O golpe do caixa eletrônico continua sendo uma das táticas preferidas de criminosos para roubar cartões e senhas de clientes distraídos em agências bancárias. Mesmo com o avanço da tecnologia e da biometria, os bandidos utilizam truques físicos e engenharia social para limpar a conta de vítimas em poucos minutos.
Uma das armadilhas mais frequentes é o “chupa-cabra”, um dispositivo instalado na entrada do cartão que copia os dados da trilha magnética. Outra tática perigosa é o falso suporte, onde o criminoso se finge de funcionário do banco ou cliente solícito para “ajudar” você a resolver um problema técnico simulado no terminal.
Nesses casos, o golpista observa a digitação da sua senha e, muitas vezes, troca o seu cartão verdadeiro por um falso sem que você perceba. A partir daí, com o acesso total à sua conta, eles realizam saques e transferências imediatas antes mesmo de você conseguir realizar o bloqueio oficial pelo aplicativo.
Operação de caixas eletrônicos para saques de dinheiro durante o ano de dois mil e vinte e seis – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy – Créditos: depositphotos.com / joasouza
Antes de inserir o seu cartão, é fundamental fazer uma inspeção visual rápida na estrutura do caixa eletrônico. Se qualquer peça parecer solta, mal encaixada ou com marcas de cola e fita adesiva, não utilize o equipamento e saia imediatamente da agência para procurar outro local mais seguro.
Fique atento aos seguintes sinais de perigo ao entrar em um banco:
Varredura de Segurança
O que observar
O que observar
O que observar
O que observar
Dica Tática: Sempre mexa levemente na entrada do cartão (o “bico” verde) antes de usar. Se ela se mover ou sair na mão, não utilize o terminal.
Se o seu cartão ficar retido, jamais aceite ajuda de estranhos que surgem “do nada” oferecendo o próprio celular para você ligar para o banco. Esses telefones costumam estar conectados a uma central falsa, onde um comparsa solicitará seus dados confidenciais e a sua senha para supostamente cancelar o cartão.
Mantenha a calma e siga estas orientações de segurança:
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Muitos golpistas deixam comprovantes de transação falsos ou papéis informativos colados no caixa dizendo que o sistema precisa de atualização de biometria. Eles aproveitam o momento de dúvida do cliente para intervir e conduzir a vítima a realizar operações que, na verdade, são transferências de altos valores para contas de laranjas.
Lembre-se que funcionários reais dos bancos nunca abordam clientes para solicitar senhas ou realizar testes de transferência no autoatendimento. Qualquer pedido desse tipo, vindo de alguém sem uniforme ou identificação clara dentro da agência, deve ser tratado imediatamente como uma tentativa de crime e reportado aos seguranças do local.
Operação de caixas eletrônicos para saques de dinheiro durante o ano de dois mil e vinte e seis -Créditos: depositphotos.com / Rawpixel
Dê preferência para realizar saques durante o horário comercial, quando há funcionários e maior movimento de pessoas dentro da agência. Evite caixas eletrônicos situados em locais isolados, mal iluminados ou postos de gasolina durante a madrugada, pois a falta de vigilância facilita a ação de quadrilhas especializadas.
Se puder, utilize o saque via QR Code ou biometria, tecnologias que permitem retirar o dinheiro sem nem precisar inserir o cartão físico na máquina. Essas camadas extras de proteção dificultam a vida dos criminosos e garantem que o seu patrimônio continue seguro contra as garras de quem vive de aplicar golpes nos terminais bancários.
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