inteligência artificial — Foto: Issawarat Tattong/Getty Images
Neste mês, Época NEGÓCIOS traz de volta conteúdos que fizeram muito sucesso entre os leitores em 2025. Hoje o destaque é para as matérias mais lidas da série IA na Prática, que mostra como as empresas estão aplicando a inteligência artificial nos negócios.
Confira, a seguir, as mais lidas do ano:
Banco do Brasil — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em sua terceira participação no Dreamforce, conferência global da Salesforce, o Banco do Brasil apresentou os avanços de sua estratégia “figital”, que combina o atendimento humano e as soluções digitais, e destacou o papel do CRM (sigla em inglês para gestão de relações com o cliente) como um dos pilares de sua operação.
Segundo Ana Laura Morais, head de CRM e Indução Digital, o objetivo central é colocar cada cliente no centro da estratégia de relacionamento. “Queremos entregar um banco para cada cliente”, disse. O desafio é traduzir essa ambição em escala, usando inteligência artificial e dados para gerar interações mais relevantes e consistentes — seja no aplicativo, seja em uma conversa presencial com o gerente.
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Plataforma da Nestlé usa IA para antecipar rupturas e melhorar logística no varejo — Foto: Divulgação/Nestlé
Garantir que os produtos estejam disponíveis no momento da compra é um dos principais desafios do varejo. Para enfrentar essa questão, a Nestlé Brasil desenvolveu a plataforma SISO, que usa inteligência artificial (IA) para prever rupturas de estoque e otimizar a reposição de mercadorias.
“A ideia surgiu há cerca de dois anos, quando percebemos que esperávamos uma ruptura acontecer para só então agir, o que já era tarde demais”, explica Brunno Ragonha, diretor de Data Science & Analytics da empresa.
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Em 2024, a unidade da Suzano de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, “contratou” uma nova assistente: a Ana MarIA, uma inteligência artificial generativa que funciona no Microsoft Teams — Foto: Divulgação/Arte Época Negócios
O cozimento da celulose é uma etapa fundamental do processo de produção do papel, responsável pela transformação da madeira em um polímero vegetal. O material é cozido em uma espécie de panela de pressão, onde são adicionados agentes químicos para separação das fibras e branqueamento da celulose.
De acordo com a Suzano, uma das maiores empresas de celulose do mundo, de 60% a 70% do custo de fabricação do papel está concentrado no cozimento e branqueamento do material. Por este motivo, monitorar o processo produtivo é crucial para manter a eficiência operacional da empresa.
Em 2024, a unidade da Suzano de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, “contratou” uma assistente para atuar como copiloto na linha de cozimento da celulose, fornecendo parâmetros, diagnósticos e recomendações instantâneas aos operadores: a Ana MarIA, uma inteligência artificial generativa que fica disponível dentro do Microsoft Teams, cujo nome foi inspirado na apresentadora Ana Maria Braga.
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Vibra — Foto: Divulgação
O setor de distribuição no Brasil é caracterizado pela alta volatilidade, com flutuações sazonais de demanda, variações nos preços das commodities e uma complexa rede logística. Para a Vibra Energia, distribuidora de combustíveis que também oferece soluções de energia elétrica, esses fatores criaram cenários desafiadores na cadeia de suprimentos: estoques excessivos que geravam custos elevados de armazenamento ou mesmo a falta de produtos, levando a perdas de vendas e insatisfação dos clientes.
A ferramenta de IA preditiva adotada pela Vibra analisa um vasto conjunto de dados, como vendas, tendências, dados regionais, perfil de compra, etc. Ao cruzar essas informações, consegue identificar padrões complexos e prever com maior precisão a demanda futura por produtos.
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Robô BD Rowa automatiza gerenciamento de medicamentos no Hospital Alemão Oswaldo Cruz — Foto: Divulgação/Hospital Alemão Oswaldo Cruz
O gerenciamento de remédios na intensa rotina de um hospital acaba sendo um processo que demanda muito tempo e esforço dos colaboradores, ao lidar com tantas unidades em estoque, além de movimentar caixas pesadas ou percorrer longas distâncias. Diante deste cenário, a tecnologia é uma grande aliada para prover mais agilidade e eficiência ao processo.
