Um minuto em falta de um vídeo gravado num centro de detenção federal no dia da morte de Jeffrey Epstein — 10 de agosto de 2019 — tem levantado questões. Mas agora, segundo a CBS News, documentos recentemente divulgados estão a lançar luz sobre este mistério.
De acordo com os repórteres da CBS News Graham Kates e Daniel Ruetenik, os documentos "mostram a pressa do FBI para explicar no ano passado por que razão divulgou uma gravação de ecrã com um minuto em falta da noite em que Jeffrey Epstein morreu, em vez das imagens originais."
Kates e Ruetenik relatam: "A discrepância alimentou teorias da conspiração sobre um encobrimento depois de o então Diretor-Adjunto do FBI Dan Bongino ter prometido que a agência divulgaria as imagens de vigilância originais da prisão de Epstein em Manhattan 'para que não pensem que há trapaças.' O FBI nunca ofereceu uma explicação pública de como acabou por divulgar um vídeo com uma lacuna nas imagens."
Os jornalistas da CBS News acrescentam: "Em maio passado, à medida que crescia a pressão exigindo escrutínio público dos registos do Departamento de Justiça sobre Epstein, a agência deparou-se com um problema: já tinha destruído a sua cópia principal do vídeo de vigilância das últimas horas de Epstein no Metropolitan Correctional Center. Um agente do FBI solicitou e obteve em junho de 2024 autorização para destruir um item de evidência rotulado 1B60, descrevendo-o como uma prova 'já não pertinente' para o caso."


