Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -0,6%, valendo R$5,1773, após ter começado o dia cotado a R$5,2110.Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -0,6%, valendo R$5,1773, após ter começado o dia cotado a R$5,2110.

Dólar Hoje: Semana decisiva entre EUA e Irã e medo de tarifaço 2.0 trazem incertezas

2026/02/24 01:14
Leu 3 min
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Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -0,6%, valendo R$5,1773, após ter começado o dia cotado a R$5,2110.

O dólar iniciou nesta segunda-feira (23) cotado a R$5,1768.

Acompanhe nossa análise diária.

Confira a cotação do dólar em tempo real

Agenda de hoje – segunda, 23 de fevereiro de 2026

Exterior

  • 06h00 – Alemanha – Índice de sentimento econômico (fev)
  • 09h00 – México  PIB (4º tri)
  • 10h00 – Reino Unido – Dirigente do BCE, Alan Taylor participa de discussão em evento do Deutsche Bank
  • 10h00 – EUA – Diretor do Fed, Christopher Waller discursa em evento do NABE
  • 10h30 – EUA – Fed de Chicago: índice de atividade nacional )jan)
  • 12h00 – EUA – Deptº do Comércio: encomendas à indústria (dez)
  • 14h30 – EUA – Presidente do BCE, Christine Lagarde discursa em aceitação de prêmio em evento do NABE
  • 22h00 – China – PBoC define taxas de referência de longo prazo (LPR) de 1 ano e de 5 anos

Brasil

  • 08h25 – BC – Boletim Focus (semanal)
  • 15h00 – Secex – Balança comercial (semanal)

Desempenho das moedas na sessão anterior

Na sexta-feira (20), o dólar comercial fechou com variação de -1,0%, valendo R$5,1752, após ter começado o dia cotado a R$5,2265.

O que influencia o dólar hoje

A última semana de fevereiro começa com agenda econômica relevante no Brasil, incluindo IPCA-15, dados do Caged e resultado do Governo Central, além de balanços corporativos.

O presidente Lula cumpre agenda na Coreia do Sul, enquanto o Congresso discute o acordo Mercosul-União Europeia e a PEC que extingue a escala 6×1.

No exterior, discursos de dirigentes do Federal Reserve, dados de inflação e o balanço da Nvidia dividem atenção com o discurso de Donald Trump e tensões comerciais.

Tarifaço 2.0?

Os mercados internacionais recuam após a Suprema Corte dos EUA derrubar o tarifário anterior e Trump anunciar aumento das tarifas para 15%, medida chamada de “Tarifa Mundial”.

A sobretaxa será aplicada a países que, segundo o governo americano, exploraram os EUA por décadas, ampliando a incerteza para empresas e cadeias globais.

A China afirmou monitorar os planos de Trump para medidas alternativas, indicando potencial retaliação e aumento das tensões comerciais.

As tensões entre EUA e Irã seguem no radar em semana decisiva

Investidores também demonstram cautela diante das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O ministro das Relações Exteriores de Omã confirmou nova rodada de negociações entre EUA e Irã sobre o programa nuclear, prevista para ocorrer em Genebra.

Trump afirmou que pode ordenar ataque militar ao Irã caso as negociações fracassem, aumentando o risco geopolítico global.

Novos acordos comerciais à caminho após agendas na Coreia do Sul

No Brasil, o governo suspendeu a licitação de dragagem no rio Tapajós após a invasão do terminal portuário da Cargill em Santarém.

Reuniões foram convocadas para tratar do tema, que envolve logística e exportações.

No plano externo, Lula e o presidente sul-coreano anunciaram planos de ação para estreitar relações bilaterais. O governo brasileiro também anunciou 11 acordos com a Índia.

Cautela no exterior pode limitar os ganhos nesta segunda

No entanto, o ambiente externo negativo pode limitar o fôlego do Ibovespa, embora ativos brasileiros negociados no exterior mostrem leve alta no pré-mercado.

Na sexta-feira, a Bolsa brasileira renovou recorde após decisão da Suprema Corte dos EUA, encerrando próxima dos 190 mil pontos.

O desempenho local segue condicionado ao humor global e à evolução das tensões comerciais.

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