A PANews noticiou no dia 25 de janeiro que a a16z Crypto publicou uma análise na sua conta oficial afirmando que as previsões do mercado sobre uma "ameaça da computação quântica às criptomoedas" são frequentemente exageradas, e a probabilidade de um computador quântico com poder destrutivo real aparecer antes de 2030 é extremamente baixa. O artigo salienta que os principais esquemas de assinatura digital e sistemas de conhecimento zero como o zkSNARK não são facilmente vulneráveis a ataques quânticos de "recolher primeiro, depois decifrar". Impulsionar prematuramente as blockchains para soluções resistentes a computação quântica pode introduzir problemas como degradação de desempenho, engenharia imatura e potenciais falhas de segurança.
A a16z enfatizou ainda que, em comparação com os riscos quânticos ainda em desenvolvimento, os desafios mais realistas que as principais chains públicas como Bitcoin e Ethereum enfrentam atualmente derivam da dificuldade de coordenar atualizações de protocolo, complexidade de governança e vulnerabilidades no código ao nível da implementação. Aconselhou os programadores a planear caminhos resistentes a computação quântica antecipadamente com base numa avaliação razoável do período de tempo, em vez de implementar migrações precipitadamente. Salientou também que num futuro previsível, questões de segurança tradicionais como defeitos de código, ataques de canal lateral e injeção de falhas permanecem mais dignas de investimento prioritário de recursos do que a computação quântica, e que a auditoria, fuzzing e verificação formal devem ser reforçadas como foco principal.


