A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 0,1% em dezembro para 0,2% em janeiro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Com o resultado, o indicador acumula avanço de 0,20% em 2026 e queda de 1,11% em 12 meses.
O resultado ficou abaixo da mediana de 0,24% estimada por analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, cujas previsões variavam de estabilidade a alta de 0,52%.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), que integra o IGP-DI, subiu 0,21% em dezembro para 0,72% em janeiro. Segundo a FGV, o principal fator foi o aumento no custo da mão de obra, que passou de alta de 0,29% em dezembro para elevação de 1,22% em janeiro.
O movimento foi influenciado por reajustes salariais ligados ao aumento do salário mínimo e às condições do mercado de trabalho, com destaque para Belo Horizonte.
Os demais componentes também aceleraram, como Materiais, Equipamentos e Serviços (de 0,14% para 0,36%), Materiais e Equipamentos (de 0,15% para 0,35%) e Serviços (de 0,14% para 0,49%).
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que mede preços no atacado e tem maior peso no IGP-DI, ficou estável em janeiro, após alta de 0,03% em dezembro. Em 12 meses, o IPA-DI acumula queda de 3,64%.
A desaceleração foi influenciada por quedas em produtos agropecuários importantes, como:
Por outro lado, alguns itens pressionaram o índice:
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) subiu 0,59% em janeiro, após avanço de 0,28% em dezembro.
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