Reações vão de condenação às celebrações, em um cenário político polarizado diante da ação militar americana na VenezuelaReações vão de condenação às celebrações, em um cenário político polarizado diante da ação militar americana na Venezuela

O que dizem os partidos sobre o ataque dos EUA à Venezuela

2026/01/04 06:47
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Partidos políticos brasileiros divulgaram neste sábado (3.jan.2026) posicionamentos sobre o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) e da primeira-dama Cilia Flores

Enquanto legendas à esquerda criticaram a ofensiva e defenderam soberania nacional e soluções diplomáticas, siglas alinhadas à direita manifestaram apoio à ação, classificando-a como um marco com possíveis efeitos políticos e econômicos para a América Latina.

O PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a intervenção norte-americana configura uma grave agressão militar, viola a soberania venezuelana e ameaça a estabilidade regional. A legenda defendeu a atuação de organismos multilaterais e o respeito ao direito internacional, citando a fronteira comum entre Brasil e Venezuela e a necessidade de preservar a paz.

O PL Mulher, presidido por Michelle Bolsonaro, divulgou nota em apoio à ofensiva dos Estados Unidos e à captura de Maduro. O documento afirma que o episódio marca o “início da libertação” da Venezuela, com a prisão do que chamou de “ditador narcotraficante” e a desarticulação de estruturas de poder ligadas ao crime organizado.

Assinada por Michelle, a nota diz que a prisão de Maduro representa um sinal de que “a libertação dos povos latino-americanos das mãos de ditadores está cada dia mais próxima”.

Líderes e congressistas do PL também comemoraram a operação nas redes sociais, tratando o episódio como um “marco histórico”. Deputados de Mato Grosso fizeram referências à virada do ano, em alusão à controversa recente envolvendo uma campanha publicitária das Havaianas.

O PC do B classificou a ofensiva norte-americana como “terrorismo internacional”. A sigla convocou governos soberanos, movimentos sociais e forças políticas a se mobilizarem contra a escalada militar e a defenderem a autodeterminação da população venezuelana.

O Psol repudiou os ataques, que descreveu como criminosos e incompatíveis com normas internacionais. Manifestou solidariedade à população venezuelana e criticou o uso da força como instrumento de mudança de regime.

O PSDB adotou um tom institucional crítico à ação dos Estados Unidos. Em nota, declarou que o uso da força não pode ser legitimado e que o imbróglio deve ser enfrentado por meios pacíficos e diplomáticos.

Representantes de legendas de centro e centro-direita, como União Brasil e PSD, manifestaram avaliações favoráveis à retirada de Maduro do poder. Argumentaram que o episódio pode abrir espaço para reformas institucionais na Venezuela e melhorar o ambiente de confiança internacional, inclusive para investimentos. Esses grupos também destacaram a necessidade de respeito à ordem internacional.


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