A Solana registrou um crescimento espetacular e encerrou 2025 com um conjunto impressionante de recordes que reforça seu avanço no cenário global de blockchain. Dados divulgados pela própria rede, com base em levantamentos do Blockworks Research, mostram que praticamente todos os principais indicadores operaram em máximas históricas.
As aplicações construídas na rede geraram US$ 2,39 bilhões em receita, um salto de 46% em relação ao ano anterior. Além disso, sete aplicativos ultrapassaram individualmente a marca de US$ 100 milhões ao longo do ano, entre eles Pumpfun, Axiom Exchange, Raydium e Jupiter Exchange. Esse desempenho decorre de uma intensa campanha institucional em Wall Street e São Francisco, criada para promover a rede entre grandes investidores.
O líder de Crescimento LatAm da Solana, Antonio Neto, destaca que esses aplicativos alcançaram a marca de US$ 100 milhões mais rápido do que qualquer outro projeto anterior no ecossistema. Enquanto isso, projetos menores também brilharam. Juntos, eles somaram mais de US$ 500 milhões, mostrando que o avanço da Solana vai muito além das plataformas mais conhecidas.
O desempenho da própria blockchain também apresentou resultados extraordinários. A receita da rede alcançou US$ 1,4 bilhão, crescimento de 48 vezes em dois anos. Em 2025, a Solana processou 33 bilhões de transações não relacionadas a votos, aumento anual de 28%. A média ficou em 1.054 transações por segundo, com taxas extremamente baixas, que variaram de US$ 0,017 a US$ 0,025 por transação.
O número de carteiras ativas únicas subiu para 3,2 milhões por dia, alta de 50%, enquanto 725 milhões de novas carteiras realizaram ao menos uma transação. Mesmo com essa explosão de atividades, a rede manteve custos baixos e estabilidade operacional, pontos frequentemente citados como diferenciais competitivos frente a outras blockchains.
A Solana também ampliou de forma decisiva sua oferta de ativos. A quantidade de stablecoins na rede mais que dobrou, encerrando 2025 em US$ 14,8 bilhões. O volume transferido dessas moedas alcançou US$ 11,7 trilhões, um salto de sete vezes em dois anos. A rede ainda passou a hospedar ações tokenizadas, que estrearam com US$ 651 milhões negociados.
O Bitcoin tokenizado na Solana atingiu US$ 33 bilhões, enquanto a oferta desse ativo na rede dobrou para US$ 770 milhões. Outro marco relevante foi o staking: 421 milhões de SOL ficaram alocados, o maior patamar já registrado. ETFs ligados à Solana também surpreenderam ao registrar US$ 1,02 bilhão em entradas líquidas.
Assim, as exchanges descentralizadas tiveram papel vital nessa expansão. O volume total negociado ultrapassou US$ 1,5 trilhão, avanço anual de 57%. Doze DEXes superaram a marca de US$ 10 bilhões em volume, com destaque para Raydium, Orca e Meteora. Pares envolvendo SOL representaram 42% das negociações, enquanto stablecoins responderam por 30%.
O mercado de memecoins e plataformas de lançamento continuou ativo. O volume chegou a US$ 482 bilhões, mesmo após leve retração anual, acumulando crescimento de 80 vezes em dois anos. As receitas de lançamentos dobraram para US$ 762 milhões, impulsionadas pela criação de mais de 11,6 milhões de tokens.
Agregadores e plataformas profissionais também marcaram presença. Agregadores de DEX movimentaram US$ 922 bilhões, enquanto plataformas de trading geraram US$ 940 milhões em receita, ambas em máximas históricas.
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