Robôs Getty Images Apesar dos avanços, nem tudo foram flores para a inteligência artificial em 2025. A alucinação, por exemplo, foi responsável por muitos fracassos da IA ao longo do ano. O site Mashable listou o que considerou os três maiores tropeços da IA neste ano. Confira quais foram eles: Alucinações Que a IA alucina, não é novidade. Só para lembrar, em 2023, ela foi considerada a palavra do ano pelo Cambridge Dictionary. Mas em 2025, a questão parece ter se agravado. Segundo o Mashable, o Google AI Overviews pode não mais dizer para colocar cola na pizza, mas ainda afirma que o mais recente Call of Duty não existe. Nem mesmo o mundo acadêmico está imune. Um estudo da Universidade Deakin afirma que o ChatGPT fabricou cerca de uma em cada cinco citações acadêmicas, enquanto metade das citações continha outros elementos problemáticos de alucinações da IA generativa. Há ainda outros casos para citar. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos de Robert F. Kennedy Jr., por exemplo, supostamente utilizou IA para citar estudos que não existem. Já o Chicago Sun-Times publicou, em maio, uma lista de leituras de verão com autores reais acompanhados de títulos de livros inventados. Um banco de dados públicos aponta 640 casos em que os tribunais descobriram que a IA alucinou em citações, criou casos falsos ou citou outras autoridades jurídicas aparentes que não existiam. Dispositivo Friend Dispositivo Friend Reprodução/Site Friend O Friend é um dispositivo vestível que parece um pingente de colar. Ele grava todo o áudio ao redor do usuário, envia esse conteúdo para um aplicativo conectado ao celular e usa esses dados para “conversar” com a pessoa por meio de mensagens de texto em tempo real, uma espécie de companhia digital. O Friend gastou mais de US$ 1 milhão em anúncios no metrô de Nova York. As peças publicitárias chegaram a mais de 11 mil vagões de trem, mil cartazes nas plataformas e 130 painéis urbanos, em uma das maiores campanhas de marketing da história do metrô da cidade. Mas passageiros vandalizaram os anúncios, com críticas de que o aparelho poderia aprofundar o isolamento social, além de levantar questões de privacidade. Testes corporativos No mundo dos negócios, empresas têm sido informadas de que precisam começar a usar IA. Mas, de acordo com o relatório “The State of AI in Business 2025”, do Media Lab do MIT, 95% das iniciativas corporativas de IA falham, apesar de investimentos que custam entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões às empresas. “Ferramentas como ChatGPT e Copilot são amplamente adotadas. Mais de 80% das organizações já as testaram ou pilotaram, e quase 40% afirmam tê-las implementado”, explica o relatório. “Mas essas ferramentas melhoram principalmente a produtividade individual, não os resultados financeiros. Enquanto isso, sistemas de nível corporativo, sejam personalizados ou vendidos por fornecedores, acabam sendo silenciosamente rejeitados; 60% das organizações avaliaram essas soluções, mas apenas 20% chegaram à fase de piloto e somente 5% entraram em produção. A maioria falha devido a fluxos de trabalho frágeis, falta de aprendizado contextual e desalinhamento com as operações do dia a dia.” Mais Lidas Robôs Getty Images Apesar dos avanços, nem tudo foram flores para a inteligência artificial em 2025. A alucinação, por exemplo, foi responsável por muitos fracassos da IA ao longo do ano. O site Mashable listou o que considerou os três maiores tropeços da IA neste ano. Confira quais foram eles: Alucinações Que a IA alucina, não é novidade. Só para lembrar, em 2023, ela foi considerada a palavra do ano pelo Cambridge Dictionary. Mas em 2025, a questão parece ter se agravado. Segundo o Mashable, o Google AI Overviews pode não mais dizer para colocar cola na pizza, mas ainda afirma que o mais recente Call of Duty não existe. Nem mesmo o mundo acadêmico está imune. Um estudo da Universidade Deakin afirma que o ChatGPT fabricou cerca de uma em cada cinco citações acadêmicas, enquanto metade das citações continha outros elementos problemáticos de alucinações da IA generativa. Há ainda outros casos para citar. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos de Robert F. Kennedy Jr., por exemplo, supostamente utilizou IA para citar estudos que não existem. Já o Chicago Sun-Times publicou, em maio, uma lista de leituras de verão com autores reais acompanhados de títulos de livros inventados. Um banco de dados públicos aponta 640 casos em que os tribunais descobriram que a IA alucinou em citações, criou casos falsos ou citou outras autoridades jurídicas aparentes que não existiam. Dispositivo Friend Dispositivo Friend Reprodução/Site Friend O Friend é um dispositivo vestível que parece um pingente de colar. Ele grava todo o áudio ao redor do usuário, envia esse conteúdo para um aplicativo conectado ao celular e usa esses dados para “conversar” com a pessoa por meio de mensagens de texto em tempo real, uma