O Bitcoin pode estar formando um fundo de preço em janeiro. Três indicadores técnicos e de mercado apontam para essa direção.
A consolidação testa a paciência de traders. Mas pode abrir oportunidades para quem tem estratégia disciplinada de capital.
O Bitcoin se aproxima de uma região que historicamente funcionou como ponto de entrada para investidores de longo prazo. A zona fica em US$ 86 mil.
A plataforma Alphractal identifica essas regiões por médias móveis. Quando o preço cai abaixo das médias de 7 a 720 dias, o ativo fica subvalorizado em relação à tendência de longo prazo.
O Bitcoin já rompeu a maioria dessas médias desde novembro. Falta apenas a média de 720 dias. Ela está próxima de US$ 86 mil.
DCA é a sigla para Dollar Cost Averaging. A estratégia consiste em comprar um ativo em intervalos regulares, independentemente do preço.
Cair abaixo de US$ 86 mil não garante reversão imediata. Dados históricos mostram que essas fases duram vários meses.
O crescimento da rede Bitcoin despencou. Os níveis atuais não eram vistos desde 2022.
O dado parece negativo. Mas padrões anteriores mostram que pode ser sinal de recuperação à frente.
A gestora Swissblock analisa a combinação de atividade fraca e baixa liquidez. Para a empresa, isso indica acumulação antes de um movimento forte.
Em 2022, esse cenário antecedeu uma fase de consolidação. Depois, o Bitcoin disparou para novas máximas.
A gestora ressalta que ainda faltam sinais claros de retomada da adoção. Se o padrão se repetir, o Bitcoin pode atingir nova máxima histórica em 2026.
A pressão vendedora de grandes investidores caiu drasticamente. O movimento favorece a estabilização de preços.
Dados da CryptoQuant mostram que o fluxo de Bitcoin das baleias para exchanges encolheu. A queda foi acentuada na Binance, maior exchange do mundo.
Transações grandes, de 100 a mais de 10 mil BTC, recuaram de quase US$ 8 bilhões por mês no fim de novembro para cerca de US$ 2,74 bilhões.
A redução de 65% no volume diminui a oferta vendedora. Isso estabiliza preços e aumenta chances de recuperação.
Os três sinais se reforçam. Preço abaixo de médias importantes, rede em mínima histórica e baleias vendendo menos.
Juntos, indicam que o Bitcoin caminha para uma consolidação. O movimento pode formar fundo local antes de nova alta.
Os dados não definem um preço exato de fundo. Riscos externos continuam presentes. Tensões geopolíticas podem trazer novas tarifas. A mudança na liderança do Federal Reserve também gera incerteza.
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