICO

A SPE estimava alta de 0,3% no PIB do 3º trimestre em relação ao 2º. A equipe do Ministério da Fazenda disse que o resultado ficou muito próximo à taxa estimada, e que a discrepância de 0,2 ponto percentual tem relação com as revisões nas séries trimestrais desde 2024.

“Considerando todas essas mudanças, o viés de revisão para o PIB de 2025 é de alta. O carregamento estatístico até o terceiro trimestre já é de 2,2%, similar ao crescimento que a SPE projetava antes para o ano”, disse.

A SPE disse ainda que, no acumulado de 1 ano, a taxa de crescimento de 2,7% corresponde a 6ª maior entre os países do G20 que divulgaram o PIB do 3º trimestre. O país fica atrás da Índia (7,5%), da China (5,2%), da Indonésia (5,0%), da Arábia Saudita (4,2%) e da Turquia (3,6%).

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