“É hora da organização finalmente ser comandada por uma mulher”, afirmou o presidente em seu perfil do X“É hora da organização finalmente ser comandada por uma mulher”, afirmou o presidente em seu perfil do X

Lula apoia candidatura de Michelle Bachelet à secretária-geral da ONU

2026/02/03 00:18
Leu 2 min
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, nesta 2ª feira (2.fev.2026), apoio à candidatura da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), atualmente ocupado por António Guterres. Em seu perfil no X, escreveu que “é hora de a organização finalmente ser comandada por uma mulher”

Na publicação, o petista elogiou a trajetória de Bachelet, a qual, segundo ele, é “marcada pelo pioneirismo”. Declarou: “Sua experiência, liderança e compromisso com o multilateralismo a credenciam para conduzir a ONU, em um contexto internacional marcado por conflitos, desigualdades e retrocessos democráticos”.

Lula afirmou ainda que a ex-presidente teve um papel “decisivo” na criação da ONU Mulheres e que, como alta comissária da organização para os Direitos Humanos, trabalhou para “proteger os mais vulneráveis”.

Michelle Bachelet também é apoiada pelos presidentes do Chile, Gabriel Boric, e do México, Claudia Sheinbaum. Em publicação no X, Boric afirmou que os 3 países têm “orgulho” de oficializar a inscrição da candidatura de Bachelet. “Um orgulho para o Chile”, disse.

Em novembro de 2025, o presidente Lula já havia sinalizado que gostaria de uma mulher latino-americana à frente da ONU. Em discurso na 4ª cúpula da Celac-UE (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos e da União Europeia), lamentou que, apesar das mulheres representarem mais da metade da população mundial, “nunca exerceram a mais alta função das Nações Unidas”

Assista (1min28): 

Quem é Michelle Bachelet

Michelle Bachelet é uma política e médica chilena. Foi presidente do Chile por 2 mandatos (2006–2010 e 2014–2018) e é uma das principais lideranças políticas da América Latina.

Antes de chegar à Presidência, atuou como ministra da Defesa e ministra da Saúde, tornando-se a 1ª mulher a chefiar as Forças Armadas chilenas. No plano internacional, teve papel de destaque na ONU (Organização das Nações Unidas).

De 2010 a 2013, foi a 1ª diretora-executiva da ONU Mulheres, agência criada para promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino. Depois, de 2018 a 2022, exerceu o cargo de alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, responsável por monitorar violações de direitos fundamentais em todo o mundo.

Sua trajetória é marcada pela defesa do multilateralismo, dos direitos humanos e da igualdade de gênero, temas centrais do sistema das Nações Unidas.

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