Economia com massa polimérica é o foco de quem quer gastar menos, já que esse material promete reduzir entre 25% e 40% dos custos totais da alvenaria. Essa diferença aparece não só no preço do produto, mas principalmente na velocidade do trabalho e no fim do desperdício de insumos básicos no canteiro.
O preço da bisnaga de 3kg assusta na prateleira por ser maior que o do cimento, mas o segredo está no rendimento absurdo do material. Para assentar a mesma quantidade de tijolos que essa pequena embalagem faz, você precisaria comprar, carregar e misturar cerca de 60kg de argamassa convencional.
O saldo fica positivo porque você elimina gastos pesados com a compra de areia, cal e o próprio cimento. Ao colocar na ponta do lápis, o valor investido apenas no material se equilibra, mas a vantagem financeira real surge nas outras etapas do processo construtivo.
Aplicação do novo material sustentável e econômico em substituição ao cimento convencional em obras
O custo mais pesado de uma construção hoje é a diária do profissional, e a massa polimérica aumenta a produtividade em até 3 vezes. Um pedreiro que levantaria 15 metros de parede num dia com cimento, consegue entregar entre 40 e 50 metros com a cola bloco, pois não perde tempo virando massa.
Se a etapa de alvenaria levaria 30 dias no método tradicional, com a polimérica esse prazo cai para 10 ou 12 dias. São quase 20 diárias a menos para pagar, o que representa uma quantia enorme de dinheiro que sobra no final do mês para investir em acabamento.
A logística da obra muda completamente, pois você deixa de gastar com itens que parecem pequenos, mas somam muito no total. Não é preciso alugar caçambas para retirar entulho, já que a sujeira é praticamente inexistente, nem pagar fretes constantes de caminhões de areia.
Observe onde o dinheiro para de vazar com essa troca:
Leia também: Aviso importante para quem usa a função de aproximação do cartão
No método tradicional, estima-se que até 20% da argamassa é perdida caindo no chão durante a aplicação ou secando no carrinho antes do uso. Isso significa que a cada cinco sacos de cimento comprados, um vai direto para o lixo, jogando seu dinheiro fora.
Com a massa polimérica, o desperdício é próximo de zero, pois o produto é aplicado direto da embalagem sobre o tijolo. Se sobrar material no fim do dia, basta fechar a bisnaga ou o aplicador e usar no dia seguinte, garantindo aproveitamento total do investimento.
No vídeo a seguir, o canal Biomassa do Brasil, com 37 mil inscritos, fala um pouco sobre o uso desse produto:
A comparação direta mostra que, embora o insumo tecnológico tenha um valor unitário alto, o custo global da parede pronta despenca. A soma de rapidez, limpeza e logística simplificada torna a opção polimérica imbatível para obras residenciais de alvenaria de vedação.
Analise a comparação de custos na prática:
| Item de Custo | Argamassa Convencional | Massa Polimérica |
| Material Base | Barato (usa muito volume) | Caro (rende muito) |
| Mão de Obra | Lenta (mais diárias) | Rápida (menos diárias) |
| Logística | Areia, cimento, cal, água | Apenas as caixas |
| Custo Final m² | Referência (100%) | 60% a 75% do valor |
Optar por essa tecnologia exige planejamento, mas o retorno financeiro é imediato assim que as paredes começam a subir. Converse com seu pedreiro antes da compra, pois a economia só acontece se a aplicação for feita corretamente e sem excessos.
O post Novo substituto do cimento pode ser até 40% mais econômico e está fazendo sucesso em todas as construções apareceu primeiro em Monitor do Mercado.


Microsoft tem queda acentuada no valor de suas ações por conta dos altos investimentos em IA Getty Images A apreensão de Wall Street com o custo do desenvo
