O mergulhador de saturação executa soldas e reparos complexos nas profundezas do oceano para a indústria petroleira nacional. A carreira offshore paga valores altíssimos para compensar o risco extremo de viver meses isolado em câmaras hiperbáricas.
O profissional respira uma mistura calculada de hélio e oxigênio para não sofrer convulsões letais quando o corpo atinge 300 metros de profundidade. As empresas de exploração como a Petrobras mantêm esses trabalhadores trancados em câmaras pressurizadas dentro do navio durante quase um mês inteiro. Essa técnica evita que o sangue do trabalhador ferva com bolhas de nitrogênio durante a subida para a superfície.
Consequentemente, o sino de mergulho desce os profissionais diretamente da câmara para o assoalho oceânico gelado todos os dias. O operador trabalha na escuridão total consertando válvulas gigantes que bombeiam óleo cru sob uma pressão esmagadora. A disciplina militar garante que ninguém cometa erros fatais no manuseio dos tubos de oxigênio.
Rotina intensa no trabalho offshore com longos períodos no mar e remuneração elevada
O traje especial pesa dezenas de quilos e carrega um sistema de aquecimento de água fervente para impedir que o trabalhador morra de hipotermia rápida. O capacete de bronze acopla lanternas potentes e um microfone que altera a voz fina causada pelo gás hélio para permitir a comunicação com a superfície. O cabo umbilical fornece o gás vital e amarra o homem ao sino de resgate com segurança máxima.
Listamos os componentes vitais que protegem o trabalhador na água congelante.
As gigantes do petróleo pagam adicionais de insalubridade violentos para convencer os especialistas a abandonarem a família e a luz do sol por longos períodos. O profissional ganha por hora respirada sob pressão, elevando o contracheque para níveis de diretoria executiva de bancos em São Paulo. O mercado cobra inglês fluente porque as equipes misturam escoceses, noruegueses e americanos no mesmo navio de apoio.
Avaliamos os ganhos altíssimos pagos pelas multinacionais da exploração submarina.
| Nível de Certificação | Responsabilidade Subaquática | Média Salarial Mensal |
|---|---|---|
| Mergulhador Raso (Ar) | Reparos simples em águas rasas e portos | R$ 12.000 |
| Mergulhador Misto | Apoio direto nas primeiras linhas de tubulação | R$ 25.000 |
| Saturado Pleno | Solda e montagem nas profundezas abissais | Acima de R$ 60.000 |
Remuneração elevada no offshore torna a vida a bordo mais atrativa e financeiramente vantajosa
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O corpo humano cobra uma fatura pesadíssima após décadas absorvendo gases artificiais e suportando o frio intenso do oceano Atlântico. A maioria absoluta desses especialistas se aposenta do trabalho pesado antes dos cinquenta anos de idade com as juntas doendo por causa da necrose óssea silenciosa. As leis trabalhistas limitam rigorosamente o tempo de confinamento para impedir mortes súbitas a bordo das embarcações de bandeira estrangeira.
O acúmulo de riqueza rápida permite que o trabalhador abandone o mar cedo e abra negócios seguros na terra firme do litoral brasileiro. A coragem de abraçar o perigo extremo no abismo escuro transforma operários técnicos comuns nos profissionais mais ricos e respeitados de toda a cadeia da indústria de combustíveis fósseis.
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