espécie de companhia digital. O Friend gastou mais de US$ 1 milhão em anúncios no metrô de Nova York. As peças publicitárias chegaram a mais de 11 mil vagões de trem, mil cartazes nas plataformas e 130 painéis urbanos, em uma das maiores campanhas de marketing da história do metrô da cidade. Mas passageiros vandalizaram os anúncios, com críticas de que o aparelho poderia aprofundar o isolamento social, além de levantar questões de privacidade. Testes corporativos No mundo dos negócios, empresas têm sido informadas de que precisam começar a usar IA. Mas, de acordo com o relatório “The State of AI in Business 2025”, do Media Lab do MIT, 95% das iniciativas corporativas de IA falham, apesar de investimentos que custam entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões às empresas. “Ferramentas como ChatGPT e Copilot são amplamente adotadas. Mais de 80% das organizações já as testaram ou pilotaram, e quase 40% afirmam tê-las implementado”, explica o relatório. “Mas essas ferramentas melhoram principalmente a produtividade individual, não os resultados financeiros. Enquanto isso, sistemas de nível corporativo, sejam personalizados ou vendidos por fornecedores, acabam sendo silenciosamente rejeitados; 60% das organizações avaliaram essas soluções, mas apenas 20% chegaram à fase de piloto e somente 5% entraram em produção. A maioria falha devido a fluxos de trabalho frágeis, falta de aprendizado contextual e desalinhamento com as operações do dia a dia.” Mais Lidas
Alucinações, livros que não existem e mais: veja alguns dos maiores tropeços da IA em 2025
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Robôs — Foto: Getty Images
Apesar dos avanços, nem tudo foram flores para a inteligência artificial em 2025. A alucinação, por exemplo, foi responsável por muitos fracassos da IA ao longo do ano.
O site Mashable listou o que considerou os três maiores tropeços da IA neste ano. Confira quais foram eles:
Alucinações
Que a IA alucina, não é novidade. Só para lembrar, em 2023, ela foi considerada a palavra do ano pelo Cambridge Dictionary. Mas em 2025, a questão parece ter se agravado.
Segundo o Mashable, o Google AI Overviews pode não mais dizer para colocar cola na pizza, mas ainda afirma que o mais recente Call of Duty não existe.
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Nem mesmo o mundo acadêmico está imune. Um estudo da Universidade Deakin afirma que o ChatGPT fabricou cerca de uma em cada cinco citações acadêmicas, enquanto metade das citações continha outros elementos problemáticos de alucinações da IA generativa.
Há ainda outros casos para citar. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos de Robert F. Kennedy Jr., por exemplo, supostamente utilizou IA para citar estudos que não existem. Já o Chicago Sun-Times publicou, em maio, uma lista de leituras de verão com autores reais acompanhados de títulos de livros inventados. Um banco de dados públicos aponta 640 casos em que os tribunais descobriram que a IA alucinou em citações, criou casos falsos ou citou outras autoridades jurídicas aparentes que não existiam.
Dispositivo Friend
Dispositivo Friend — Foto: Reprodução/Site Friend
O Friend é um dispositivo vestível que parece um pingente de colar. Ele grava todo o áudio ao redor do usuário, envia esse conteúdo para um aplicativo conectado ao celular e usa esses dados para “conversar” com a pessoa por meio de mensagens de texto em tempo real, uma espécie de companhia digital.
O Friend gastou mais de US$ 1 milhão em anúncios no metrô de Nova York. As peças publicitárias chegaram a mais de 11 mil vagões de trem, mil cartazes nas plataformas e 130 painéis urbanos, em uma das maiores campanhas de marketing da história do metrô da cidade.
Mas passageiros vandalizaram os anúncios, com críticas de que o aparelho poderia aprofundar o isolamento social, além de levantar questões de privacidade.
Testes corporativos
No mundo dos negócios, empresas têm sido informadas de que precisam começar a usar IA. Mas, de acordo com o relatório “The State of AI in Business 2025”, do Media Lab do MIT, 95% das iniciativas corporativas de IA falham, apesar de investimentos que custam entre US$ 30 bilhões e US$ 40 bilhões às empresas.
“Ferramentas como ChatGPT e Copilot são amplamente adotadas. Mais de 80% das organizações já as testaram ou pilotaram, e quase 40% afirmam tê-las implementado”, explica o relatório.
“Mas essas ferramentas melhoram principalmente a produtividade individual, não os resultados financeiros. Enquanto isso, sistemas de nível corporativo, sejam personalizados ou vendidos por fornecedores, acabam sendo silenciosamente rejeitados; 60% das organizações avaliaram essas soluções, mas apenas 20% chegaram à fase de piloto e somente 5% entraram em produção. A maioria falha devido a fluxos de trabalho frágeis, falta de aprendizado contextual e desalinhamento com as operações do dia a dia.”
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