IPCA-15, prévia da inflação brasileira, desacelerou para 4,5% na taxa em 12 meses em novembro e retornou para o intervalo da meta do Banco Central pela primeiraIPCA-15, prévia da inflação brasileira, desacelerou para 4,5% na taxa em 12 meses em novembro e retornou para o intervalo da meta do Banco Central pela primeira

Ibovespa sobe e dólar fica estável com inflação no país de volta à meta expandida

2025/11/26 22:17
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O Ibovespa (IBOV) avançava nesta manhã de quarta-feira (26), com investidores reagindo positivamente à divulgação da prévia da inflação brasileira em novembro, que ficou dentro do intervalo da meta definida pelo Banco Central na taxa em 12 meses.

O principal índice da B3 subia 0,92% por volta das 11h, aos 157.345 pontos. Já o dólar operava perto da estabilidade: recuo de 0,02%, cotado a R$ 5,38 no mesmo horário.

A prévia da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,20% em novembro, segundo dados do IBGE divulgados nesta manhã.

Leia mais: Próximo passo do BC é corte de juro, mas a questão é ‘quando’, diz Nilton David

A inflação na taxa em 12 meses diminuiu para 4,5% na primeira metade de novembro, um pouco acima da estimativa mediana de 4,48% dos analistas consultados pela Bloomberg.

A inflação desacelerou para ficar dentro do teto da meta, em 4,5%, pela primeira vez desde janeiro. A meta de inflação do BC é de 3% ao ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Na véspera, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, já havia declarado que novos aumentos da taxa básica de juros não fazem mais parte do cenário base do Banco Central.

David disse que, se a pressão inflacionária continuar a arrefecer, espera-se que o próximo passo do banco seja um corte – ainda que o cenário macroeconômico continue incerto.

No início desta semana, os analistas consultados pelo Boletim Focus reduziram suas previsões de inflação para 2026 de 4,20% para 4,18%.

Leia também: IPCA-15 sobe 0,2% em novembro, acima do esperado, mas atinge teto da meta em 12 meses

No exterior, os futuros dos principais índices de ações seguem em toada positiva com expectativa renovada de novo corte de juros na próxima reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), em 9 e 10 de dezembro.

O sentimento melhorou depois da divulgação de dados econômicos mais fracos e comentários de dirigentes do Fed que reacenderam as apostas de corte de juros ainda neste ano. Analistas do ING destacaram que o mercado voltou a precificar 90% de chance de corte no mês que vem.

Os futuros do S&P500 avançavam 0,32% por volta das 11h, enquanto os de Nasdaq e Dow Jones tinham altas de 0,48% e 0,22%, respectivamente.

-- Com informações da Bloomberg News.

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