avião Pexels Muitas pessoas convivem com um medo latente da contaminação através do ar em espaços públicos. Uma nova pesquisa da Universidade Northwestern, dos EUA, mostrou que o ar ambiente em aviões e até mesmo em hospitais contém principalmente micróbios inofensivos normalmente associados à pele humana. Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram máscaras faciais usadas e um filtro de ar de aeronave, tanto em voos domésticos quanto internacionais. Após o pouso, eles colocaram as máscaras em sacos estéreis e as enviaram para o laboratório de Hartmann. Para comparação, Hartmann também coletou máscaras faciais que os voluntários levaram em voos, mas não usaram. A equipe selecionou hospitais como o segundo local de teste. E, depois usarem máscaras faciais durante um turno, os funcionários do hospital enviaram suas máscaras para o laboratório. Em todas as amostras, a equipe detectou 407 espécies microbianas distintas, incluindo bactérias comuns da pele e micróbios ambientais. Embora a abundância de cada microrganismo presente fosse ligeiramente diferente, as comunidades microbianas de hospitais e aviões eram muito semelhantes. Alguns micróbios potencialmente causadores de doenças também foram observados, contudo, eles estavam em quantidades extremamente baixas e sem sinais de infecção ativa. "Percebemos que poderíamos usar máscaras faciais como um dispositivo barato e fácil para coletar amostras de ar, tanto para exposições pessoais quanto gerais. Extraímos o DNA dessas máscaras e examinamos os tipos de bactérias encontradas. De forma um tanto previsível, as bactérias eram do tipo que normalmente associamos ao ar interno. O ar interno tem características semelhantes às do ar interno, que por sua vez, se assemelha à pele humana", explica Erica M. Hartmann, da Northwestern University, que liderou o estudo. Foi possível observar que essas bactérias predominantes eram inofensivas, associadas ao contato humano, predominam tanto no ar de aviões quanto no ar de hospitais. A pesquisa foi publicada na revista científica Microbiome. "Para este estudo, analisamos exclusivamente o que está presente no ar. A higiene das mãos continua sendo uma maneira eficaz de prevenir a transmissão de doenças por superfícies. Estávamos interessados ​​em saber a que as pessoas são expostas pelo ar, mesmo que lavem as mãos", conclui Hartmann. Mais Lidas avião Pexels Muitas pessoas convivem com um medo latente da contaminação através do ar em espaços públicos. Uma nova pesquisa da Universidade Northwestern, dos EUA, mostrou que o ar ambiente em aviões e até mesmo em hospitais contém principalmente micróbios inofensivos normalmente associados à pele humana. Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram máscaras faciais usadas e um filtro de ar de aeronave, tanto em voos domésticos quanto internacionais. Após o pouso, eles colocaram as máscaras em sacos estéreis e as enviaram para o laboratório de Hartmann. Para comparação, Hartmann também coletou máscaras faciais que os voluntários levaram em voos, mas não usaram. A equipe selecionou hospitais como o segundo local de teste. E, depois usarem máscaras faciais durante um turno, os funcionários do hospital enviaram suas máscaras para o laboratório. Em todas as amostras, a equipe detectou 407 espécies microbianas distintas, incluindo bactérias comuns da pele e micróbios ambientais. Embora a abundância de cada microrganismo presente fosse ligeiramente diferente, as comunidades microbianas de hospitais e aviões eram muito semelhantes. Alguns micróbios potencialmente causadores de doenças também foram observados, contudo, eles estavam em quantidades extremamente baixas e sem sinais de infecção ativa. "Percebemos que poderíamos usar máscaras faciais como um dispositivo barato e fácil para coletar amostras de ar, tanto para exposições pessoais quanto gerais. Extraímos o DNA dessas máscaras e examinamos os tipos de bactérias encontradas. De forma um tanto previsível, as bactérias eram do tipo que normalmente associamos ao ar interno. O ar interno tem características semelhantes às do ar interno, que por sua vez, se assemelha à pele humana", explica Erica M. Hartmann, da Northwestern University, que liderou o estudo. Foi possível observar que essas bactérias predominantes eram inofensivas, associadas ao contato humano, predominam tanto no ar de aviões quanto no ar de hospitais. A pesquisa foi publicada na revista científica Microbiome. "Para este estudo, analisamos exclusivamente o que está presente no ar. A higiene das mãos continua sendo uma maneira eficaz de prevenir a transmissão de doenças por superfícies. Estávamos interessados ​​em saber a que as pessoas são expostas pelo ar, mesmo que lavem as mãos", conclui Hartmann. Mais Lidas

Vai viajar? O ar em aviões é mais limpo do que você imagina, comprova novo estudo

2025/12/04 23:22
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Muitas pessoas convivem com um medo latente da contaminação através do ar em espaços públicos. Uma nova pesquisa da Universidade Northwestern, dos EUA, mostrou que o ar ambiente em aviões e até mesmo em hospitais contém principalmente micróbios inofensivos normalmente associados à pele humana.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram máscaras faciais usadas e um filtro de ar de aeronave, tanto em voos domésticos quanto internacionais. Após o pouso, eles colocaram as máscaras em sacos estéreis e as enviaram para o laboratório de Hartmann. Para comparação, Hartmann também coletou máscaras faciais que os voluntários levaram em voos, mas não usaram.

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A equipe selecionou hospitais como o segundo local de teste. E, depois usarem máscaras faciais durante um turno, os funcionários do hospital enviaram suas máscaras para o laboratório.

Em todas as amostras, a equipe detectou 407 espécies microbianas distintas, incluindo bactérias comuns da pele e micróbios ambientais. Embora a abundância de cada microrganismo presente fosse ligeiramente diferente, as comunidades microbianas de hospitais e aviões eram muito semelhantes.

Alguns micróbios potencialmente causadores de doenças também foram observados, contudo, eles estavam em quantidades extremamente baixas e sem sinais de infecção ativa.

"Percebemos que poderíamos usar máscaras faciais como um dispositivo barato e fácil para coletar amostras de ar, tanto para exposições pessoais quanto gerais. Extraímos o DNA dessas máscaras e examinamos os tipos de bactérias encontradas. De forma um tanto previsível, as bactérias eram do tipo que normalmente associamos ao ar interno. O ar interno tem características semelhantes às do ar interno, que por sua vez, se assemelha à pele humana", explica Erica M. Hartmann, da Northwestern University, que liderou o estudo.

Foi possível observar que essas bactérias predominantes eram inofensivas, associadas ao contato humano, predominam tanto no ar de aviões quanto no ar de hospitais. A pesquisa foi publicada na revista científica Microbiome.

"Para este estudo, analisamos exclusivamente o que está presente no ar. A higiene das mãos continua sendo uma maneira eficaz de prevenir a transmissão de doenças por superfícies. Estávamos interessados ​​em saber a que as pessoas são expostas pelo ar, mesmo que lavem as mãos", conclui Hartmann.

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