O Presidente Donald Trump insistiu que ele "não era amigo" do agressor sexual Jeffrey Epstein, apesar das alegações de que os dois homens eram "os amigos mais próximos".
Depois do Departamento de Justiça ter divulgado milhares de documentos que ligam Trump a Epstein, o presidente argumentou nas redes sociais que nunca tinha sido próximo do agressor sexual.
"Não só não era amigo de Jeffrey Epstein mas, com base em informações que acabam de ser divulgadas pelo Departamento de Justiça, Epstein e um 'autor' mentiroso e DESPREZÍVEL chamado Michael Wolff, conspiraram para me prejudicar e/ou prejudicar a minha Presidência," escreveu Trump na segunda-feira. "Tanto para a esperança contra a esperança da Esquerda Radical, alguns dos quais vou processar. Além disso, ao contrário de tantas pessoas que gostam de 'falar' disparates, nunca fui à ilha infestada de Epstein mas, quase todos estes Democratas Corruptos, e os seus Doadores, foram."
Em gravações divulgadas por Wolff no ano passado, Epstein afirmou que Trump foi em tempos o seu "amigo mais próximo".
"Fui o amigo mais próximo de Donald durante 10 anos," disse o agressor sexual a Wolff quando perguntado como sabia detalhes sobre a vida do presidente.
Trump criticou duramente Wolff como "um escritor desacreditado que rotineiramente fabrica mentiras para vender livros de ficção porque claramente não tem moral nem ética" por divulgar as gravações áudio de Epstein.


