Reprodução: Canva
Na segunda-feira (05), o dólar comercial fechou com variação de -0,2%, valendo R$5,4099, após ter começado o dia cotado a R$5,4227.
O dólar iniciou nesta terça-feira (06) cotado a R$5,4227.
Acompanhe nossa análise diária.
Confira a cotação do dólar em tempo real
Na segunda-feira (05), o dólar comercial fechou com variação de -0,3%, valendo R$5,4048, após ter começado o dia cotado a R$5,4038.
A sessão desta terça-feira é marcada por agenda econômica enxuta e forte influência do cenário externo. O mercado acompanha indicadores de atividade nos Estados Unidos e dados de inflação na Europa.
O noticiário internacional segue dominado pela crise na Venezuela. A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos elevou a percepção de risco geopolítico. O tema influencia petróleo, metais e bolsas no exterior.
No Brasil, os ativos reagem ao ambiente externo e a temas domésticos pontuais. A balança comercial e o caso Banco Master entram no radar dos investidores. O cenário político também adiciona ruído à sessão.
O discurso do presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, é um dos destaques do dia. Também estão no radar o PMI composto e de serviços dos EUA. Na Alemanha, investidores acompanham os dados de inflação.
No Brasil, a atenção se volta para a balança comercial. O vice-presidente Geraldo Alckmin concede coletiva em dia de agenda praticamente vazia no país.
O cenário externo continua influente. A busca por segurança segue presente nos mercados e os metais preciosos seguem a tendência de valorização.
Os futuros de Nova York indicam continuidade dos ganhos em Wall Street, enquanto as bolsas europeias operam de forma mista ao longo da sessão. Os PMIs regionais seguem orientando os negócios, em um ambiente ainda marcado por cautela.
Metais preciosos avançam com força, refletindo maior busca por proteção. A crise na Venezuela permanece como fator de aversão ao risco nos mercados internacionais.
O petróleo opera em leve alta, reagindo aos desdobramentos geopolíticos. Apesar da declaração de Donald Trump de que os Estados Unidos não estão em guerra com a Venezuela, o risco político segue no radar global.
O ambiente externo tende a orientar os mercados domésticos nesta sessão, em um dia de agenda local esvaziada. A principal atenção doméstica recai sobre a coletiva de Geraldo Alckmin, que deve comentar os números da balança comercial.
As estimativas apontam superávit comercial de US$7,1 bilhões em dezembro, acima dos US$5,842 bilhões registrados em novembro, o que representa avanço de 53% na comparação anual.
Além disso, o mercado acompanha o caso do Banco Master, após o TCU abrir questionamentos sobre os limites de atuação da Corte de Contas. O tema adiciona ruído ao ambiente doméstico.
O ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, determinou ação imediata no caso Banco Master e ordenou inspeção in loco no Banco Central para apurar o processo de liquidação extrajudicial.
A atuação foi classificada como de “máxima urgência”, e auditores do BC já realizam a inspeção. O episódio levanta questionamentos no mercado sobre os limites de atuação institucional.
Entre técnicos do Banco Central, a iniciativa é vista como atípica e amplia a percepção de insegurança jurídica. O tema segue no radar do sistema financeiro.
O presidente Lula pretende vetar o projeto que reduz penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, decisão que ocorre na semana do terceiro aniversário dos ataques e reacende o debate político.
O STF realiza um evento para marcar os três anos dos atos golpistas, reforçando o simbolismo institucional da data. O ambiente político permanece tensionado.
Na Câmara, o líder do PT pediu investigação contra parlamentares, incluindo deputados e um senador, por incentivo à intervenção militar. O movimento adiciona pressão ao cenário político.


