O preço do Bitcoin segue relevante, porém insuficiente para explicar seus movimentos em 2026.
Por isso, analistas observam fluxos, incentivos, estrutura de mercado e regulação.
Nesse contexto, eles refletem decisões de alocação, e não apenas especulação. Segundo a Reuters, a alta de 2025 foi impulsionada por fortes fluxos para ETFs.
Além disso, Nicolas Lin afirmou que o cripto entrou de forma permanente nos portfólios. Entretanto, a Bloomberg lembrou que saídas de quase US$ 1 bilhão podem ocorrer em um único dia.
Ao mesmo tempo, empresas com BTC em caixa oferecem exposição indireta. De acordo com a Reuters, esse grupo é chamado de “digital asset treasury companies”.
Nesse cenário, em janeiro de 2026, a MSCI adiou mudanças que poderiam excluir esses papéis de índices. Segundo o JPMorgan, o risco de venda poderia chegar a US$ 2,8 bilhões.
Por outro lado, após o halving de 2024, as taxas caíram forte, conforme a Galaxy, 15% dos blocos foram gratuitos em 2025.
Já a CoinShares apontou taxas abaixo de 1% da recompensa total. Como resultado, no início de 2026, a receita por bloco caiu 32% em um ano, segundo dados ligados ao JPMorgan.
Paralelamente, a Lightning Network alcançou 5.637 BTC em capacidade no fim de 2025, além disso, projetos de L2 cresceram de 10 para 75 desde 2021.
Nesse sentido, a Galaxy projeta até US$ 47 bilhões em BTC migrando para L2s até 2030, enquanto isso, propostas como OP_CAT e OP_CTV voltaram ao centro do debate.
Por fim, nos EUA, um decreto criou a diretriz para uma Reserva Estratégica de Bitcoin, já o GENIUS Act estabeleceu regras para stablecoins.
Na Europa, o MiCA limita o mercado a empresas autorizadas até julho de 2026. Diante disso, o ambiente regulatório tornou-se um fator decisivo.
Assim, em 2026, o Bitcoin parece menos guiado por euforia e mais por forças invisíveis ao gráfico, para analistas, é nelas que surgem os sinais mais relevantes.
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