Documento foi enviado ao presidente da CPI do Crime Organizado, Fabiano Contarato; pedido relaciona Viviane Barci à movimentações no caso Banco MasterDocumento foi enviado ao presidente da CPI do Crime Organizado, Fabiano Contarato; pedido relaciona Viviane Barci à movimentações no caso Banco Master

Senadores propõem quebra de sigilo de mulher de Moraes

2026/01/30 05:11
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Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES) apresentaram nesta 5ª feira (29.jan.2026) um requerimento para quebrar o sigilo bancário e fiscal de Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). 

O documento foi enviado ao presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, Fabiano Contarato (PT-ES). Eis a íntegra do requerimento (PDF – 335 kB).

Na justificativa, os senadores afirmam que o objetivo da quebra de sigilo é “identificar nexos financeiros, padrões atípicos de movimentação e possíveis vínculos econômicos relevantes”. O requerimento busca identificar a relação entre a atuação de organizações criminosas e a influência da mulher de Moraes enquanto advogada.

Os senadores mencionam que há indícios de que o escritório de advocacia de Viviane Barci teria se beneficiado de “interlocuções informais e intermediações de alto nível junto a órgãos públicos estratégicos”. Além disso, mencionam um acordo de mais de R$ 130 milhões firmado entre Viviane e o Banco Master em 36 meses. Viviane e o Banco Master nunca negaram as informações.

“O instrumento não possui caráter punitivo ou acusatório. Trata-se de ferramenta constitucional das CPIs, reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, para apuração objetiva de fatos e identificação de eventuais padrões atípicos ou esquemas estruturados de favorecimento indevido, tráfico de influência ou ocultação de ilícitos”, disse Girão, autor do requerimento.

A quebra de sigilo bancário é uma medida judicial que permite o acesso a informações financeiras protegidas por lei (saldos, extratos, investimentos) para investigação de crimes, como os apurados pelas CPIs. Se acatado pelo presidente, deve ir à votação nas primeiras sessões da comissão. O relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), já se posicionou a favor da quebra de sigilo de Viviane.

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