As questões relacionadas à IA foram as que mais chamaram atenção em 2025 — Foto: Getty Images
Neste mês de dezembro, Época NEGÓCIOS traz de volta conteúdos que fizeram muito sucesso entre os leitores. Hoje o destaque é para as matérias mais lidas da série de reportagens Gestão da Inovação. A seção explorou ao longo do ano como as empresas podem inovar mais e melhor. As questões relacionadas à IA foram as que mais chamaram atenção.
Confira abaixo as mais lidas do ano:
Documentos — Foto: Pexels
Desde a década de 1960, há uma busca constante por formas de lidar com a avalanche de papel que inunda as empresas, e a mais recente tecnologia que promete ajudar neste desafio é a inteligência artificial. A digitalização melhorou significativamente essa gestão, mas ainda há um grande volume de papel circulando pelas companhias, e documentos eletrônicos continuam sendo, em grande parte, criados, editados e processados por pessoas. A tentativa é, portanto, que a IA possa assumir essas tarefas.
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Inovar é uma tarefa desafiadora para qualquer empresa. Saber por onde começar, dar os primeiros passos, melhorar processos e entender se está no caminho certo pode ser ainda mais complexo. Mas a ISO da Inovação pode ajudar.
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Em ambientes corporativos, que normalmente funcionam em ritmo acelerado, muitas vezes é difícil reservar um tempo para fazer uma análise profunda e reflexiva que leve a respostas certeiras sobre o melhor caminho a seguir em uma estratégia de negócio inovadora. Fazer melhores perguntas podem levar a melhores decisões. Mas, então, o que perguntar?
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Carl Frey já atuou como assessor e consultor de organizações como o G20, a ONU, a OCDE e a Comissão Europeia — Foto: Divulgação
Um dos economistas mais influentes da nossa era, Carl Frey criou em 2013 uma metodologia única para medir os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho, utilizada pelo ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, pelo Banco da Inglaterra e pelo Banco Mundial. Já atuou como consultor e assessor de organizações internacionais como o Fórum Econômico Mundial, o G20, a OCDE, a Comissão Europeia e a ONU, além de aconselhar líderes de diversas empresas da Fortune 500.
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Para prosperar na era da inteligência artificial generativa, que está em rápida evolução, os líderes precisam reconhecer que o sucesso depende menos desta tecnologia em si, e mais da liderança e da transformação organizacional. Em artigo publicado na Harvard Business Review, Herminia Ibarra e Michael Jacobides, professores na London Business School, citam uma análise recente do Financial Times sobre os relatórios de empresas do índice S&P 500.
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Pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e da consultoria McKinsey se uniram em 2021 para perguntar a mais de 100 empresas como elas estavam usando a inteligência artificial em suas operações. Dois anos depois, uma pesquisa semelhante foi conduzida para entender o que mudou e descobrir como as empresas bem-sucedidas com IA se diferenciavam das demais.
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Quando se trata de inovação, são os “fora da caixa” que muitas vezes se destacam. A cientista húngara Katalin Karikó, por exemplo, passou anos sendo desacreditada por suas teorias sobre o RNA mensageiro (mRNA), mas acabou se tornando peça-chave no desenvolvimento da vacina contra a COVID-19. Sua pesquisa, inicialmente rejeitada, rendeu a ela e ao colaborador Drew Weissman o Prêmio Nobel de Medicina em 2023.
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Entender o estágio atual de maturidade de inovação das empresas brasileiras é o primeiro passo para aumentar a competitividade dos negócios e fortalecer a capacidade econômica do país. Foi com base nessa premissa que a consultoria Beta-i Brasil realizou, em parceria com Época NEGÓCIOS, a pesquisa Diagnóstico Geral de Maturidade em Inovação. “Não adianta mencionar a inovação no relatório anual da companhia se não houver investimento em cultura organizacional”, afirma André Nunes, partner e managing director da consultoria. “Mais do que firmar parcerias com startups, é preciso construir uma visão que conecte toda a empresa e gere impacto real no negócio.”
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Fábrica da Scania dedicada à produção de baterias, em Södertälje, na Suécia — Foto: Fabiana Rolfini/Época NEGÓCIOS
Para a Scania, fabricante de caminhões, ônibus e motores industriais, inovação e sustentabilidade devem caminhar juntos para acelerar a mudança para um ecossistema de transporte e logística mais responsável.
Na companhia centenária – fundada há 134 anos na Suécia e há 68 anos operando no Brasil – a cultura da inovação é um pilar essencial e não se limita a apenas uma área, ela está inserida em diversas frentes.
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A inteligência artificial já provou que não é uma moda, mas a chave para conquistar o mercado e a confiança dos investidores, além de preparar os negócios para o futuro. Mas por trás desta revolução tecnológica esconde-se também uma tendência perigosa: o “AI washing” ou “lavagem de IA”.
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