Com Selic em 15%, colegiado do BC indica possível flexibilização, mas afirma que restrição seguirá para garantir inflação na metaCom Selic em 15%, colegiado do BC indica possível flexibilização, mas afirma que restrição seguirá para garantir inflação na meta

Copom sinaliza início de corte de juros na próxima reunião

2026/01/29 06:16
Leu 2 min
Para enviar feedbacks ou expressar preocupações a respeito deste conteúdo, contate-nos em crypto.news@mexc.com

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) manteve a taxa básica de juros em 15% ao ano e indicou que poderá iniciar a flexibilização da política monetária na próxima reunião, caso o cenário esperado se confirme. O Copom volta a se reunir em março.

A decisão foi divulgada nesta 4ª feira (28.jan.2026) e ocorre em meio à desaceleração gradual da inflação e da atividade econômica. Leia a íntegra (PDF – 41 kB) do comunicado.

“O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, informou o comunicado divulgado após a reunião do colegiado. 

O Copom, no entanto, afirmou que “seguirá com restrição monetária adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, o que importa porque o nível dos juros afeta diretamente crédito, consumo, investimentos e o ritmo de crescimento da economia.

O comitê avaliou que o ambiente externo permanece incerto, sobretudo em razão da conjuntura econômica e da política dos Estados Unidos, com impactos sobre as condições financeiras globais.

Segundo o texto, esse cenário exige cautela adicional de países emergentes, especialmente diante do aumento das tensões geopolíticas.

No cenário doméstico, o Copom afirmou que os indicadores seguem trajetória de moderação do crescimento econômico, como esperado, enquanto o mercado de trabalho ainda demonstra resiliência. 

“A inflação cheia e as medidas subjacentes apresentaram arrefecimento nas divulgações mais recentes, mas continuam acima da meta”.

O comitê avaliou que os riscos para a inflação continuam mais elevados do que o usual. Entre os fatores de alta, citou a possibilidade de desancoragem prolongada das expectativas, maior persistência da inflação de serviços e impactos inflacionários de políticas econômicas externas e internas, inclusive por meio de câmbio mais depreciado.

Entre os riscos de baixa, o colegiado destacou uma desaceleração doméstica mais intensa do que a projetada, um enfraquecimento global mais acentuado em razão de choques no comércio internacional e eventual queda nos preços das commodities.

O Copom também afirmou que segue acompanhando os efeitos do contexto geopolítico sobre a inflação brasileira e os impactos da política fiscal doméstica sobre a política monetária e os ativos financeiros. 

Isenção de responsabilidade: Os artigos republicados neste site são provenientes de plataformas públicas e são fornecidos apenas para fins informativos. Eles não refletem necessariamente a opinião da MEXC. Todos os direitos permanecem com os autores originais. Se você acredita que algum conteúdo infringe direitos de terceiros, entre em contato pelo e-mail crypto.news@mexc.com para solicitar a remoção. A MEXC não oferece garantias quanto à precisão, integridade ou atualidade das informações e não se responsabiliza por quaisquer ações tomadas com base no conteúdo fornecido. O conteúdo não constitui aconselhamento financeiro, jurídico ou profissional, nem deve ser considerado uma recomendação ou endosso por parte da MEXC.

Role os dados e ganhe até 1 BTC

Role os dados e ganhe até 1 BTCRole os dados e ganhe até 1 BTC

Convide amigos e divida 500,000 USDT!