A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta 6ª feira (12.dez.2025) a operação Transparência. O objetivo é apurar irregularidades na destinação de recursos públicos por meio de emendas parlamentares. Um dos alvos é , conhecida pelo apelido de Tuca. Em seu perfil no LinkedIn, ela informa ser chefe da Assessoria Especial do Gabinete da Presidência da Câmara desde março de 2021. O deputado Arthur Lira (PP-AL) presidiu a Casa de 2021 a 2025.
O Poder360 procurou o ex-presidente da Câmara para pedir uma manifestação. Lira informou que não há desvio e que Tuca é assessora da Câmara ligada à presidência da Casa. Este jornal digital também tentou contato com Tuca. A GloboNews informou, no entanto, que ela teve o celular apreendido.
A operação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em sua decisão, Dino afirmou que os depoimentos de 5 congressistas e de uma funcionária da Câmara “direcionaram as apurações”.
- Cleitinho, senador (Republicanos-MG);
- Glauber Braga, deputado (Psol-RJ);
- Adriana Ventura, deputada (Novo-SP);
- Fernando Marangoni, deputado (União Brasil-SP);
- Dr. Francisco, deputado (PT-PI);
- Elza Carneiro, funcionária da Câmara.
Leia a íntegra da decisão (PDF – 273 kB).
Os agentes cumprem 2 mandados de busca e apreensão em Brasília (DF). Um deles é cumprido dentro do Anexo 2 da Câmara dos Deputados.
De acordo com a PF, estão sendo investigados os crimes de:
- peculato;
- falsidade ideológica;
- uso de documento falso;
- corrupção.
Segundo o site da Câmara, Tuca tem salário de R$ 23.732,92 (R$ 17.425,17 após os descontos) mais benefícios no valor de R$ 1.784,42.
Poder360 – 12.dez.2025
Na imagem, agentes da PF cumprem mandados de busca e apreensão no gabinete usado por Mariângela Fialek na Câmara
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