Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -0,6%, valendo R$5,1773, após ter começado o dia cotado a R$5,2110.
O dólar iniciou nesta segunda-feira (23) cotado a R$5,1768.
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Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -1,0%, valendo R$5,1752, após ter começado o dia cotado a R$5,2265.
A última semana de fevereiro começa com agenda econômica relevante no Brasil, incluindo IPCA-15, dados do Caged e resultado do Governo Central, além de balanços corporativos.
O presidente Lula cumpre agenda na Coreia do Sul, enquanto o Congresso discute o acordo Mercosul-União Europeia e a PEC que extingue a escala 6×1.
No exterior, discursos de dirigentes do Federal Reserve, dados de inflação e o balanço da Nvidia dividem atenção com o discurso de Donald Trump e tensões comerciais.
Os mercados internacionais recuam após a Suprema Corte dos EUA derrubar o tarifário anterior e Trump anunciar aumento das tarifas para 15%, medida chamada de “Tarifa Mundial”.
A sobretaxa será aplicada a países que, segundo o governo americano, exploraram os EUA por décadas, ampliando a incerteza para empresas e cadeias globais.
A China afirmou monitorar os planos de Trump para medidas alternativas, indicando potencial retaliação e aumento das tensões comerciais.
Investidores também demonstram cautela diante das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
O ministro das Relações Exteriores de Omã confirmou nova rodada de negociações entre EUA e Irã sobre o programa nuclear, prevista para ocorrer em Genebra.
Trump afirmou que pode ordenar ataque militar ao Irã caso as negociações fracassem, aumentando o risco geopolítico global.
No Brasil, o governo suspendeu a licitação de dragagem no rio Tapajós após a invasão do terminal portuário da Cargill em Santarém.
Reuniões foram convocadas para tratar do tema, que envolve logística e exportações.
No plano externo, Lula e o presidente sul-coreano anunciaram planos de ação para estreitar relações bilaterais. O governo brasileiro também anunciou 11 acordos com a Índia.
No entanto, o ambiente externo negativo pode limitar o fôlego do Ibovespa, embora ativos brasileiros negociados no exterior mostrem leve alta no pré-mercado.
Na sexta-feira, a Bolsa brasileira renovou recorde após decisão da Suprema Corte dos EUA, encerrando próxima dos 190 mil pontos.
O desempenho local segue condicionado ao humor global e à evolução das tensões comerciais.


