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A estratégia da Movida para aumentar a base de clientes

2026/02/19 18:18
Leu 4 min
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Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Diante dos juros ainda elevados e as incertezas no Brasil e no mundo, a Movida tem adotado uma estratégia focada na expansão da base de clientes, mas sem abrir mão da rentabilidade.

Segundo o CEO, Gustavo Moscatelli, o plano da locadora de veículos inclui iniciativas para aprimorar a experiência em seus pontos de venda, em um movimento para aumentar a fidelização e expandir a oferta de serviços.

Nesse ambiente, o executivo avalia que a companhia deve crescer este ano, mas não em frota de veículos.

“Queremos expandir a nossa base de clientes, mas não a qualquer custo”, disse ele, em entrevista recente à Bloomberg Línea. Segundo ele, a empresa registrou neste ano o melhor mês de janeiro de sua história.

No consolidado de 2025, a Movida (MOVI3) conquistou 675.000 novos clientes (que nunca tinham usado o serviço da marca). Somando os consumidores que já utilizaram o serviço (recorrência), a companhia obteve um crescimento de 13% de sua base de clientes no ano passado, atingindo 1,33 milhão de aluguéis.

⇒ Leia a reportagem: Movida quer aumentar a base de clientes, mas ‘não a qualquer custo’, diz CEO

Loja da Movida: CEO Gustavo Moscatelli diz que a companhia deve crescer, mas não na frota (Foto: Divulgação)

No radar dos mercados

Os futuros das ações dos EUA operam sem direção única nesta quinta-feira (19), à medida que as preocupações com as perspectivas para a inteligência artificial voltam ao radar dos investidores. O Brent avançou e se manteve acima de US$ 70 o barril.

- Venda da Warner. Investidores apostam que a Warner pode receber ofertas mais altas por seu controle. A empresa reabriu as negociações com a Paramount após proposta revisada, apesar de já ter acordo com a Netflix. O mercado vê espaço para oferta perto de US$ 30, e o processo de venda segue aberto até 23 de fevereiro.

- Zuckerberg sob pressão. O CEO da Meta disse no Tribunal Superior de Los Angeles que é “muito difícil” impor limites de idade no Instagram e que adolescentes respondem por apenas 1% da receita da big tech. O julgamento apura possíveis danos à saúde mental atribuídos às redes sociais e pode abrir precedente.

- Futuro da 7-Eleven. A Seven & i, controladora da 7-Eleven, usa a Austrália como laboratório para testar a expansão global do modelo japonês baseado em alimentos frescos e conveniência. A meta é chegar a 1.000 lojas até 2030 e quase dobrar o Ebitda local. O sucesso pode abrir portas na Europa e na América Latina.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (18/02): Dow Jones Industrials (+0,26%), S&P 500 (+0,56%), Nasdaq Composite (+0,78%), Stoxx 600 (+1,19%), Ibovespa (-0,24%).

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Imóveis e obras de arte de Vorcaro na Flórida entram na mira de autoridades do Brasil

Buffett monta posição de US$ 351,7 milhões no New York Times e reduz na Amazon

Uber investe US$ 100 mi para construir estações de recarga de veículos autônomos nos EUA

• Também é importante: Menos Argentina, mais Brasil: bilionário aposta no país antes da alta de 17% do EWZ | Carrefour revê estratégia para Brasil, França e Espanha após vendas abaixo do esperado

• Opinião Bloomberg: Nova ordem comercial? Como o mundo reduziu sua dependência dos EUA em reação a tarifas

• Para não ficar de fora: Brasil vira peça-chave em virada estratégica de dupla de ex-Schroders na Neuberger

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)
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