É o que comprova o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, que tem se beneficiado com o uso da inteligência artificial na automação de seu almoxarifado desde 2020, quando implementou o robô BD Rowa.
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Anna Vidal, diretora de Customer Experience do iFood — Foto: Divulgação
O iFood não quer mais ser visto como uma empresa de tecnologia. "Hoje a gente já começa a se posicionar como uma empresa de IA”, diz Anna Vidal, diretora de Customer Experience do iFood. Um passo fundamental nessa transição foi a adoção dos agentes de IA da Salesforce, anunciado recentemente pela empresa.
“Eu não tenho dúvidas de que daqui a seis meses vamos ter 1.000 agentes ou mais operando dentro do iFood e conversando entre si”, diz a diretora, para quem o objetivo real é chegar a 2.000. “É só uma questão de tempo."
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Osvaldo Landi Júnior, gerente médico da Fidi, e Werlley Januzzi, responsável pelo pronto-socorro do HSPE — Foto: Divulgação
O Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) de São Paulo é a primeira unidade pública do país a contar, em seu pronto-socorro, com uma ferramenta de inteligência artificial acoplada ao equipamento de raio-X de tórax, por meio de uma parceria com a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi).
Desenvolvida pela Oxipit, empresa europeia especializada em leitura de imagens médicas por IA, a ferramenta diminui em média o tempo de resultado do exame em mais de 90% — de uma hora, para apenas cinco minutos. Por mês, o HSPE realiza até 5 mil exames de imagem, sendo 2 mil, em média, raio-x de tórax. Já os atendimentos diários no PS variam em torno de 650 a 800 pessoas.
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IA desenvolvida pela Motiva Aeroportos — Foto: Divulgação
O credenciamento aeroportuário é um processo rotineiro para aqueles que precisam acessar áreas restritas de aeroportos, garantindo a segurança e a integridade das operações. Regulamentado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e outras autoridades competentes, ele envolve a identificação e o controle de pessoas, veículos e equipamentos que necessitam circular nessas áreas.
Mas o processo pode ser lento, já que necessita do envio de diversos documentos e formulários, que devem ser minuciosamente conferidos por uma equipe especializada. E é aí que a tecnologia se torna uma grande aliada. Graças à inteligência artificial, toda a jornada que envolve o credenciamento aeroportuário pode ser muito mais ágil e menos burocrática.
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IA Sofia da rede farmacêutica Panvel — Foto: Divulgação/Arte Época Negócios
A falta de legibilidade em receitas médicas foi tão comum no passado que a expressão “letra de médico” era usada há alguns anos como sinônimo de caligrafia ruim. Com a popularização das receitas digitais após a pandemia da Covid-19, houve uma redução na quantidade de prescrições escritas a mão. A inteligência artificial também tem auxiliado farmacêuticos e pacientes a entender o que está por trás das letras escritas pelos médicos.
A rede Panvel foi uma das empresas a adotar a tecnologia. Em 2024, a empresa sulista lançou a Sofia (Serviço de Orientação Farmacêutica com Inteligência Artificial), uma ferramenta de inteligência artificial (baseada no ChatGPT, Mistral e Claude) que funciona como auxiliar farmacêutica e é capaz não só de decifrar as letras dos médicos, como também consultar estoque em lojas próximas e oferecer orientações sobre procedimentos farmacêuticos.
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inteligência artificial — Foto: Issarawat Tattong/Getty Images
A inteligência artificial se tornou uma poderosa aliada das empresas na digitalização de processos. Ao adotar a tecnologia, os ganhos com a conversão de atividades manuais em fluxos digitais são potencializados: mais eficiência operacional, redução de custos e de erros e maior satisfação dos clientes.
Na Algar Telecom, empresa do grupo Algar com atuação em TI e telecomunicações, isso pode ser comprovado na área que faz a gestão financeira da companhia. Até o início do ano passado, as faturas de clientes corporativos eram analisadas de forma manual, o que despendia muito esforço, atenção e tempo de análise. E pior: muitas vezes essas faturas chegavam com erros aos seus destinatários.
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