Ministro reafirma desejo de participar da campanha de reeleição do presidente em vez de concorrer ao Senado ou ao governo de São PauloMinistro reafirma desejo de participar da campanha de reeleição do presidente em vez de concorrer ao Senado ou ao governo de São Paulo

“Vamos ver quem convence quem”, diz Haddad em relação a Lula

2026/02/03 21:23
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), reafirmou nesta 3ª feira (3.fev.2026) o seu desejo de participar da coordenação da campanha para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência. Haddad deixou claro que não quer ser candidato nem ao governo de São Paulo nem ao Senado pelo Estado –vontade de Lula.

“Vamos ver quem convence quem”, declarou o ministro em entrevista à rádio BandNews FM.

Haddad, que deve deixar o comando da Fazenda este mês, pontuou que, nos últimos anos, foi candidato a presidente em 2018 “quando ninguém quis ser” e ao governo de São Paulo em 2022.

“Eu penso que você tem de se colocar à disposição para aquilo que está animado, para aquilo que acha que vai contribuir e vestir a camiseta e dar de tudo. E eu fiz isso várias vezes”, declarou.

“Então vem falar de sacrifício? Para mim? Quem é a pessoa que está falando de sacrifício para mim?”, questionou retoricamente.

Quando os repórteres mencionaram as declarações da ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), Haddad respondeu: “Cada um tem de falar: ‘a posição que eu jogo melhor, nesse momento, é essa aqui’”.

E acrescentou: “Eu gostaria de participar da campanha do presidente. É isso que eu acho que vou fazer de melhor, porque penso que precisamos elaborar um plano qualitativamente mais exigente em virtude de tudo o que está acontecendo no mundo. É onde me vejo colaborando mais”.

No fim de janeiro, Gleisi defendeu que Haddad disputasse as eleições de 2026. Para ela, o momento político exige que todos os principais quadros do partido participem do processo eleitoral como forma de barrar o avanço da direita no país.

“Estamos em uma quadra histórica de defesa da democracia. Não temos o direito de deixar a extrema-direita voltar a governar”, afirmou Gleisi. Segundo ela, todos devem “vestir a camisa” e fazer o que sabem de melhor na disputa eleitoral.

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