O fundo de investimento imobiliário PSEC11 encerrou dezembro com receitas de R$ 38,414 milhões e despesas de R$ 919,3 mil, resultando em um operacional de R$ 37O fundo de investimento imobiliário PSEC11 encerrou dezembro com receitas de R$ 38,414 milhões e despesas de R$ 919,3 mil, resultando em um operacional de R$ 37

PSEC11 mantém R$ 0,65 por cota e avança em reposicionamento

2026/02/03 21:05
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PSEC11 mantém R$ 0,65 por cota e avança em reposicionamento

O fundo de investimento imobiliário PSEC11 encerrou dezembro com receitas de R$ 38,414 milhões e despesas de R$ 919,3 mil, resultando em um operacional de R$ 37,494 milhões. Após o ajuste a valor de mercado (MTM) de R$ 25,592 milhões para fins de distribuição, o resultado líquido do período foi de R$ 12,715 milhões, refletindo a nova configuração do portfólio após a fusão de HGFF11 e BPFF11.

Dezembro foi o terceiro mês completo desde a combinação dos fundos, etapa-chave na reorganização da carteira. Nesse contexto, o patrimônio líquido do PSEC11 rendeu 2,7%, ligeiramente abaixo do IFIX, que avançou 3,1%. No mercado secundário, as cotas subiram 3,4%, enquanto o P/VP terminou o ano em 0,85 vez, abaixo da média histórica de 0,91 vez.

A administração manteve a distribuição em R$ 0,65 por cota com base no resultado de dezembro. Ao fim do mês, o fundo imobiliário PSEC11 preservou R$ 0,05 por cota em reserva de lucros e R$ 0,33 por cota em ganho de capital não realizado nas posições em outros FIIs, reforçando a disciplina na gestão de caixa e resultados.

A performance relativa foi impactada pela forte alta do mercado no período. Em meses de rally, é comum que o patrimônio do PSEC11 não supere o benchmark, devido à presença de ativos menos líquidos. A exposição a FIIs via private placement e CRIs, que somam 35% do portfólio, contribui para essa dinâmica, enquanto fundos mais especulativos, ausentes na carteira, tendem a liderar as altas.

Desde fevereiro de 2020, o fundo acumula retorno superior ao IFIX, com performance relativa de +34,8% frente aos +23,4% do índice, equivalente a 149% do benchmark. Esse histórico sustenta a estratégia do veículo no equilíbrio entre renda e preservação de capital.

Movimentações relevantes marcaram dezembro: foram vendidas cotas de FIIs somando R$ 114,7 milhões (8% do PL) e, no trimestre pós-fusão, as alienações atingiram R$ 216 milhões (16% do PL), reduzindo as posições de 118 para 102. Os recursos tiveram destino definido: cerca de R$ 65 milhões no CRI WTC e R$ 15 milhões em operação compromissada de curto prazo, próxima de 200% do CDI.

Para janeiro, o plano inclui vender aproximadamente R$ 100 milhões em cotas de FIIs e alocar R$ 85 milhões em oito novos CRIs: R$ 40 milhões indexados ao IPCA (IPCA + 9,6% a.a.) e R$ 45 milhões a CDI + 2,5% a.a. A meta da gestão do PSEC11 é reduzir a carteira para cerca de 90 posições, mantendo esse ritmo de ajustes nos meses seguintes.

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