A PANews relatou em 14 de agosto que, de acordo com a AXIOS, o Presidente dos EUA Trump aumentou a aposta antes da sua reunião com o Presidente russo Putin. Isto não é apenas sobre o conflito na Ucrânia, mas também sobre a sua própria credibilidade. Três pessoas que participaram nas discussões da cimeira de Trump afirmaram que ele não estava a blefar, e que esta já não era a "reunião exploratória" que Trump tinha afirmado anteriormente. Ele disse em privado ao presidente ucraniano e aos líderes da NATO que o seu objetivo era um cessar-fogo, e depois ameaçou publicamente Putin com "consequências muito sérias" se ele não concordasse com uma interrupção dos combates. "Esta foi a declaração mais séria e direta que Trump já fez. Ele queria mostrar isto ao mundo", disse um alto funcionário dos EUA. "Agora a responsabilidade é de Putin: concordar com um cessar-fogo ou demonstrar ação real, ou enfrentar consequências sérias", continuou o funcionário. "Putin deve demonstrar uma ação muito proativa." Outro funcionário dos EUA insistiu que Putin "entrou em contacto com Trump" e depois solicitou a reunião, e agora ele deve cumprir a sua promessa. No entanto, se a reunião falhar e não houver consequências graves, as ameaças de Trump parecerão ainda mais vazias no futuro.


