O Presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que as forças americanas capturaram o Presidente venezuelano Nicolás Maduro numa operação noturna, descrevendo-a como uma ação decisiva para estabilizar o país, e prometendo um governo de transição liderado pelos EUA se necessário.
As forças especiais americanas conduziram uma operação noturna visando as casas seguras de Maduro em Caracas e prenderam-no com sucesso durante a operação.
A missão interrompeu brevemente a energia em algumas áreas da capital, gerando alarme em toda a cidade antes de os funcionários restabelecerem a eletricidade.
Trump declarou durante uma conferência de imprensa,
Insistiu que os Estados Unidos agiram no interesse dos venezuelanos, expressando prontidão para enviar tropas para garantir o controlo se necessário.
"Não temos medo de botas no terreno", acrescentou, enfatizando a necessidade de impedir que os leais a Maduro recuperem o poder.
Maduro, que governou a Venezuela durante mais de 12 anos, enfrentou repetidas acusações de Washington de gerir um narco-estado e manipular eleições.
Trump forneceu poucos detalhes sobre como os EUA pretendem administrar a Venezuela nas próximas semanas.
Afirmou que a medida não sobrecarregaria os contribuintes americanos, dizendo: "Não nos custará um cêntimo", referindo-se à riqueza petrolífera da Venezuela.
Trump argumentou que os EUA seriam reembolsados através das reservas petrolíferas da Venezuela, dizendo: "O dinheiro está a sair do chão."
O Secretário de Estado Marco Rubio terá contactado a Vice-Presidente Delcy Rodríguez, que Trump descreveu como cooperante.
"Ela realmente não tem escolha", disse Trump, citando Rodríguez como disposta a cumprir as diretivas dos EUA.
No entanto, fontes afirmaram que Rodríguez estava na Rússia, enquanto Moscovo chamou essa alegação de "falsa", negando que ela tivesse deixado o país.
Funcionários venezuelanos expressaram indignação, qualificando a operação como um ato ilegal de agressão e prometendo resistir à ocupação estrangeira.
Em Maracay, a comerciante Carolina Pimentel descreveu a notícia como surreal, dizendo: "É como um filme", mas acolheu bem a calma que se seguiu.
Pequenas multidões leais a Maduro reuniram-se em Caracas, enquanto soldados mantinham presença em áreas-chave.
Os governos latino-americanos responderam com reações mistas, com alguns apoiando a remoção enquanto outros condenaram a intervenção dos EUA.
O Presidente da Argentina, Javier Milei, chamou-lhe um novo capítulo para a liberdade venezuelana e apoiou a ação dos EUA.
O governo do México criticou o ataque, e o Presidente do Brasil, Lula da Silva, disse que "cruzou uma linha inaceitável".
A Rússia, o Irão e Cuba denunciaram a operação, acusando Washington de violar a soberania da Venezuela e apelaram à condenação internacional.
Teerão apelou ao Conselho de Segurança da ONU para deter o que chamou de "agressão ilegal" contra uma nação soberana.
Os Estados Unidos não tinham realizado uma intervenção regional tão direta desde a invasão do Panamá há 37 anos.
À medida que a situação se desenvolve, Maduro permanece sob custódia dos EUA, enquanto a dinâmica de poder na Venezuela permanece incerta.
Funcionários dos EUA não confirmaram quando ou se uma autoridade de transição assumirá o controlo dentro da Venezuela.
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