Strategy mantém posição no Nasdaq 100 apesar das incertezas do Bitcoin MSCI avalia excluir empresas cripto, impactando grandes players como Strategy Executivos Strategy mantém posição no Nasdaq 100 apesar das incertezas do Bitcoin MSCI avalia excluir empresas cripto, impactando grandes players como Strategy Executivos

Apesar das polêmicas, Bitcoin garante lugar no Nasdaq 100 — Entenda o porquê

2025/12/14 19:00
Leu 4 min
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  • Strategy mantém posição no Nasdaq 100 apesar das incertezas do Bitcoin
  • MSCI avalia excluir empresas cripto, impactando grandes players como Strategy
  • Executivos contestam proposta da MSCI, defendendo inovação no setor cripto

A gigante do Bitcoin, Strategy, manteve sua posição no Nasdaq 100 na sexta-feira, reforçando sua presença no principal índice de tecnologia dos EUA. A permanência ocorre após um ano de intensa discussão no mercado financeiro global. A situação despertou atenção de investidores e analistas.

O Nasdaq 100 reúne as maiores empresas listadas na bolsa sem foco financeiro tradicional, e a permanência da Strategy indica como seu valor de mercado cresceu apesar do modelo controverso. O caso segue chamando atenção no setor de criptomoedas e finanças globais.

Modelo de negócios e o debate sobre fundo de investimento

Desde 2020, a companhia abandonou o nome MicroStrategy e passou a concentrar todas as operações na compra e manutenção de Bitcoin. A estratégia virou o núcleo das atividades da empresa e moldou sua estrutura corporativa e financeira.

Esse foco total em Bitcoin fez com que vários analistas afirmassem que a Strategy se aproxima mais de um fundo de investimento em criptoativos do que de uma empresa tradicional de tecnologia. Além disso, a proximidade entre preço do token e ação acelera essa crítica.

As preocupações ganharam força porque as ações da Strategy continuam reagindo fortemente a cada movimento no preço do Bitcoin, o que acentua a volatilidade percebida por investidores tradicionais. Essa sensibilidade amplia as dúvidas sobre o encaixe da empresa em índices clássicos de ações.

Mudanças no Nasdaq e avaliação da MSCI

Na mesma semana, a Nasdaq anunciou mudanças importantes no índice 100. Empresas como Biogen, CDW Corporation, Globalfoundries, Lululemon Athletica, On Semiconductor e Trade Desk deixarão o índice. Em contrapartida, nomes como Alnylam Pharmaceuticals, Ferrovial, Insmed, entre outros, entram na lista de referência. A reestruturação começa em 22 de dezembro.

Apesar dessas movimentações, a permanência da Strategy destaca o quão grande seu market cap se tornou, mesmo com balanço fortemente dependente de Bitcoin. Essa dependência, no entanto, é alvo de um novo foco de debate pela MSCI, provedora global de índices de referência.

A MSCI está avaliando excluir a Strategy e outras empresas similares que mantêm a maior parte de seus ativos em criptomoedas de seus benchmarks. A decisão está programada para janeiro e pode redesenhar o modo como investidores institucionais tratam ações ligadas a criptoativos.

A proposta da MSCI levanta questionamentos sobre se essas empresas ainda se encaixam na estrutura tradicional de índices de ações, justamente em um momento de queda no preço do Bitcoin e aumento das incertezas no mercado global.

Carta de Saylor e respostas do mercado

Em resposta à proposta da MSCI, Michael Saylor e Phong Le enviaram uma carta de 12 páginas chamando a avaliação de equivocada e prejudicial. Além disso, eles contestaram critérios técnicos, contábeis e políticos, afirmando que a regra seleciona empresas cripto de forma arbitrária. A Strategy destacou que seus US$ 61 bilhões em Bitcoin representam mais de 85% do valor de mercado.

Na carta, os executivos alertaram para consequências profundamente prejudiciais caso a exclusão avance. Eles afirmaram que a medida ignora volatilidade, fundamentos do balanço e contraria políticas pró ativos digitais dos EUA. Analistas estimam saídas de até US$ 2,8 bilhões, embora parte do risco já esteja precificada.

Ainda mais, a empresa também rejeitou a visão de que atua como intermediária passiva de Bitcoin. Segundo a Strategy, o ativo é usado ativamente para gerar retorno aos acionistas por meio de tecnologia própria. Outras gestoras, como a Strive, apoiaram a tese e defenderam liberdade estratégica nos índices.

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