A dívida bruta do governo geral subiu para 78,7% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2025 e alcançou R$ 10 trilhões, segundo dados divulgados nesta 6ª feira (30.jan.2026) pelo BC (Banco Central). Eis a íntegra (PDF – 338 kB).
No encerramento de 2024, o indicador estava em 76,3% do PIB. A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) compreende o governo federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social e os governos estaduais e municipais.
A dívida bruta em proporção ao PIB aumentou 7 pontos percentuais (p.p.) no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em valores, o endividamento cresceu R$ 2,79 trilhões no atual mandato.
O Banco Central disse que a dívida aumentou 2,4 pontos percentuais em 2025. Esse crescimento refle os seguintes fatores:
O Banco Central disse que o setor público consolidado –formado por União, Estados, municípios e estatais– registrou deficit nominal, que inclui gastos com juros da dívida pública, de R$ 1,06 trilhão em 2025. O valor corresponde a 8,34% do PIB. O saldo negativo havia sido de R$ 998 bilhões, em valores nominais (8,47% do PIB). O país gastou R$ 1,0 trilhão com juros da dívida em 2025, ante R$ 950,4 bilhões em 2024.
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