Líder religioso cita “perseguição política” e compara situação de Bolsonaro com a de Fernando Collor, que está preso em casaLíder religioso cita “perseguição política” e compara situação de Bolsonaro com a de Fernando Collor, que está preso em casa

Malafaia questiona Moraes e defende prisão domiciliar para Bolsonaro

2026/01/15 07:45
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O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em suas redes sociais nesta 4ª feira (14.jan.2026) com críticas ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na prisão. Malafaia questionou se Moraes “quer matar Bolsonaro” e afirmou que o ex-governante foi encontrado desmaiado dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

O líder religioso defendeu a concessão de prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de que Bolsonaro sofre de sequelas graves da facada recebida em 2018. Malafaia comparou o caso ao do ex-presidente Fernando Collor, que recebeu o benefício em maio de 2025 por causa de comorbidades graves e idade avançada. O pastor acusou a Justiça de usar “2 pesos e duas medidas”.

Malafaia criticou a suspensão, por parte de Moraes, de uma sindicância do CFM (Conselho Federal de Medicina) sobre as condições de saúde de Bolsonaro. Classificou a medida como uma desonra aos médicos brasileiros e militares e citou o caso de Cleriston Pereira da Silva, conhecido como Clezão, que morreu na Papuda após alertas sobre doenças graves não serem atendidos por Moraes.

No vídeo, o pastor também atacou a validade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid. Afirmou que o militar quebrou o sigilo da delação ao dizer que foi pressionado por Moraes e pela Polícia Federal. Defendeu que o depoimento deveria ser cancelado por ter sido alterado diversas vezes. E chamou a denúncia de “fajuta e covarde”.

O pastor parabenizou a cobertura da mídia sobre o Banco Master, mas cobrou “mesmo apetite” para mostrar o que chamou de “absurdos” do Judiciário. Segundo ele, os jornalistas ignoram as perseguições porque Bolsonaro cortou verbas publicitárias bilionárias durante seu mandato.

Ao final, Malafaia leu trechos do Salmo 18, da Bíblia, e pediu “justiça divina” contra o que classificou como “homens maus e perversos”.

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