O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira em alta de 1,86%, aos 178.858,54 pontos, renovando seu recorde de fechamento pela quarta sessão consecutiva. Na máxima do dia, o índice rompeu 180 mil pontos pela primeira vez na história.
A alta foi sustentada pelo fluxo estrangeiro, que vêm reforçando a liquidez na B3 nas últimas sessões. Segundo operadores de mercado, houve forte movimentação nas operações envolvendo o EWZ, principal ETF de ações brasileiras negociado em Nova York.
Analistas também apontam que a rotação de investimentos tem sido impulsionada por fatores ligados à economia dos Estados Unidos e ao mercado internacional. A alta do petróleo, influenciada por declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o Irã e pelo aumento das tensões no Oriente Médio, favorece ações do setor de energia.
Além disso, a elevação dos preços do minério de ferro na Ásia beneficia empresas ligadas ao setor metálico, como a Vale.
Na semana, a Bolsa brasileira acumulou valorização de 8,53%, o melhor desempenho semanal desde abril de 2020, quando subiu 11,71%. Em janeiro, até o momento, o índice avança 11,01%, caminhando para o melhor resultado mensal desde novembro de 2023.
Desde a última terça-feira (20), o Ibovespa subiu em todas as sessões, com avanço de cerca de 12,5 mil pontos no período.
As ações de maior peso no índice apresentaram fortes ganhos ao longo da sessão. Petrobras subiu 4,35% (ON) e 3,97% (PN), acompanhando a alta de cerca de 3% nas cotações do petróleo. A Vale avançou 2,46%.
No setor bancário, as altas variaram de 1,14% (Itaú PN) a 3,54% no (Banco do Brasil ON).
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Braskem (+10,66%), CSN (+6,29%) e Prio (+4,91%). Já entre as quedas, ficaram Vivara (-5,06%), Pão de Açúcar (-2,31%) e Caixa Seguridade (-1,90%).
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